Opinião

Necessidade e Urgência de Donativos

Necessidade e Urgência de Donativos

Camaradas,

A Região Autónoma dos Açores é um arquipélago com nove ilhas habitadas. O I Congresso Regional dos Açores realizar-se-á no dia 1º de Maio de 2017 na cidade de Ponta Delgada, capital política e administrativa da Região.

Teremos de deslocar congressistas de oito ilhas para Ponta Delgada, alojá-los aí durante dois dias e dar-lhes de comer.

Queremos fazer um cartaz alusivo ao 1º Congresso Regional e difundi-lo pelas nove ilhas dos Açores, que se compõem de 19 municípios e grupam 155 freguesias.

Estamos a pagar dívidas que os liquidacionistas nos deixaram para pagar.

Venho pedir a todos os camaradas, militantes, simpatizantes e amigos do Partido que nos ajudem com donativos para o 1º Congresso Regional dos Açores, conforme puderem.

Obrigado!

Caixa Geral de Depósitos

Conta: PT50 0035 0202 00037026630 54

24Mar17

Arnaldo Matos


 

 

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A Indústria Açoriana das Conservas de Peixe

A Indústria Açoriana das Conservas de Peixe

Há na Região Autónoma dos Açores cinco grandes fábricas de conservas de peixe:

  • Duas da Cofaco, Comercial e Fabril de Conservas, S. A., com uma fábrica em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, e outra fábrica na Madalena, na ilha do Pico;
  • Uma da Sociedade Correctora de Conservas de Peixe, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel;
  • Uma da Pescatum, no Cabo da Praia, Praia da Vitória, na ilha Terceira;
  • E uma das Conservas de Atum Santa Catarina, na Calheta, na ilha de São Jorge.

A Cofaco teve também uma terceira unidade fabril de conservas de peixe no Sítio do Pasteleiro, na cidade da Horta, na ilha do Faial, unidade que encerrou em 2010, transferindo-se então contra a sua vontade os cerca de quarenta operários da empresa para a fábrica da Cofaco na vizinha ilha do Pico.

Nas épocas de máxima produção, as cinco unidades açorianas agrupam, no seu conjunto, para cima de mil operários, mais de 90% dos quais são operárias.

O núcleo forte do proletariado açoriano está nessas cinco fábricas, e esse proletariado é um proletariado de mulheres.

Uma dessas fábricas é de capitais públicos regionais, precisamente a Sociedade de Conservas de Atum Santa Catarina.

Em 1938, havia 152 fábricas de conservas de peixe em todo o país, e hoje só há vinte fábricas. O assalto do eixo Madrid-Paris-Berlim à nossa zona económica exclusiva e a usurpação dos quatro milhões de quilómetros quadrados das áreas do nosso mar e da plataforma continental liquidaram a nossa indústria das conservas de peixe. As 126 traineiras de que o país dispunha para a pesca da sardinha, em 1965, estão hoje reduzidas a 28 traineiras, com quotas que só lhes permite pescar menos de seis meses por ano…

A adesão de Portugal à Comunidade e, depois, à União Europeia saldou-se pela liquidação da nossa independência económica marítima.

Ora, Portugal deve sair da União Europeia e readquirir a independência da sua zona económica exclusiva. Conseguindo esse objectivo político, o nosso País, mas em especial a Região Autónoma dos Açores, podem quadruplicar a produção de conservas de peixe, especialmente de atum patudo e de gaiado, recuperando as quotas perdidas para as frotas espanhola, francesa e germânica.

 

A industrialização dos Açores, designadamente na fileira dos produtos marinhos, é uma exigência extremamente urgente para o desenvolvimento económico e social da Região.

O assalto da União Europeia às reservas piscícolas, marinhas e marítimas das nossas águas é um roubo e constitui um acto de rapina nunca visto. Em 1964, Portugal produziu 83 633 toneladas de conservas de peixe e exportou, em 1965, 82 465 toneladas. Hoje não produzimos nem exportamos um décimo daquelas quantidades.

O governo central e o governo regional devem expulsar as frotas estrangeiras das nossas águas, indo ao ponto de rasgar todos os acordos que tiverem sido assinados com a União Europeia. Um país pobre e periférico não pode aceitar ser objecto da rapina dos imperialistas europeus; devemos, ao contrário, seguir o exemplo da Islândia, que posta perante o assalto dos alemães, franceses e espanhóis, rejeitou toda e qualquer hipótese de adesão à União Europeia.

O governo regional dos Açores deve aumentar o número de fábricas de conserva de peixe no arquipélago, nomeadamente restaurando a fábrica da Cofaco na ilha do Faial.

E as operárias e operários conserveiros devem criar imediatamente a Associação Açoriana das Operária e Operários Conserveiros, unindo todos os trabalhadores e trabalhadoras dessas fábricas de conserva das ilhas dos Açores numa única e poderosa organização.

E o PCTP/MRPP exige que o governo regional dos Açores lhes reconheça e aceite, desde já na fábrica de Santa Catarina, que é uma fábrica de capitais públicos regionais:

  • • O salário mínimo regional de 600 euros mensais;
  • A semana das 35 horas;
  • O pagamento das horas de trabalho extraordinário;
  • O descanso semanal ao sábado e ao domingo
  • O pagamento do salário integral no período em que não tiverem trabalho por falta de matéria-prima.

24Mar17

Arnaldo Matos

 

 

 

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O I Congresso Regional do Partido nos Açores

O I Congresso Regional do Partido nos Açores

E a Campanha de Fundos

Está definitivamente marcada para o próximo dia 1º de Maio de 2017, uma segunda-feira, na cidade de Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, a realização do I Congresso Regional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), no arquipélago dos Açores.

As actividades do Congresso iniciar-se-ão às 09H00, com a seguinte

 

Ordem de Trabalhos

  1.   Das 08H00 às 09H00: verificação de poderes dos Congressistas.
  2.   Abertura do Congresso, com a leitura do relatório da camarada Margarida, membro do Comité Central do Partido e responsável pela Brigada que organizou o Partido nos Açores, no último ano.
  3.  Discussão e Aprovação do Manifesto: os Comunistas e a Região Autónoma dos Açores
  4.  Eleição dos órgãos da direcção regional do Partido:

- O Comité Regional dos Açores,

- O Secretariado Regional,

- O Secretário Regional,

- A mesa do Congresso,

- O Comité Regional Jurisdicional do Partido.


5. Encerramento do Congresso pelo camarada Arnaldo Matos.

Os congressistas serão eleitos nos comités das nove ilhas açorianas.

O comité central do Partido elaborará uma lista de convidados do Partido em todo o País, os quais poderão usar da palavra, mediante inscrição na mesa do Congresso, mas sem direito a voto.

Como é do conhecimento geral, a Região Autónoma dos Açores compõe-se de nove ilhas habitadas, e cada uma das ilhas elegerá em proporção congressistas ao Congresso.

O Congresso terminará com um jantar-comício de convívio, ode usará da palavra a camarada Margarida, os camaradas do secretariado regional e o camarada Arnaldo Matos.

As deslocações dos congressistas e convidados para Ponta Delgada e o regresso às suas ilhas e locais de origem, bem como a estada durante dois dias na capital político-adminsitrativa em São Miguel, acarretarão despesas vultuosas, como bem se calculará.

Será amanhã aberta na Caixa Geral de Depósitos uma conta de fundos para pagamento das despesas com a realização do Congresso, para provisão da qual apelo a todos os camaradas, militantes, simpatizantes e amigos do Partido.

Colaborem conforme puderem!

20.03.17

Arnaldo Matos

 

 

 

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Pescadores das Ilhas do Pico, São Jorge e Santa Maria

Pescadores das Ilhas do Pico, São Jorge e Santa Maria

Arnaldo Matos

No ano passado, os pescadores da Ilha do Pico aumentaram em 40% as exportações das quantidades de peixe capturado pelas suas embarcações nos mares do grupo central do arquipélago açoriano.

Conjuntamente com São Jorge e Santa Maria, a ilha do Pico registou um crescimento muito positivo na exportação de pescado em 2016, com São Jorge a exportar 33 304 kgs, mais 100,4% do que em 2015.

A pequena ilha de Santa Maria também fez crescer significativamente a massa das suas capturas, elevando-as para 48 435 kgs, em comparação com os 31 579 kgs pescados no ano anterior.

Nas restantes seis ilhas do arquipélago, verificaram-se quebras significativas nas capturas do ano transacto, pois as exportações na Região diminuíram 21,5% em relação ao ano de 2015, descendo de dois milhões de quilogramas para 545 mil.

As quebras da exportação registaram-se em todas as espécies capturadas, mas atingiram sobretudo as fileiras do atum e do goraz, com especial restrição nas capturas do atum patudo, objecto de assalto descontrolado das frotas pesqueiras francesa e espanhola, sem nenhuma espécie de vigilância da força aérea e a marinha portuguesas.

Laborando especialmente as espécies bonito (gaiado) e patudo, a indústria conserveira açoriana, que importa frequentemente as suas próprias matérias-primas, não reflecte a quebra da tonelagem do pescado, pois exportou em 2016 cerca de oito milhões e duzentos mil quilogramas de peixe em conserva, no valor de 48,1 milhões de euros (em 2016: 2 milhões e duzentos mil quilogramas por 48,9 milhões de euros).

Mais de metade das conservas de peixe açorianas (4,1 mil toneladas, por 19,1 milhões de euros) destinou-se ao mercado nacional, exportando as cinco fábricas conserveiras existentes na Região para a União Europeia duas mil toneladas, por 10,6 milhões de euros.

Este ano foram substancialmente reduzidas as cotas de captura de alguns espécies, nomeadamente o patudo e o goraz, sem que o governo central e o governo regional se tivessem erguido contra a rapina das espécies da nossa zona económica exclusiva pelas frotas estrangeiras.

Além disso, apesar de ter diminuído em 21,5% a tonelagem do peixe capturado, os pescadores receberam rendimentos muito inferiores aos do ano passado, o que mais uma vez comprova o roubo a que a Lotaçor se compraz relativamente ao trabalho dos pescadores, pois a redução da tonelagem capturada não determinou o aumento do preço médio de arremate na lota ou de venda ao público.

Os pescadores dos Açores devem dissolver a Lotaçor e regressar ao sistema de lota tradicional. E devem exigir o contrato de trabalho a bordo e a Escola de Pesca, para desenvolvimento das suas já muito notáveis capacidades piscatórias.

13.03.2017

 

 

 

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Provocação

Provocação


A notícia da morte do camarada Arnaldo Matos, forjada pela seita dos bandalhos liquidacionistas de Garcia Pereira, é uma reles provocação que vem revelar ao extremo o ódio vesgo à pessoa do camarada fundador do Partido e à linha marxista proletária que ele tem encabeçado e defendido firmemente contra toda a casta de oportunistas dentro e fora do Partido.

Aquele propósito com esta atoarda ficou de tal modo patente e mostrou-se de tal forma irreprimível por parte daquela escumalha que escolheram, como data da morte inventada, precisamente o dia em que o Partido e as massas se davam conta da mais evidente e melhor prova de vida do camarada Arnaldo Matos, com a sua pujante intervenção no Luta Popular Online, redigindo e publicando aqui vários artigos, onde transmitia preciosos e justos ensinamentos e orientações para o trabalho do Partido e para a luta dos operários e do povo.

Que se cuidem os liquidacionistas e seus cúmplices com as suas provocações: a classe operária e os trabalhadores saberão dar-lhes a devida resposta!

Pico, 11/03/17

A brigada do Comité Central nos Açores

Margarida

 

 

 

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O Primeiro Congresso Regional dos Açores

O Primeiro Congresso Regional dos Açores

Camarada,

A Brigada leu e discutiu com toda a atenção o teu texto sobre a importância do Primeiro Congresso Regional do Partido nos Açores e  considerou-o um valioso contributo para as tarefas de organização do Partido em que estamos empenhados, constituindo em particular mais um instrumento de mobilização no trabalho de recrutamento e formação dos Comités de Ilha do Partido.

Na verdade, a luta pela reorganização do Partido nos Açores centra-se neste momento em torno da preparação e realização correcta e vitoriosa do Congresso do próximo 1º de Maio e estamos convictos de que essa ideia saiu reforçada da discussão havida, ontem, dia 8 de Março, no seio da brigada, tendo em vista as tarefas por cumprir.

Os membros da brigada esperam  ser merecedores da confiança que neles depositas, não ignorando ser necessário redobrarmos o nosso empenho e vigilância na aplicação de uma justa linha para vencer esta dura mas importante batalha.

Viva o Primeiro Congresso do Partido nos Açores!

09.03.2017

Brigada do Comité Central do Partido

Margarida

 

 

 

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Sinaga - Somos Contra a Privatização e Explicamos Porquê!

Sinaga
Somos Contra a Privatização e Explicamos Porquê!

Sob a chantagem do encerramento da fábrica, com o consequente despedimento dos trabalhadores e a venda dos terrenos aos privados, tudo isto com a colaboração dos dirigentes sindicais social-fascistas do PCP, o governo regional de Vasco Cordeiro procura constranger a opinião pública e os trabalhadores da fábrica a aceitarem a privatização da empresa e dos seus terrenos aos capitalistas como um mal menor.

Ou aceitam a privatização ou fechamos a fábrica?

Ora, entre aceitar a privatização ou encerrar a fábrica não há nenhuma diferença substancial. Com efeito, a privatização da empresa ou o desmantelamento da fábrica e venda dos terrenos para a especulação imobiliária conduzem à mesma situação final: o fim da empresa e a especulação dos terrenos.

O raciocínio dos dirigentes social-fascistas dos sindicatos está totalmente errado, quando partem do princípio de que, se o governo suportar os prejuízos actuais da fábrica e a oferecer de mão-beijada aos capitalistas, que a fábrica e os postos de trabalho se salvarão. Para tal seria necessário que o governo continuasse a pagar, todos os anos, todos os prejuízos futuros da fábrica de produção de açúcar de beterraba.

O que é preciso saber é quais são as razões por que uma fábrica nacionalizada (no caso, regionalizada) acumulou prejuízos gigantescos sob a gestão da canalha social-democrata e socialista do governo de Vasco Cordeiro.

A nacionalização (regionalização) da fábrica deve permanecer; deve ser expulsa a administração dos rapazes socialistas e social-democratas sob direcção de Rui Maciel, Paulo Neves e outros, e toda a gestão da empresa deve ser sujeita ao controlo operário de uma Comissão de Trabalhadores, eleita especialmente para esse efeito.

Com certeza que a Sinaga, administrada por operários, não dará nunca os prejuízos que acumulou sob a direcção crapulosa de boys como os do PS e do PSD.

Os social-fascistas que estão à frente dos sindicatos açorianos deviam ter a inteligência suficiente para compreender que se o governo de Vasco Cordeiro pagar os prejuízos das gestões socialistas e social-democratas da Sinaga, então não haverá razão nenhuma para não pagar os prejuízos que poderiam advir de uma administração operária, sendo certa a fatia que a administração dos operários tomaria aos ordenados fabulosos dos gestores do PS e do PSD, encaminhado a fábrica para uma produção lucrativa e não acumulativa de prejuízos.

Ao Povo Trabalhador dos Açores não interessa o encerramento da fábrica nem interessa a entrega da Sinaga a privados, tal como aos operários e demais trabalhadores e trabalhadoras da fábrica não convêm o encerramento ou a privatização da unidade industrial. O que aos operários e trabalhadores da fábrica e ao Povo dos Açores interessa é impedir que o governo regional concretize a grande burla: 80 a 85% de financiamento a fundo perdido para um privado ficar com os activos da região.

O apoio do dirigente sindical do PCP/CGTP, Victor Silva, à política do governo e o desespero com que se bate por arrastar consigo os operários a aceitar a criminosa pretensão de Vasco Cordeiro é uma traição aos trabalhadores da Sinaga e ao Povo Trabalhador açoriano.

O que o presidente, o vice-presidente e o secretário regional e os demais membros do governo se propõem efectuar é um outro autêntico roubo a quem aqui trabalha e produz!

Para a Região Autónoma dos Açores ser efectivamente autónoma, a continuidade da laboração da Sinaga e o apoio à produção de beterraba sacarina por forma a abater a importação de açúcar e contribuir para o equilíbrio da balança comercial da Região são fundamentais. Na fábrica nacionalizada, a administração nunca poderá auferir vencimentos superiores aos do salário médio dos operários e devem ser eliminadas todas as regalias especiais. E há também que projectar desde já a nova fábrica, a ser construída com a maior brevidade.

20.01.17

O Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel

 

 

 

 

 

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Viva o Comité Regional dos Açores! Um Passo em Frente na Reorganização do Partido

Viva o Comité Regional dos Açores!

Um Passo em Frente na Reorganização do Partido

A constituição do Comité Regional Provisório dos Açores, hoje, dia 4 de Novembro de 2016, na Biblioteca Municipal da cidade de Ponta Delgada, na Ilha de S.Miguel, marca um momento histórico na vida do Partido, que, assim, se reergue no arquipélago, após 24 anos de abandono motivado pela política liquidacionista levada a cabo pela direcção Conceição Franco/ Garcia Pereira, que, fugindo à discussão ideológica, e vendo-se desmascarada e escorraçada do Partido, apresenta a sua verdadeira face, tomando como sua única missão reaccionária a destruição do Partido, recorrendo, para isso às formas mais abjectas, mais primárias, despojadas de qualquer ideologia política e centrando-se em desesperados ataques pessoais ao fundador do Partido, Camarada Arnaldo Matos, na vã tentativa de impedir a classe operária de se organizar.

Mas, todas as suas tentativas para impedir a organização do Partido nos Açores não tiveram eco, nem nos açorianos, nem em qualquer elemento do povo português : nunca é demais referir que a reorganização do Partido nos Açores, iniciado com a formação das listas, foi objecto de um grande apoio, quer por parte do povo açoriano, nomeadamente daqueles que aceitaram fazer parte das mesmas, apoiando o programa político eleitoral, quer pelo êxito da campanha de fundos lançada para suportar este trabalho político, o qual não teria sido possível sem tais contribuições.

Constituído o Comité Regional dos Açores, este elegeu o camarada Pedro Pacheco como secretário e aprovou o Plano Urgente de Trabalho Político-partidário nos Açores.

Nas suas intervenções, os membros do Comité Regional dos Açores salientaram a grandiosidade e exigência da tarefa que aceitaram com entusiasmo, manifestando também   a sua confiança no êxito da mesma, que desde o início tem tido uma direcção verdadeiramente comunista, que nos dotou de correctos e justos instrumentos de trabalho imprescindíveis à concretização das nossas tarefas.

No final, o camarada Pedro Pacheco fez a seguinte intervenção.

Camaradas

Um partido é uma forma superior de organização de uma classe defender os seus interesses no seio duma sociedade onde outros interesses coexistem em aliança ou em oposição.

A organização do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses nos Açores resulta da luta da classe operária, da luta dos trabalhadores e trabalhadoras açorianas e açorianos empenhados em defender as suas premências, valores e expectativas.

A constituição do Comité Regional dos Açores ocorre no âmbito de uma intensa luta política entre a burguesia e o proletariado dentro do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, sendo a sua efectivação uma vitória dos comunistas sobre os liquidacionistas indiciados e derrotados pela luta dos Trabalhadores, desmascarados por sua própria relapsa conduta contra o Partido e contra o Povo e finalmente expulsos como tal do PCTP/MRPP.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos uma sociedade sem classes, sem exploração e opressão do homem pelo homem.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos um salário ou reforma para viver e não um salário para enriquecer quem não paga as horas todas de trabalho e impõe reformas para morrer.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos as 35 horas de trabalho semanal para todos os trabalhadores e não só para os da função pública, 7 horas por dia, 2 dias de descanso por semana, 25 dias de férias pagas por ano, contrato individual ou colectivo de trabalho - que não falta para todos não fora alguns poucos excluírem tantos.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos iguais direitos para os operários do mar e para os operários em terra, sem discriminação de género e de crença.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos plena jurisdição sobre o território terrestre dos Açores e a sua abrangente zona económica exclusiva das duzentas milhas de mar.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos autonomia política, administrativa, financeira, fiscal, económica, orçamental, policial e judiciária.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos tudo de todos quantos façam, saibam, queiram, organizem e fruam, na expectativa de que não há limite para os limiares sempre novos da luta de classes, enquanto houver classes, da investigação científica e da luta pela produção.


Viva a Luta Política Operária!

Viva o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses!

Margarida

 

 

 

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Distribuição do Livro pelos Doadores

Distribuição do Livro pelos Doadores

 Temo-nos esforçado por remeter a todos os doadores de fundos para a campanha eleitoral dos Açores o livrinho com o programa político eleitoral do Partido para a Região., como lembrança e gratidão pelo donativo efectuado.

Apesar dos nossos esforços, há ainda uns quantos doadores a quem não pudemos enviar o pequeno livro, ou porque são anónimos ou de nome desconhecido ou por desconhecimento do respectivo endereço postal.

Pedimos aos doadores a quem o livrinho ainda não chegou e estiverem interessados no recebimento da lembrança que remetam para o Luta Popular Online o seu endereço postal, com indicação do montante do donativo e indicação do nome ou pseudónimo sob o qual o fizeram.

28.10.2016

Arnaldo Matos


 

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Continuemos!

Continuemos!

Bom dia estimado camarada Arnaldo Matos.

Bem sei que os resultados não foram os mais desejados, mas para os ditos vencedores foi uma autêntica derrota. A abstenção nos níveis que atingiu revela um sedentarismo mental resultante das políticas aplicadas até hoje pelos suspeitos do costume. Esta conformidade é reveladora de uma passividade e de um desinteresse enorme.

Temos de ser mais proactivos e próximos na luta e educação dos princípios. Começando pela raiz da sociedade, os jovens. É a minha humilde opinião.

Para mim, apesar da tristeza sentida ontem, estamos no bom caminho. E isso vale muito.

Um abraço para si, com muita admiração.

17.10.2016

João Morais


 

 

 

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A Propósito da Campanha dos Açores

A Propósito da Campanha dos Açores

Bom dia estimado camarada Arnaldo Matos.

Só hoje pude fazer o meu contributo para a campanha. Espero que ainda vá a tempo.

Se for possível receber em breve, o livrinho com o programa político eleitoral, ficarei muito agradecido.

As minhas felicitações vão para todos os camaradas, simpatizantes e intervenientes nestas eleições. Especialmente para si. Foi um trabalho excelente que fui acompanhando atentamente, quer na RTP Açores, quer no Luta Popular. A vitória já está alcançada, e estou convicto e esperançado que os resultados além de serem positivos, sejam os desejados.

Muita força e amizade.

Um abraço!

13.10.2016

João Morais


 

 

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Ao Povo dos Açores!

Ao Povo dos Açores!

Venho pedir-vos que o vosso voto no próximo domingo, dia 16 de Outubro, para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores seja dado ao Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses – PCTP/MRPP, isto é, ao meu Partido.

Desta vez, apresentámos o nosso Programa Político Eleitoral num pequeno livro de oitenta páginas, onde defendemos os interesses essenciais das açorianas e dos açorianos. O vosso voto no PCTP/MRPP nunca será perdido.

Para os operários e trabalhadores assalariados do arquipélago, exigimos a atribuição do salário mínimo regional, no valor de 600 euros por mês, a partir já do próximo dia 1 de Janeiro de 2017, e reivindicamos, para todos os trabalhadores dos sectores público e privado, a semana das 35 horas, sete horas por dia e cinco dias por semana, com descanso semanal ao sábado e ao domingo, e 25 dias úteis de férias por ano, na base de um contrato individual ou colectivo de trabalho sem prazo.

Pretendemos que as mulheres gozem do mesmo salário e usufruam dos mesmos direitos do homem, em condições de trabalho igual.

Vamos lutar de dentes e punhos cerrados para que os pescadores açorianos tenham, pela primeira vez na vida, um contrato individual ou colectivo de trabalho, gozem de descanso semanal ao sábado e ao domingo, tenham 25 dias úteis de férias por ano e ganhem o salário mínimo regional de 600 euros mensais, a pagar pelo orçamento da região e pela União Europeia, sempre que, por imposição das quotas de pesca, tenham de deixar de trabalhar. E vamos lutar para construir em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, uma Escola de Pesca para os Açores, e exigir que a Lotaçor pague aos pescadores o peixe no próprio dia em que ele vai à Lota.

Na Assembleia Legislativa Regional, vamos exigir contrato de trabalho individual ou colectivo para todos os trabalhadores rurais, uma jornada de trabalho de 35 horas por semana, como para todos os outros trabalhadores, e salários nunca inferiores ao salário mínimo regional.

Com os produtores agrícolas e agro-pecuários, lutaremos pela manutenção dos subsídios e pela conquista de novos mercados estrangeiros para onde possam escoar os seus produtos, nomeadamente os lacticínios.

Temos um programa para a defesa dos interesses do povo de cada uma das ilhas, com a criação de um Conselho Político de Ilha, para evitar o seu despovoamento e o seu atraso económico.

Vamos fazer aprovar as nossas propostas para um novo rumo para a Autonomia, extinguindo o cargo e funções do representante da República na Região Autónoma dos Açores e criando uma Guarda Autonómica, constituída por 250 homens e mulheres, sem armas de fogo, mas com armas de defesa pessoal, para substituir a PSP e a GNR. Se Lisboa tem uma polícia municipal, porque é que os Açores não haverão de ter uma Guarda Autonómica?

Achamos que a Região deve possuir um Tribunal de Relação e que todos os magistrados e funcionários dos tribunais dos Açores devem ser naturais ou residir no arquipélago.

Em cada ilha dos Açores deve haver um pequeno hospital e uma maternidade, pois só nasce gente nas ilhas de São Miguel e da Terceira.

Nós temos planos para desenvolver as ilhas até agora criminosamente abandonadas pelos governos regionais do PSD e do PS (Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial…).

Uma das nossas ideias, também merecedora do vosso voto no PCTP/MRPP, é que pretendemos criar nos Açores, com sede na ilha Terceira, uma Universidade de categoria internacional, capaz de receber alunos e admitir professores, por concurso público, de qualquer país do mundo, Universidade essa que dever ter um Pólo Universitário – ou uma Faculdade, se se preferir – em cada uma das ilhas dos Açores.

E como o sector mais ferido pelo desemprego é o da juventude, damos especial atenção aos meios para controlar essa espécie de desemprego calamitoso, que está a arrastar os nossos jovens para a emigração e a despovoar sete das nove ilhas açorianas.

Deixámos para o fim, mas é o que trazemos mais perto do coração: o auxílio às açorianas e aos açorianos mais idosos, para que recebam um apoio complementar, que, por três ou quatro fases, eleve as suas reformas ou pensões para o nível do salário mínimo regional de 600 euros.

Caras açorianas e caros açorianos: precisamos de vós e do vosso voto, e temos a certeza que vós também precisais do PCTP/MRPP.

Vota Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses – PCTP/MRPP!

12.10.2016

Arnaldo Matos

 

 

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Subcategorias

UM DEBATE ELUCIDATIVO

 

COSTA LADO A LADO COM JERÓNIMO


UM JERÓNIMO QUE METE DÓ E UM COSTA OPORTUNISTA QUE SÓ O PCTP/MRPP TEM CORAGEM DE DESMASCARAR!


Para além do que não passou de uma conversa de café entre amigos de longa data, o que nos parece ter sido relevante salientar foi o balanço da governação feito por Costa, segundo o qual cumpriu os compromissos com a União Europeia, com os parceiros da coligação parlamentar e com os portugueses.

 

Ou seja, Costa arroga-se o prodígio de ter simultaneamente contentado a União Europeia e os Estados Unidos, o PCP e o BE e... os portugueses.

 

Mas como é que se consegue servir tantos interesses ao mesmo tempo?

 

É certo que o papel do PS como partido de direita pequeno burguês foi e continua a ser o de limpar as cavalariças do poder e procurar sentar-se em duas cadeiras ao mesmo tempo: a do grande capital e a da classe operária.

 

Mas a quem serviu e serve verdadeiramente Costa e por que razão, tendo perdido as eleições de 2015, alcandorou e manteve o PS no poder?

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Marketing Eleitoral 

É cada vez mais evidente que, temerosos de que as suas promessas vãs já não sejam tão bem acolhidas pela classe operária e pelos trabalhadores como foram no passado, os diferentes partidos da burguesia – sobretudo os do chamado “arco parlamentar” – recorrem cada vez mais a especialistas do chamado marketing político para vender a sua banha da cobra. 

Uma prática assente nas técnicas de promoção, venda e merchandising próprias do sistema capitalista – ou sistema de mercado, designação como gostam de iludir o modo de produção capitalista em que este assenta – de evidenciarem o tão bem que sabe o produto que vendem, para escamotear o mal que faz a quem caia na tentação de o consumir. 

É um autêntico regabofe. Segundo dados divulgados pelo site da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, onde estão registados os orçamentos de todos os partidos políticos que concorrem às eleições legislativas do próximo dia 6 de Outubro, o montante estimado de gastos na campanha eleitoral é de 8,1 milhões de euros. Ouviu bem?! 

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 Entrega da Lista de Candidatos de Lisboa 

PCTP/MRPP não se furtou a fazer declarações! 

A candidatura do PCTP/MRPP por Lisboa enviou, três dias antes da apresentação da candidatura, uma nota a toda à imprensa em que divulgava o dia e a hora da apresentação da mesma, esperando que, pelo menos, neste período, houvesse uma equidade de tratamento por parte da comunicação social.

No entanto, tal não aconteceu e, numa atitude provocatória, os jornalistas presentes não só ignoraram a nossa presença, quer à chegada, quer à saída do Tribunal, após a entrega da lista, como tentaram fazer crer, de uma forma intelectualmente desonesta e vergonhosa para o jornalismo, que teria sido o Partido quem não quis prestar declarações!...

Ora, meus senhores, se o Partido não quisesse prestar declarações, por que razão teria anunciado com antecedência o dia e a hora de entrega da Lista?!

Publicamos, em seguida, excertos da Nota enviada, logo nesse dia, a toda a imprensa e da carta enviada ao Sr. Director da Lusa.

Como resposta, apenas o Director da Lusa pediu desculpa, através de telefonema, pela situação que eles próprios criaram.

É este o jornalismo e os jornalistas que temos!

NOTA À IMPRENSA

Serve a presente para esclarecer esse órgão de informação que, ao contrário do que foi noticiado em nota da Lusa, a candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo de Lisboa não prestou hoje declarações aos jornalistas à saída do Tribunal, não porque se tenha recusado a tal, mas pela simples razão de que nenhum dos órgãos de comunicação social presentes no Palácio de Justiça se dirigiu a qualquer dos membros da candidatura, o que não sucedeu com os dois restantes partidos que à mesma hora ali se encontravam, um deles abordado até antes de ter entrado nas instalações do Tribunal.

Lisboa, 26AGO19

A Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP

 

Excerto da carta enviada ao Director da Lusa

(…) Pois sucedeu que, tal como já tivemos oportunidade de esclarecer, ninguém dessa agência se dirigiu à delegação do Partido que ali se deslocou, sendo totalmente falso, ao contrário do que a Lusa veiculou, que a mesma delegação de candidatos se tenha recusado ou furtado a prestar declarações a quem não se lhe dirigiu e preferiu gastar todo o tempo a entrevistar um partido – o Livre – que nem sequer ainda nessa altura se podia considerar, pelo menos formalmente, candidato ao círculo da capital, por não ter entregue em juízo a respectiva lista.

Mas, o que mais preocupante se está a tornar é que, tendo a nossa candidatura distribuído, ontem mesmo, uma nota à imprensa, também enviada a essa agência, sobre as razões e linhas políticas gerais da participação do Partido nestas eleições, acompanhada de uma breve biografia da primeira candidata por Lisboa, fomos há pouco contactados por uma jornalista dessa agência, pedindo precisamente informação sobre o conteúdo dos aludidos documentos entretanto já enviados e, pelos vistos, ignorados. (…)

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 O PARTIDO APRESENTOU LISTAS EM TODOS OS CÍRCULOS ELEITORAIS!

Militantes, simpatizantes e amigos do Partido, arrostando com grandes sacrifícios na luta contra os liquidacionistas, uniram-se firmemente para, com sucesso, levar por diante em todo o país a primeira fase da batalha da participação dos comunistas nas eleições burguesas para a assembleia da República, procedendo à entrega das listas de candidatos em todas as sedes dos distritos do continente e nas Regiões autónomas dos açores e da Madeira.

Enfrentando sem desfalecimentos os ataques dos inimigos externos e internos, saibamos continuar a honrar a memória e os ensinamentos do camarada Arnaldo Matos, fazendo desta participação a propaganda do comunismo e o reforço do Partido, o único que, como sabeis, nunca deixou de  desmascarar e combater os traidores do PCP e BE que, cavalgando o descontentamento e os anseios dos operários, se aliaram a um governo de direita para manter e reforçar a exploração e opressão do povo trabalhador e a submissão do país ao imperialismo.


Viva a candidatura operária e comunista
!

1Uma delegação da candidatura do PCTP/MRPP às próximas eleições para a Assembleia da República pelo círculo de Lisboa, encabeçada pela primeira candidata Maria Cidália Guerreiro, acaba de entregar a sua lista de candidatos, completando assim a apresentação das listas em todos os círculos eleitorais do país, e da Europa e Fora da Europa.

O PCTP/MRPP é um partido comunista e, como tal, nunca alimentou nem alimenta quaisquer ilusões nas eleições 2burguesas como forma de resolver os problemas essenciais do povo trabalhador português e, quando concorre, fá-lo para aproveitar este período para fazer propaganda do programa dos comunistas e com vista a reforçar a sua organização.

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Na entrega da lista do Partido pelo círculo do Porto, o camarada João Morais, primeiro candidato desta lista, referiu, a propósito do balanço do governo do PS, que se trata de um governo rebotalhoporto que prosseguiu a mesma política de traição do anterior, prestando vassalagem ao imperialismo germânico e que a lista do PCTP/MRPP representa os mais explorados  e oprimidos que podem contar sempre connosco. E salientou ainda:  o nosso objectivo central é a instauração do modo de produção comunista. Vamos continuar a honrar o camarada Arnaldo Matos e reforçar nas nossas fileiras a importância do estudo do marxismo.

Açores
acores

Camaradas José Lourdes, 1.º candidato pelos Açores e Pedro Pacheco, mandatário.

Setúbal
setubal

Camarada Leonel Coelho, 1.º candidato, na entrega da Lista do Partido


Faro
faro

Os camaradas Carlos Rias, 1.º candidato, e Joaquim Covas na entrega da Lista pelo círculo de Faro

Beja
beja

O camarada Carlos Pais mandatário da candidatura por Beja na entrega da Lista.


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DEPOIS DA ILHA DA MADEIRA…

ENTREGA DAS LISTAS DE CANDIDATOS

NOS TRÊS DISTRITOS DO MACIÇO CENTRAL!

(Castelo Branco, Guarda e Viseu) 

Na quarta-feira, dia 21, pelas 9horas no Tribunal Judicial da Comarca de Castelo de Branco, José Cruz – responsável do Partido na Região do Maciço Central –, acompanhado pelo 1º. Candidato da Lista por este 1círculo, o camarada Joaquim Pinto, Jurista, e o camarada Rui Café -, procedeu à entrega da respectiva Lista dos Candidatos, composta por homens e mulheres, todos residentes no distrito de Castelo Branco;

Ao final da manhã, pelas 11horas, no Tribunal da Comarca da Guarda, o mesmo responsável do Partido e Rui Café, acompanhados do 1º. Candidato pelo círculo da Guarda, o camarada Miguel Fonseca, Operário Fabril, e da Candidata Carla Alexandra, Enfermeira, fizeram a entrega da respectiva Lista pelo círculo da Guarda, igualmente formada por candidatos, homens e mulheres, todos do distrito da Guarda;

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Eleições Legislativas da Madeira- Entrega da Lista do Partido

O Partido está vivo e pronto a lutar pelo bem estar do Povo da Região!

Foi assim que a primeira candidata às Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, Fernanda Calaça, O Partido esta vivo 0apresentou, à imprensa, a candidatura do Partido às próximas eleições, de dia 22 de Setembro.

Com estas declarações, Fernanda Calaça quis, desde logo, honrar a memória do Camarada Arnaldo Matos, fundador do Partido e lutador incansável contra a exploração e a opressão, transmitindo com essas palavras o sentir de todos quantos se uniram para a constituição desta candidatura, e que excederam largamente o número máximo de candidatos (94), todos naturais e residentes na Madeira.

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Um governo derrotado pela luta dos motoristas de matérias perigosas 

Ainda nem sequer a greve anunciada para a próxima 2ª feira, dia 12 de Agosto, pelos mais de 3 mil motoristas, associados do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), teve início e já os trabalhadores impuseram uma demolidora derrota ao governo.

O PS, coadjuvado pelas suas muletas do PCP, BE e Verdes, tentou, através da jogada da emergência energética e da requisição civil prévia – uma variante ainda mais fascista da Lei dos Serviços Mínimos, proposta e aprovada pelo PCP em 1974, na vigência de um dos governos dessa figura sinistra que dava pelo nome de Vasco Gonçalves – desmobilizar e dividir os trabalhadores, colocando-se de forma ostensiva ao serviço do patronato e da sua associação, a ANTRAM.

De nada lhes está a valer a miserável manobra arrogante e fascista. Hoje mesmo, a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), veio revelar, através do seu porta-voz, João Reis, que alguns postos de abastecimento por todo o país já assinalam “carências de alguns combustíveis”.

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Plágio de programas eleitorais? Ou unidade na acção reaccionária? 

A escassos dois meses das eleições legislativas, agendadas por Marcelo Rebelo de Sousa para o próximo dia 6 de Outubro, instalou-se a mais pura e dura das comédias bufas nas hostes dos partidos do chamado “arco parlamentar”. 

À medida que, a conta gotas, vão apresentando as suas propostas eleitorais, acusam-se mutuamente de plágio e de copy/paste, como se já não fosse uma evidência para os elementos mais conscientes da classe operária, da juventude, dos intelectuais e dos trabalhadores, a inexistência de qualquer tipo de divergências entre todos eles. 

Nem Catarina, nem Jerónimo, nem Eloísa, se podem arrogar da diferença. Os últimos quatro anos de governo Costa/Centeno, comprova que, alegando o respeito pelos compromissos europeus do PS, PCP, BE e Verdes caucionaram todas as medidas reaccionárias e anti-populares que Costa e Centeno impuseram, consubstanciadas em quatro Leis do Orçamento, votadas por esta auto-intitulada maioria de esquerda. 

E tudo isto mascarado de garantia para o amenizar das políticas de direita levadas a cabo pelo PS. Medidas que, a avaliar pela troca de acusações de plágio agora protagonizadas por Rio e Cristas, são as mesmíssimas que PSD e CDS – e direita e a extrema-direita – têm para propor nas próximas eleições. 

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O incêndio em Vila de Rei, Sertã e Mação

Um ministro e um primeiro-ministro cobardes!

Como o camarada Arnaldo Matos denunciou e previu a seu tempo, os verdadeiros responsáveis pelos mortos nos incêndios de Pedrógão Grande Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra de 2017 continuam impunes, e criaram mesmo uma espessa nuvem de fumo de demagogia para escamotear essa sua responsabilidade pela morte de mais de cem portugueses criminosamente tombados há dois anos nas chamas da incompetência e negligência do governo de António Costa.

Um ministro e um primeiro-ministro cobardesEssa nuvem de fumo consistiu, na altura, em atribuir a causa dessas vítimas a circunstâncias atmosféricas particulares e, depois, em fugir para a frente com o embuste de dezenas de propostas e medidas para evitar tragédias futuras.

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Rabo de Peixe – Ilha de São Miguel

 

Partido obtém vitória em tribunal

Em defesa dos operários da Botelho de Melo, Construções, Lda. 

 

ERabodePeixem Abril de 2018, o Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel redigiu e divulgou um comunicado com o título Os transportes dos trabalhadores devem ser pagos pelo patrão, dirigido aos operários da empresa de construção civil Botelho de Melo, Construções, Lda., situada em Rabo de Peixe, no concelho da Ribeira Grande, na Ilha de  São Miguel.

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poema1

Pela Revolução Proletária

Um Partido Comunista Marxista

Proletário!
 

No momento

Em que o espectro da guerra

Ronda o Planeta!

E, aqui, os pregadores da União

Se ajoelham…

Rendidos à condição

De lacaios do imperialismo Euro-alemão…
 

No momento

Em que todos os partidos se aprontam

Para nova farsa eleitoral…

Semeando a ignorância quanto aos fundamentos

Da exploração desenfreada

Que dia a dia

Sentimos agravada;
 

No momento em que todos os traidores

Vendidos aos exploradores

Intentam corromper o Marxismo

Que justifica a Revolução

Como único caminho

Capaz de pôr fim a toda a exploração;
 

Neste momento… É preciso clamar!...
 

Pela Revolução Proletária

Um Partido Comunista Marxista Proletário!
 

Porque só os proletários,

Constituídos em partido, fortemente organizados,

Conduzirão à vitória a Revolução Proletária!

22 Junho 2019

Viriato

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Passes sociais ou passe de magia saloia?! 

A menos de 2 semanas da entrada em vigor dos novos “passes sociais” – que viria a ocorrer, vá-se lá saber porquê, no dia das mentiras, o primeiro dia de Abril – que, segundo Costa, Jerónimo, Catarina e Apolónia, iria constituir uma “verdadeira revolução” nos transportes urbanos e, até, regionais, o PCTP/MRPP foi o único partido que se levantou contra o monumental embuste, operação de manipulação, mentira e decepção, que tal medida constituía. 

Enquanto a “oposição” tentava por todos os meios “associar-se” a tão “magnífico” evento, o nosso Partido foi o único que teve a passes sociaiscoragem de, contra a corrente dos elogios a tal medida, denunciar a marosca. Por tal ousadia, mereceu da parte de toda a corrente populista e reaccionária, encabeçada pelo PS e secundada por PCP, BE e Verdes, o silenciamento das suas opiniões e posições políticas. 

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Por uma política de habitação ao serviço de quem trabalha! 

Segundo um estudo da Moody’s, Lisboa terá o maior rácio de alojamentos locais (AL) por habitante, num estudo comparativo que envolve dez das principais cidades europeias, entre elas, Amesterdão, Berlim, Dublin, Frankfurt, Londres, Madrid, Milão, Paris e Roma, isto é, 30 alojamentos por cada mil habitantes. Isto num contexto em que, entre 2012 e 2018, enquanto os salários dos trabalhadores que moram em Lisboa registou aumentos de cerca de 10%, em média, os preços na capital sofreram aumentos de mais de 50%!

Este é um resultado directo de duas políticas urbanas que se começaram a desenhar e a impor nos grandes centros urbanos, a partir da primeira metade dos anos 90 do século XX, com o famigerado Plano Director Municipal de Jorge Sampaio, então presidente da Câmara Municipal de Lisboa:

  1.  A alteração do conceito de municipalização dos solos para o de liberalização dos solos;
  2.  o premiar, fiscal e não só, de empresas designadas por fundos imobiliários,
  3.  que tomaram de assalto a cidade de Lisboa e outras grandes urbes, a pretexto de um plano de recuperação e reabilitação urbanos.

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 Abuso de poder, calculismo eleitoral e cobardia política!

Quando o abuso de poder se casa com a cobardia política e o calculismo eleitoral, assistimos a um miserável espectáculo como o que levou financasalguns inspectores da Autoridade Tributária (AT), respaldados na segurança repressiva prestada por agentes da GNR, a levar a cabo uma operação a todos os títulos tenebrosa, ilegal e inconstitucional, como foi a da operação stop do passado dia 28 de Maio , em que dezenas de condutores foram abordados e mandados parar, desde as 8 horas da manhã, para serem verificadas alegadas dívidas fiscais e imposto o seu pagamento em caso de elas existirem ou, em alternativa, e por falta de pagamento, a apreensão e penhora imediata das viaturas em que se deslocavam. 

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Em bicos dos pés !

O PS sempre assumiu o papel de “vendilhão do templo”! Começou por vender a ideia de que a “opção europeia” era a que melhor servia o povo português. Sem qualquer discussão ou consulta prévia ao povo, decidiu aceitar as “regras” impostas pela então CEE, que obrigaram Portugal a destruir praticamente todo o seu tecido produtivo – desde a Lisnave à Mague, passando pela Sorefame, pela agricultura e agro-pecuária até à frota pesqueira e à marinha mercante. 

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Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto 

100 mil esperam por uma habitação digna e a preços acessíveis! 

Dados recentemente trazidos a público indicam que cerca de 32 mil famílias (ou seja, cerca de 100 mil elementos do povo) estão inscritas em listas de espera para uma habitação com renda social, em 30 concelhos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

Estas famílias são a parte visível do iceberg que são os chamados danos colaterais que o PCTP/MRPP sempre denunciou que iriam suceder, provocados por:

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O Governo Português Deve Opor-se Imediatamente a Todas as Manobras do Imperialismo Americano para Invadir a Venezuela 

Como é sabido, o interino Guaidó, fantoche dos americanos, depois do seu golpe de Estado, tem-se dedicado a praticar toda a espécie de actos de provocação, em todo o caso fracassados, para tentar acelerar a invasão da Venezuela pelos ianques. 

Sem ter obtido o êxito que esperava na frente externa, nomeadamente com a abortada iniciativa 1do Grupo de Contacto, em que Portugal, através do ministro Santos Silva, tão vergonhosamente se evidenciou como o maior lacaio de todos os que o compunham, Guaidó, que representa um partido, Vontade Popular, com apenas 14 lugares num total de 167 deputados na actual Assembleia Nacional Venezuelana, perdeu o confronto com Nicolás Maduro nas manifestações do início deste mês e viu mais tarde frustrada a manobra de utilizar uma hipócrita ajuda humanitária americana para o derrube do presidente eleito Maduro. 

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Candidatura do Distrito de Beja

 

Sob a direcção do camarada Joaquim Covas, natural de Pias, e secretário do Comité Distrital de Beja do nosso Partido, começou neste fim-de-semana uma viagem dos camaradas do Baixo Alentejo pelos catorze concelhos do distrito, do Alvito a Almodôvar e de Odemira a Barrancos, com vista à constituição da lista de candidatos do PCTP/MRPP às eleições para a Assembleia da República, no sufrágio de Outubro do próximo ano de 2019.

Ficou constituída a lista de candidatos do Partido pelo distrito de Beja, com cerca de um ano de antecedência.

mapa

Sob a égide do nosso querido camarada João Preguiça, grande dirigente do Comité Central do PCTP/MRPP e saudoso herói do povo alentejano, os militantes do distrito de Beja uniram as suas forças e fizeram um excelente trabalho de propaganda, agitação e organização, recolocando alguns cartazes alusivos à semana das 35 horas de trabalho, que alcançaram um grande sucesso junto das massas operárias e camponesas.

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Candidaturas da Região Autónoma da Madeira

 

No próximo ano de 2019, com datas ainda não designadas, ocorrerão três sufrágios eleitorais na Região Autónoma da Madeira a que o nosso Partido concorrerá: assembleia da República, assembleia Regional e parlamento europeu.

1

A lista para a assembleia da República compor-se-á de onze candidatos, (seis efectivos e cinco suplentes); a lista para a assembleia regional, noventa e quatro candidatos (47 efectivos e 47 suplentes); e para o parlamento europeu, 1 candidato.

Todas as listas dos nossos candidatos para os sufrágios regionais estão já completas: 108 candidatos efectivos e suplentes. Mas continuamos a recolher candidaturas de mais voluntários, para múltiplas e diferentes tarefas.

Publicam se duas fotografias do trabalho de uma brigada na Zona Industrial da Ribeira dos Socorridos.

01NOV18

CG/AM

2 

 

Veja ou reveja o Programa Governo Sombra com Arnaldo Matos

(Clique na imagem para poder aceder ao vídeo)


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O desmantelamento do reactor nuclear de Sacavém

e as Jornadas Mundiais da Juventude

Numa operação envolta em total secretismo, o único reactor nuclear construído há mais de 50 anos em Portugal está a ser desmantelado. 

Na primeira fase, o coração do reactor – o núcleo com o combustível nuclear – foi transportado do Campus Tecnológico e Nuclear, sito na Bobadela, perto de Sacavém, para o Ponto de Apoio Naval de Tróia onde seria embarcado, em Março passado, num navio que transportaria esse material para os Estados Unidas da América. 

desmantelamentoÉ de toda a justiça que se reproduza, aqui e agora, um tuíte do camarada Arnaldo Matos no qual, sob o título O PAPA, A JUVENTUDE E O REACTOR NUCLEAR DE SACAVÉM, este fazia uma vigorosa e lúcida denúncia da política nuclear dos sucessivos governos PS e PSD, de arrogante desleixo criminoso, a propósito das Jornadas Mundiais da Juventude, que ocorrerão em 2022 no Parque Tejo, conforme foi anunciado pelo papa Francisco durante as últimas JMJ que tiveram lugar na cidade do Panamá, em Janeiro do corrente ano.

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Costa escolhe Elisa Ferreira para sua comissária

A RECOMPENSA DOS TRAIDORES 

Elisa Ferreira foi escolhida por António Costa e designada pela representante da senhora Merkel e actual presidente da comissão europeia para comissária europeia.

Ainda não tendo sido divulgado o pelouro atribuído a Madame Ferreira, uma coisa é certa: trata-se de uma escolha acertada como justa recompensa pelo elevado papel de traição que a ex-ministra do PS desempenhou enquanto deputada europeia do então partido de Seguro.

Não podia mesmo ser melhor - um partido de lacaios só podia entregar a sua representação na comissão europeia a quem fez questão de estar na primeira linha da venda do país aos interesses do imperialismo germânico.

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Contas Certas?
 

Uma das frases mais utilizadas por Costa e Centeno para classificar a boa governança do executivo que lideram – com a prestimosa ajuda e cumplicidade das muletas do PCP, BE e Verdes, às quais se juntou o PAN – é a de que o PS cumpriu a sua promessa eleitoral de levar o país a ter contas certas. 

Dizem-no de forma a escamotear que, sendo a luta de classes o motor da história, até nas contas, certas ou não, se revela o antagonismo de interesses que existe entre quem explora e quem é explorado. 

E assim é! À questão de a quem servem as contas certas de que Costa e Centeno se gabam, a pergunta é de fácil e objectiva resposta: 

  • Servem ao grande capital financeiro e bancário que pretende ver asseguradas contas certas para o pagamento de uma dívida privada que foi transformada em pública para “justificar” que se impusesse o seu pagamento a quem dela não é responsável, nem dela retirou qualquer benefício – a classe operária, os trabalhadores e o povo em geral;
  • Servem para salvar uma banca corrupta e falida, injectando milhares de milhões de euros que são desviados – através das famigeradas cativações - do Serviço Nacional de Saúde (SNS), do sector da educação, do investimento na habitação, nos transportes e nas infraestruturas
  • Servem para transformar a dívida num garrote que leva à perda da soberania orçamental, bancária, aduaneira, fiscal, política, económica e financeira e capturar a soberania nacional, transformando o país numa sub-colónia do imperialismo europeu
  • Servem para agilizar o processo de privatização dos principais activos do país – a preços da uva mijona ou, pior do que isso, injectando dinheiros dos contribuintes para assegurar a sua sobrevivência –, desde a electricidade à água, passando pela energia, aeroportos, exploração de portagens de pontes e auto-estradas, PPP’s para a saúde e outros sectores de actividade, portos, transportes, etc. 

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Um Costa sagaz ou um rabo escondido com o gato de fora?!

No final da legislatura, PS e suas muletas do PCP, BE e Verdes desdobram-se em iniciativas para demonstrar que cada um deles, por sua iniciativa ou por acordo entre todos, são responsáveis pelo enorme sucesso do governo que brevemente cessará funções.

Sucesso que vai desde a retoma dos rendimentos para quem trabalha, uma Lei de Bases da Habitação que nada resolve relativamente à especulação imobiliária, um défice zero imposto à custa de cativações e ausência de financiamento nos sectores da saúde, da educação, dos transportes, das infraestruturas aeroportuárias e portuárias.

Sucesso que se revela numa Lei de Bases da Saúde que serve para mascarar o rombo orçamental que o sector sofreu para que uma dívida privada pudesse ser transformada em pública e o seu pagamento imposto a quem não a contraiu, nem dela retirou qualquer benefício, isto é, a classe operária, os trabalhadores e o povo em geral, para além de que do Serviço Nacional de Saúde continua a sair uma parcela do orçamento para financiar a actividade privada.

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VIEIRA DA SILVA, O MINISTRO DO CAPITAL NUM GOVERNO FASCISTA 

Vieira da Silva, ministro do trabalho e da segurança social, foi um dos ministros que integrou a tróica de gauleiters na repressão da greve dos motoristas, a mando e sob o comando do seu führer Costa.

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Viva a Justa Luta dos Motoristas!

O Partido manifestou, desde o primeiro momento, nos vários artigos publicados no Luta Popular online, o apoio à luta dos Motoristas Viva a Justa Luta dos Motoristasde Mercadorias e de Matérias Perigosas, denunciando as posições reaccionárias e provocatórias de patrões e do governo de Costa e suas muletas: PCP e BE.

Hoje, primeiro dia de greve, o Partido manifestou o seu apoio incondicional a esta justa luta, através de uma Nota à Imprensa, que publicamos, em seguida.

Publicamos também as mensagens de solidariedade e apoio enviadas às direcções do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M) e Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2562-sindicato-independente-dos-motoristas-de-mercadorias

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2563-sindicato-nacional-dos-motoristas-de-materias-perigosas 

PCTP/MRPP APOIA INCONDICIONALMENTE A JUSTA GREVE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS E DE MATÉRIAS PERIGOSAS E MANIFESTA A SUA FIRME SOLIDARIEDADE PARA COM ESTES TRABALHADORES EM LUTA.

Tal como já o manifestou junto das direcções do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas /SNMMP) e Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M.), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) desde início que exprimiu o seu total apoio à corajosa e justa luta que estes trabalhadores travam, não apenas contra o mais cavernícola dos patronatos representados pela ANTRAM, como contra as manobras provocatórias, intimidatórias e verdadeiramente fascistas do governo reaccionário do governo de Costa e suas muletas PCP e BE, estes, através da direcção traidora e social-fascista da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FERTRANS), prestimoso braço direito do capanga da ANTRAM e militante do PS Matias de Almeida.

A greve dos motoristas em curso constitui um poderoso exemplo de coragem, combatividade e firmeza para a luta do movimento operário, desde logo por ter arrostado, sempre sem ceder, com uma miserável e nunca vista campanha de chantagem, de ameaças e de intoxicação da opinião pública, por parte de um governo e de um primeiro-ministro que, sentindo-se derrotados, não puderam esconder a sua verdadeira face de inimigos da classe operária e de todos os que trabalham e se recusam a ser explorados e escravos sujeitos a ritmos infernais de trabalho.

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Os fura greves 

Fenómeno recente, com apenas dois anos, são as lutas dos trabalhadores dirigidas e protagonizadas por novas estruturas sindicais, em manifesta ruptura com as centrais sindicais da “concertação social” e da mais miserável pactuação com os interesses do patronato e do estado que o representa. 

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COSTA E A GREVE DOS MOTORISTAS

UM MEDIADOR QUE É PARTE

OU O INCONTIDO ÓDIO AOS TRABALHADORES

António Costa é frequentemente elogiado pela sua habilidade política, como primeiro-ministro de um governo reaccionário, e por saber usar a demagogia com particular mestria.

Ou seja, um perito em levar pela trela e amansar os social-fascistas do PCP de Jerónimo e os social-democratas do BE de Catarina Martins, silenciando a sua farronca oportunista de esquerda, atirando-lhes umas migalhas que não incomodem os capitalistas e imperialistas europeus.

Mas os fascistas por mais que se contenham e se mascarem nunca deixam de ser fascistas.

E Costa e alguns dos seus ministros mais fiéis têm disso dados vários exemplos ao longo do seu consulado, no ódio que têm aos costa e a greve dos motoristastrabalhadores.

Foi assim com a intervenção da polícia de choque contra os estivadores em greve, foi assim com a chantagem da ameaça de demissão contra a luta dos professores, perante a firmeza destes (atraiçoada pelo PCP e BE) e é agora de novo com a greve dos motoristas de mercadorias perigosas.

Depois de o Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) ter chegado a acordo com a ANTRAM, em resultado da última greve realizada no passado mês de Abril, os patrões resolveram provocatoriamente incumprir esse acordo.

Em face disso, o SNMMP e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), decidiram convocar nova greve por tempo indeterminado para o próximo dia 12 de Agosto, cientes de que esse é o instrumento prioritário e eficaz dos trabalhadores para lutarem pelas suas reivindicações.

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PS e PSD querem pôr a mão no pote dos fundos europeus para a regionalização! 

Comissão Independente para a Descentralização, criada em 2018 para avaliar a organização e funções do Estado ao nível regional e intermunicipal, conduzida pelo antigo ministro socialista João Cravinho, entregou na 3ª feira passada, dia 30 de Julho, um relatório em que sugere um novo referendo sobre a Regionalização, sem que o “alcance regional” seja questionado, e aconselhando que o processo seja “sujeito a uma permanente monitorização e avaliação”.

Ora, os portugueses sabem exactamente o que representa “uma permanente monitorização e avaliação” do que quer que seja que os regionilizacaosucessivos governos, sobretudo aqueles onde impera a política de “bloco central” - que junta a fome do PS com a vontade de comer do PSD -, lhes tem proposto.

Tanto assim é que em 1998 deu um rotundo Não ao referendo sobre a regionalização. Foram 67,4% os portugueses que deram uma nega, contra 34,96% que anuiram. Volvidos mais de 20 anos, e crentes de que os portugueses têm a memória curta, PS e PSD, que levaram vários anos a cozinhar um novo acordo para a regionalização, aventuram-se de novo por um caminho que, tudo indica, só servirá para engordar mais uns nababos do PS e do PSD, criar melhores condições para o nepotismo e, sobretudo, mais despesa – e logo mais impostos – para o erário público.

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NÃO À PRIVATIZAÇÃO DOS SIMAR!

CONTRA A GESTÃO CAPITALISTA DO PCP EM LOURES!

 

Ao fim de cerca de cinco anos da formação dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), simarBernardino Soares e os social-fascistas da vereação de Loures abrem caminho à privatização destes Serviços, ao tomarem recentemente várias medidas que encobrem esse objectivo.

Isto para além de, pela primeira vez na história deste município e através de um despacho do administrador e cacique do PCP Paulo Piteira, terem tido a ousadia de quererem obrigar os trabalhadores da recolha do lixo a trabalharem no feriado municipal do passado dia 26 de Julho, medida vergonhosa essa que só não foi aplicada, perante a convocatória de uma greve para esse dia.

A crescente tentativa, por parte dos gestores capitalistas de Bernardino, de liquidação do serviço público actualmente prestado pelos SIMAR tornou-se de tal modo escandalosa que até os próprios correligionários do PCP se viram obrigados a manifestar alguma inquietação (na verdade, não passará disso), para não ficarem desmascarados perante os trabalhadores que dizem defender.

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PSA – Mangualde:

DIZER NÃO À ESCRAVIDÃO!

E PROCLAMAR A EMANCIPAÇÃO DA CLASSE OPERÁRIA! 

Criado há 57 anos, o Centro de Produção de Mangualde, com o progresso industrial obtido à custa da força de trabalho dos seus operários, transformou-se na Grande Fábrica – PSA –, onde perto de um milhar de homens e mulheres produzem um astronómico volume de riqueza que diariamente lhe foge das mãos…, recebendo em troca, apenas, exíguas migalhas para o seu sustento!...

Hoje, a quantidade de riqueza, assim como a concentração da força de trabalho que a produz, são incomparavelmente maiores doescravidao que aquelas que no primeiro ano de produção (1964) permitiram, à então Citroen, pôr no mercado automóvel as 472 unidades do modelo AZL, o conhecido Citroen 2CV, produzidas ao longo desse ano…

A diferença de números é abismal... Só nos primeiros 6 meses deste ano, os actuais cerca de 800 operários e operárias da PSA produziram 38 mil automóveis – mais 15,1% do que no mesmo período do ano passado!

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Prossegue Genocídio Fiscal! 

Dados trazidos a público pela PORDATA, no final desta semana, traçam um retrato da situação demográfica há muito pré-anunciado por nós e deveras preocupante. 

As sucessivas medidas terroristas e fascistas que o governo de traição nacional – o governo de coligação entre a extrema-direita do CDS/PP e da direita do PSD - foram impondo aos trabalhadores e ao povo português, com o cortejo de roubos dos salários, do trabalho, das pensões e reformas, a crescente negação do acesso à saúde e à educação, o aumento de impostos sobre o trabalho e a carestia generalizada de vida, aumentando bens essenciais, desde a água à luz, passando pelos transportes, as rendas de casa, a alimentação e o gás, levou-nos a considerar que os sucessivos Orçamentos de Estado que Coelho e Portas foram lavrando, constituíam um autêntico acto de genocídio fiscal.

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Genocídio fiscal prosseguido pelo governo de Costa/Centeno, com a prestimosa colaboração das muletas do PCP/BE e Verdes que, ao mesmo tempo que celebram as realizações do actual governo, escamoteiam o facto de este estar a ser o governo que maior carga fiscal impôs ao povo – 35,4% em 2018, o valor mais alto desde 1995!!!

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Incêndios – meio facilitador da acumulação capitalista nos campos! 

incendiosHá mais de 40 anos que, ano após ano, quando o país arde, lá vêm os sucessivos governos que à vez, sozinhos ou coligados – e relembramos que, praticamente todos os partidos do “arco parlamentar”, passaram pelos bancos do poder – , e assessorados por um batalhão de “especialistas” de tudo e mais alguma coisa, afirmar, por um lado, que a culpa foi dos incendiários ou da natureza e, por outro, que agora, sim, irão ser tomadas medidas na direcção certa que, segundo todos eles, é a prevenção. 

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18 de Julho de 1975 – Libertação do camarada Arnaldo Matos e dos militantes do MRPP presos pelo COPCON/PCP 

O dia 18 de Julho de 1975 constituiu um marco indelével na história da luta da classe operária e dos comunistas portugueses do MRPP, sob a direcção do camarada Arnaldo Matos, contra a ditadura social-fascista, pela liberdade e democracia e continuação do combate pela revolução comunista.

278Pelas 22H30 do dia 28 de Maio de 1975 o COPCON, recorrendo aos comandos e às chaimites do fascista Jaime Neves e militares de unidades controladas pelo PCP, iniciou a operação Turbilhão, assaltando e saqueando todas as sedes do MRPP da região de Lisboa, e prendeu o camarada Arnaldo Matos e mais de quatro centenas de militantes e simpatizantes do Partido.

O objectivo desta operação terrorista havia sido previamente apontado pelo PCP na assembleia do MFA que a aprovou, em particular pelo seu maior cacique o social-fascista coronel Varela Gomes – eliminar fisicamente o camarada Arnaldo Matos, fundador e secretário-geral do MRPP e destruir e aniquilar o Partido.

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Lambe botas Marcelo de gatas em Paris

UM PRESIDENTE, UM GOVERNO E UM PARLAMENTO DE LACAIOS E ANTIPATRIOTAS

Marcelo Rebelo de Sousa, no caso em postura igual à do governo de Costa e das suas muletas PCP e BE, fez questão de se pôr mais uma vez a lambebotas1quatro patas perante o imperialismo francês e europeu, aceitando estar presente, a convite do cretino Macron, no desfile militar do 14 de Julho, data que comemora a Tomada da Bastilha e a vitória da revolução burguesa de 1789 em França.

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As comemorações do 14 de Julho tiveram lugar sob o signo da guerra

A França celebrou, no passado dia 14 de Julho, a queda da Bastilha. No palanque presidencial, a ladear Macron, estiveram Angela Merkel, o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa e vários altos representantes da União Europeia.

14deJulhoEste ano, a grande festa nacional da burguesia francesa foi assinalada na capital, Paris, com um grande desfile militar. Macron aproveitou a oportunidade para fazer desfilar mais de uma centena de militares espanhóis, conjuntamente com destacamentos militares de outros países que fazem parte de um projecto de cooperação militar europeu por si impulsionado. 

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Depois Dos Incêndios As Minas A Céu Aberto!...

Que País É Este?

São passados dois anos sobre os primeiros incêndios do trágico ano de 2017; com mais de uma centena de mortos, milhares de hectares de área ardida e centenas de casas destruídas! E, para o mesmo governo de incompetentes e assassinos, sem um pingo de vergonha nas fuças, hoje tudo está muito melhor…1r

Com efeito!...

As panças e as contas bancárias dos administradores dos Fundos de socorro às vítimas dos incêndios, desviados do destino, estão mais anafadas;

Os negócios, entre o Estado defensor e bom administrador dos interesses da classe dominante, tendo decorrido até agora sem sobressaltos, graças à prestimosa colaboração dos partidos oportunistas PCP, BE, Verdes, muletas do actual governo, vão de vento-em-popa;

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TUÍTES SOBRE OS INCÊNDIOS

DE PEDRÓGÃO GRANDE 


16/06/2017

1lMais 27 mortos! Assassinos! Assassinos! Governo de assassinos! António Costa dirige um governo de assassinos!

Mais 27 mortos! O País não pode suportar mais este governo de incompetentes e assassinos, que não cuida da vida dos portugueses.

O governo de António Costa é responsável pela morte de 92 portugueses em quatro meses de incêndios, desde o incêndio de Pedrógão.

O presidente da República deve demitir imediatamente o governo de Costa, um governo de autênticos assassinos por negligência grosseira.

O governo de António Costa não consegue preservar a vida das populações portuguesas a seu cargo.2l

Fora com o governo de António Costa! Costa é o ministro responsável pelo ineficaz sistema contra incêndios florestais em vigor.

Rua com o governo de António Costa! Como primeiro-ministro, Costa não dotou o País dos meios necessários para combater incêndios florestais.

3lMarcelo juntou-se aos assassinos do povo português: entrou em directo na SIC, não para demitir o governo, mas para pregar moral.

Entretanto em directo na SIC Marcelo veio dizer-nos que “ há o dever moral e cívico de fazer uma análise sobre o que se está a passar”.

Então porque não faz essa análise e não demite imediatamente o governo. Não há ninguém que pare esta tragédia? Quantos terão de morrer mais?

Subiu para 35 o número de mortos: É preciso parar imediatamente com esta tragédia. É preciso mudar de Governo!

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O LÍTIO

E A GULA INSACIÁVEL

DOS PREDADORES DO PLANETA 

Numa civilização imparável, onde o consumismo se fez sinónimo de bem-estar, e as novas descobertas se impõem a um ritmo verdadeiramente alucinante…, eis como a busca incessante de soluções energéticas capazes de alimentar novas indústrias emergentes, colocam o nosso país no centro do furacão lítio…

O assunto não é novo, mas como sempre, os nossos governantes, como bons administradores dos negócios comuns de 1toda a classe dominante que são, preferem ocultar do povo todas as negociatas entre si…, mesmo que isso ponha em risco a vida de populações inteiras, possa destruir o meio-ambiente em largas extensões de território e contribua para a degradação da vida no nosso Planeta! 

Desde que o uso da máquina, com a força de trabalho dos homens, tornou possível arrancar das entranhas da terra toda a matéria útil ao homem para fazer evoluir as suas sociedades, diversas têm sido as matérias fósseis extraídas das profundezas do Planeta que, assim esvaziado, fica sujeito às mais diversas alterações… e vai definhando, pouco a pouco, pondo em risco a própria vida na Terra! 

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RI 14 Viseu – na Frente...

Dos Balcãs ao Afeganistão

As Forças Armadas de um Estado Lacaio do Imperialismo! 

Na sua Edição de 17 de Maio, num texto da jornalista Irene Ferreira, o Jornal do Centro dá conta do empenhamento do Regimento de Infantaria 14 de Viseu, no envio de mais uma força de militares portugueses para o Afeganistão onde, desde 2001, após a invasão liderada pelos Estados Unidos da América, a ocupação militar ocidental tem semeado aforcas armadas morte - a bem, claro está, do saque e do domínio estratégico disputados internacionalmente pelas superpotências imperialistas, naquela zona do globo.

Num total de 154 operacionais, do Regimento de Infantaria de Viseu, no passado mês de Maio, partiram 53 militares, juntamente com 66 oriundos do Regimento de Cavalaria nº 6 de Braga, mais 33 do Regimento de Infantaria nº 13 de Vila Real e 2 militares de outras unidades.

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Operação Teia – as consequências do nepotismo em política!

A definição de nepotismo, segundo todos os dicionários consultados, é a de que se trata de favoritismo excessivo dado a parentes ou amigos por pessoa bem colocada, ou seja, de afilhadismo, amiguismo ou favoritismo. 

Existem dicionários que vão mais longe na caracterização do comportamento, referindo que, do ponto de vista histórico, o nepotismo era um procedimento levado a cabo por alguns Papas, consistente na atribuição de posições de relevo na hierarquia eclesiástica a elementos da própria família. 

Em Portugal, o conhecido Papa António Costa é bem o exemplo do que é uma rede nepótica. Famílias inteiras integram cargos de ministros, secretários de estado, direcções-gerais, cargos públicos de topo e intermédio. Fazem-no às claras e como se não houvesse amanhã. 

nepotismoDo latim nepõte, que significa sobrinho, palavra à qual se acrescentou ismo,o que deu forma à nova palavra, nepot-ismo, é bem o sinónimo de compadrio, favoritismo, preferência, jogos de influência, a que o PS, sempre que se alcandora no poder – com ou sem maioria – recorre e ganha, de largo, a todos os outros que com ele competem por esse poder. 

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Costa e Centeno, os guardiões de uma banca falida! 

Um relatório extraordinário do Banco de Portugal – não por acaso a surgir a público agora, que se encerraram as urnas das eleições para o Parlamento Europeu e se limpam as urnas para as próximas eleições legislativas -, refere que foram injectados na banca, nos últimos 12 anos, a exorbitante quantia de 23,8 mil milhões de euros de fundos públicos, estando por recuperar cerca de 80%. 

Sempre denunciámos que, mercê de uma política de casino, assente numa criminosa especulação financeira, em contexto de moeda única e do espartilho das “regras orçamentais” ditadas por Bruxelas, a banca – privada e pública – em Portugal, está falida. Como sempre afirmámos a nossa frontal oposição a que, com dinheiros públicos, se salvasse uma banca que, enquanto o eldorado especulativo durou, se entretinha a distribuir, generosamente, dividendos entre os seus accionistas abutres. 

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Quinta do Mocho

O Direito à Habitação dos Socialfascistas 

Enquanto os socialfascistas Bernardino, Jerónimo, e o cabeça de lista às eleições europeias 2019, João Ferreira, andavam em Moscavide, a quintadomochoescassos 3000 metros do Bairro encalacrado entre os luxuosos Terraços da Ponte (antiga Quinta do Mocho), e a nova Quinta do Mocho autêntico gueto criado pelos socialfascistas do P"C"P, onde, ontem, dia 19 de Maio, deflagrou, ao fim da tarde, um tenebroso incêndio, deixando os nossos mais pobres sem tecto, ainda que rudimentar. Pelo menos 60 pessoas ficaram sem casa, para além de perderem os animais que guardavam em algumas barracas. Foi toda uma vida, ainda que pobre, que ficou reduzida a cinzas.

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O que se esconde por detrás da “revolução” anunciada para os “passes sociais”? 

Actualizado

Foi com grande pompa e circunstância que o governo de António Costa e 1suas muletas do PCP/BE/Verdes anunciou a “grande revolução nos transportes” urbanos, suburbanos e intermunicipais, que constitui a medida que decidiram implementar a partir do próximo dia 1 de Abril de 2019.

Alega o governo que este “novo” passe social visa, por um lado, “aliviar” a carga financeira que os transportes representam para os “agregados familiares” e, por outro, promover o “descongestionamento” do tráfego automóvel que se regista nos maiores centros urbanos, na perspectiva do Tratado que Portugal subscreveu sobre a redução de taxas de carbono (CO2).

Eleito como o dia das mentiras, não foi certamente aleatória a escolha do primeiro dia de Abril para o início da entrada em vigor das novas tarifas. A mentira foi sempre de perna curta e, no caso vertente, não será diferente.

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Falido: Novo Banco, antes de o ser...já era!

Um dos temas chave do debate quinzenal que ocorreu esta 5ª feira, dia 7 de Março, na Assembleia da República, prendeu-se com a decisão do governo Costa/Centeno em levar a cabo uma nova injecção de capital – 1,2 mil milhões de euros – no Novo Banco, a segunda no espaço de 2 anos.

Argumentaram Costa e Centeno que a primeira injecção – de 3,9 mil milhões de euros - foi efectuada 1ao abrigo do Fundo de Resolução , instituto previsto no Tratado da União Bancária, sendo que a segunda foi um empréstimo do estado, a juros praticados normalmente pelo mercado. Convém , aliás, relembrar que este Fundo de Resolução e este Tratado da União Bancária foram propostos pela deputada europeia, designada pelo PS, Elisa Ferreira – hoje vice-presidente do Banco de Portugal –, no Parlamento Europeu, precisamente no último dia do mandato da anterior legislatura europeia – para que não pudesse ser discutido ampla e democraticamente pelo povo português -, corria o ano de 2014.

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