Opinião

Necessidade e Urgência de Donativos

Necessidade e Urgência de Donativos

Camaradas,

A Região Autónoma dos Açores é um arquipélago com nove ilhas habitadas. O I Congresso Regional dos Açores realizar-se-á no dia 1º de Maio de 2017 na cidade de Ponta Delgada, capital política e administrativa da Região.

Teremos de deslocar congressistas de oito ilhas para Ponta Delgada, alojá-los aí durante dois dias e dar-lhes de comer.

Queremos fazer um cartaz alusivo ao 1º Congresso Regional e difundi-lo pelas nove ilhas dos Açores, que se compõem de 19 municípios e grupam 155 freguesias.

Estamos a pagar dívidas que os liquidacionistas nos deixaram para pagar.

Venho pedir a todos os camaradas, militantes, simpatizantes e amigos do Partido que nos ajudem com donativos para o 1º Congresso Regional dos Açores, conforme puderem.

Obrigado!

Caixa Geral de Depósitos

Conta: PT50 0035 0202 00037026630 54

24Mar17

Arnaldo Matos


 

 

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A Indústria Açoriana das Conservas de Peixe

A Indústria Açoriana das Conservas de Peixe

Há na Região Autónoma dos Açores cinco grandes fábricas de conservas de peixe:

  • Duas da Cofaco, Comercial e Fabril de Conservas, S. A., com uma fábrica em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, e outra fábrica na Madalena, na ilha do Pico;
  • Uma da Sociedade Correctora de Conservas de Peixe, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel;
  • Uma da Pescatum, no Cabo da Praia, Praia da Vitória, na ilha Terceira;
  • E uma das Conservas de Atum Santa Catarina, na Calheta, na ilha de São Jorge.

A Cofaco teve também uma terceira unidade fabril de conservas de peixe no Sítio do Pasteleiro, na cidade da Horta, na ilha do Faial, unidade que encerrou em 2010, transferindo-se então contra a sua vontade os cerca de quarenta operários da empresa para a fábrica da Cofaco na vizinha ilha do Pico.

Nas épocas de máxima produção, as cinco unidades açorianas agrupam, no seu conjunto, para cima de mil operários, mais de 90% dos quais são operárias.

O núcleo forte do proletariado açoriano está nessas cinco fábricas, e esse proletariado é um proletariado de mulheres.

Uma dessas fábricas é de capitais públicos regionais, precisamente a Sociedade de Conservas de Atum Santa Catarina.

Em 1938, havia 152 fábricas de conservas de peixe em todo o país, e hoje só há vinte fábricas. O assalto do eixo Madrid-Paris-Berlim à nossa zona económica exclusiva e a usurpação dos quatro milhões de quilómetros quadrados das áreas do nosso mar e da plataforma continental liquidaram a nossa indústria das conservas de peixe. As 126 traineiras de que o país dispunha para a pesca da sardinha, em 1965, estão hoje reduzidas a 28 traineiras, com quotas que só lhes permite pescar menos de seis meses por ano…

A adesão de Portugal à Comunidade e, depois, à União Europeia saldou-se pela liquidação da nossa independência económica marítima.

Ora, Portugal deve sair da União Europeia e readquirir a independência da sua zona económica exclusiva. Conseguindo esse objectivo político, o nosso País, mas em especial a Região Autónoma dos Açores, podem quadruplicar a produção de conservas de peixe, especialmente de atum patudo e de gaiado, recuperando as quotas perdidas para as frotas espanhola, francesa e germânica.

 

A industrialização dos Açores, designadamente na fileira dos produtos marinhos, é uma exigência extremamente urgente para o desenvolvimento económico e social da Região.

O assalto da União Europeia às reservas piscícolas, marinhas e marítimas das nossas águas é um roubo e constitui um acto de rapina nunca visto. Em 1964, Portugal produziu 83 633 toneladas de conservas de peixe e exportou, em 1965, 82 465 toneladas. Hoje não produzimos nem exportamos um décimo daquelas quantidades.

O governo central e o governo regional devem expulsar as frotas estrangeiras das nossas águas, indo ao ponto de rasgar todos os acordos que tiverem sido assinados com a União Europeia. Um país pobre e periférico não pode aceitar ser objecto da rapina dos imperialistas europeus; devemos, ao contrário, seguir o exemplo da Islândia, que posta perante o assalto dos alemães, franceses e espanhóis, rejeitou toda e qualquer hipótese de adesão à União Europeia.

O governo regional dos Açores deve aumentar o número de fábricas de conserva de peixe no arquipélago, nomeadamente restaurando a fábrica da Cofaco na ilha do Faial.

E as operárias e operários conserveiros devem criar imediatamente a Associação Açoriana das Operária e Operários Conserveiros, unindo todos os trabalhadores e trabalhadoras dessas fábricas de conserva das ilhas dos Açores numa única e poderosa organização.

E o PCTP/MRPP exige que o governo regional dos Açores lhes reconheça e aceite, desde já na fábrica de Santa Catarina, que é uma fábrica de capitais públicos regionais:

  • • O salário mínimo regional de 600 euros mensais;
  • A semana das 35 horas;
  • O pagamento das horas de trabalho extraordinário;
  • O descanso semanal ao sábado e ao domingo
  • O pagamento do salário integral no período em que não tiverem trabalho por falta de matéria-prima.

24Mar17

Arnaldo Matos

 

 

 

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O I Congresso Regional do Partido nos Açores

O I Congresso Regional do Partido nos Açores

E a Campanha de Fundos

Está definitivamente marcada para o próximo dia 1º de Maio de 2017, uma segunda-feira, na cidade de Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, a realização do I Congresso Regional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), no arquipélago dos Açores.

As actividades do Congresso iniciar-se-ão às 09H00, com a seguinte

 

Ordem de Trabalhos

  1.   Das 08H00 às 09H00: verificação de poderes dos Congressistas.
  2.   Abertura do Congresso, com a leitura do relatório da camarada Margarida, membro do Comité Central do Partido e responsável pela Brigada que organizou o Partido nos Açores, no último ano.
  3.  Discussão e Aprovação do Manifesto: os Comunistas e a Região Autónoma dos Açores
  4.  Eleição dos órgãos da direcção regional do Partido:

- O Comité Regional dos Açores,

- O Secretariado Regional,

- O Secretário Regional,

- A mesa do Congresso,

- O Comité Regional Jurisdicional do Partido.


5. Encerramento do Congresso pelo camarada Arnaldo Matos.

Os congressistas serão eleitos nos comités das nove ilhas açorianas.

O comité central do Partido elaborará uma lista de convidados do Partido em todo o País, os quais poderão usar da palavra, mediante inscrição na mesa do Congresso, mas sem direito a voto.

Como é do conhecimento geral, a Região Autónoma dos Açores compõe-se de nove ilhas habitadas, e cada uma das ilhas elegerá em proporção congressistas ao Congresso.

O Congresso terminará com um jantar-comício de convívio, ode usará da palavra a camarada Margarida, os camaradas do secretariado regional e o camarada Arnaldo Matos.

As deslocações dos congressistas e convidados para Ponta Delgada e o regresso às suas ilhas e locais de origem, bem como a estada durante dois dias na capital político-adminsitrativa em São Miguel, acarretarão despesas vultuosas, como bem se calculará.

Será amanhã aberta na Caixa Geral de Depósitos uma conta de fundos para pagamento das despesas com a realização do Congresso, para provisão da qual apelo a todos os camaradas, militantes, simpatizantes e amigos do Partido.

Colaborem conforme puderem!

20.03.17

Arnaldo Matos

 

 

 

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Pescadores das Ilhas do Pico, São Jorge e Santa Maria

Pescadores das Ilhas do Pico, São Jorge e Santa Maria

Arnaldo Matos

No ano passado, os pescadores da Ilha do Pico aumentaram em 40% as exportações das quantidades de peixe capturado pelas suas embarcações nos mares do grupo central do arquipélago açoriano.

Conjuntamente com São Jorge e Santa Maria, a ilha do Pico registou um crescimento muito positivo na exportação de pescado em 2016, com São Jorge a exportar 33 304 kgs, mais 100,4% do que em 2015.

A pequena ilha de Santa Maria também fez crescer significativamente a massa das suas capturas, elevando-as para 48 435 kgs, em comparação com os 31 579 kgs pescados no ano anterior.

Nas restantes seis ilhas do arquipélago, verificaram-se quebras significativas nas capturas do ano transacto, pois as exportações na Região diminuíram 21,5% em relação ao ano de 2015, descendo de dois milhões de quilogramas para 545 mil.

As quebras da exportação registaram-se em todas as espécies capturadas, mas atingiram sobretudo as fileiras do atum e do goraz, com especial restrição nas capturas do atum patudo, objecto de assalto descontrolado das frotas pesqueiras francesa e espanhola, sem nenhuma espécie de vigilância da força aérea e a marinha portuguesas.

Laborando especialmente as espécies bonito (gaiado) e patudo, a indústria conserveira açoriana, que importa frequentemente as suas próprias matérias-primas, não reflecte a quebra da tonelagem do pescado, pois exportou em 2016 cerca de oito milhões e duzentos mil quilogramas de peixe em conserva, no valor de 48,1 milhões de euros (em 2016: 2 milhões e duzentos mil quilogramas por 48,9 milhões de euros).

Mais de metade das conservas de peixe açorianas (4,1 mil toneladas, por 19,1 milhões de euros) destinou-se ao mercado nacional, exportando as cinco fábricas conserveiras existentes na Região para a União Europeia duas mil toneladas, por 10,6 milhões de euros.

Este ano foram substancialmente reduzidas as cotas de captura de alguns espécies, nomeadamente o patudo e o goraz, sem que o governo central e o governo regional se tivessem erguido contra a rapina das espécies da nossa zona económica exclusiva pelas frotas estrangeiras.

Além disso, apesar de ter diminuído em 21,5% a tonelagem do peixe capturado, os pescadores receberam rendimentos muito inferiores aos do ano passado, o que mais uma vez comprova o roubo a que a Lotaçor se compraz relativamente ao trabalho dos pescadores, pois a redução da tonelagem capturada não determinou o aumento do preço médio de arremate na lota ou de venda ao público.

Os pescadores dos Açores devem dissolver a Lotaçor e regressar ao sistema de lota tradicional. E devem exigir o contrato de trabalho a bordo e a Escola de Pesca, para desenvolvimento das suas já muito notáveis capacidades piscatórias.

13.03.2017

 

 

 

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Provocação

Provocação


A notícia da morte do camarada Arnaldo Matos, forjada pela seita dos bandalhos liquidacionistas de Garcia Pereira, é uma reles provocação que vem revelar ao extremo o ódio vesgo à pessoa do camarada fundador do Partido e à linha marxista proletária que ele tem encabeçado e defendido firmemente contra toda a casta de oportunistas dentro e fora do Partido.

Aquele propósito com esta atoarda ficou de tal modo patente e mostrou-se de tal forma irreprimível por parte daquela escumalha que escolheram, como data da morte inventada, precisamente o dia em que o Partido e as massas se davam conta da mais evidente e melhor prova de vida do camarada Arnaldo Matos, com a sua pujante intervenção no Luta Popular Online, redigindo e publicando aqui vários artigos, onde transmitia preciosos e justos ensinamentos e orientações para o trabalho do Partido e para a luta dos operários e do povo.

Que se cuidem os liquidacionistas e seus cúmplices com as suas provocações: a classe operária e os trabalhadores saberão dar-lhes a devida resposta!

Pico, 11/03/17

A brigada do Comité Central nos Açores

Margarida

 

 

 

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O Primeiro Congresso Regional dos Açores

O Primeiro Congresso Regional dos Açores

Camarada,

A Brigada leu e discutiu com toda a atenção o teu texto sobre a importância do Primeiro Congresso Regional do Partido nos Açores e  considerou-o um valioso contributo para as tarefas de organização do Partido em que estamos empenhados, constituindo em particular mais um instrumento de mobilização no trabalho de recrutamento e formação dos Comités de Ilha do Partido.

Na verdade, a luta pela reorganização do Partido nos Açores centra-se neste momento em torno da preparação e realização correcta e vitoriosa do Congresso do próximo 1º de Maio e estamos convictos de que essa ideia saiu reforçada da discussão havida, ontem, dia 8 de Março, no seio da brigada, tendo em vista as tarefas por cumprir.

Os membros da brigada esperam  ser merecedores da confiança que neles depositas, não ignorando ser necessário redobrarmos o nosso empenho e vigilância na aplicação de uma justa linha para vencer esta dura mas importante batalha.

Viva o Primeiro Congresso do Partido nos Açores!

09.03.2017

Brigada do Comité Central do Partido

Margarida

 

 

 

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Sinaga - Somos Contra a Privatização e Explicamos Porquê!

Sinaga
Somos Contra a Privatização e Explicamos Porquê!

Sob a chantagem do encerramento da fábrica, com o consequente despedimento dos trabalhadores e a venda dos terrenos aos privados, tudo isto com a colaboração dos dirigentes sindicais social-fascistas do PCP, o governo regional de Vasco Cordeiro procura constranger a opinião pública e os trabalhadores da fábrica a aceitarem a privatização da empresa e dos seus terrenos aos capitalistas como um mal menor.

Ou aceitam a privatização ou fechamos a fábrica?

Ora, entre aceitar a privatização ou encerrar a fábrica não há nenhuma diferença substancial. Com efeito, a privatização da empresa ou o desmantelamento da fábrica e venda dos terrenos para a especulação imobiliária conduzem à mesma situação final: o fim da empresa e a especulação dos terrenos.

O raciocínio dos dirigentes social-fascistas dos sindicatos está totalmente errado, quando partem do princípio de que, se o governo suportar os prejuízos actuais da fábrica e a oferecer de mão-beijada aos capitalistas, que a fábrica e os postos de trabalho se salvarão. Para tal seria necessário que o governo continuasse a pagar, todos os anos, todos os prejuízos futuros da fábrica de produção de açúcar de beterraba.

O que é preciso saber é quais são as razões por que uma fábrica nacionalizada (no caso, regionalizada) acumulou prejuízos gigantescos sob a gestão da canalha social-democrata e socialista do governo de Vasco Cordeiro.

A nacionalização (regionalização) da fábrica deve permanecer; deve ser expulsa a administração dos rapazes socialistas e social-democratas sob direcção de Rui Maciel, Paulo Neves e outros, e toda a gestão da empresa deve ser sujeita ao controlo operário de uma Comissão de Trabalhadores, eleita especialmente para esse efeito.

Com certeza que a Sinaga, administrada por operários, não dará nunca os prejuízos que acumulou sob a direcção crapulosa de boys como os do PS e do PSD.

Os social-fascistas que estão à frente dos sindicatos açorianos deviam ter a inteligência suficiente para compreender que se o governo de Vasco Cordeiro pagar os prejuízos das gestões socialistas e social-democratas da Sinaga, então não haverá razão nenhuma para não pagar os prejuízos que poderiam advir de uma administração operária, sendo certa a fatia que a administração dos operários tomaria aos ordenados fabulosos dos gestores do PS e do PSD, encaminhado a fábrica para uma produção lucrativa e não acumulativa de prejuízos.

Ao Povo Trabalhador dos Açores não interessa o encerramento da fábrica nem interessa a entrega da Sinaga a privados, tal como aos operários e demais trabalhadores e trabalhadoras da fábrica não convêm o encerramento ou a privatização da unidade industrial. O que aos operários e trabalhadores da fábrica e ao Povo dos Açores interessa é impedir que o governo regional concretize a grande burla: 80 a 85% de financiamento a fundo perdido para um privado ficar com os activos da região.

O apoio do dirigente sindical do PCP/CGTP, Victor Silva, à política do governo e o desespero com que se bate por arrastar consigo os operários a aceitar a criminosa pretensão de Vasco Cordeiro é uma traição aos trabalhadores da Sinaga e ao Povo Trabalhador açoriano.

O que o presidente, o vice-presidente e o secretário regional e os demais membros do governo se propõem efectuar é um outro autêntico roubo a quem aqui trabalha e produz!

Para a Região Autónoma dos Açores ser efectivamente autónoma, a continuidade da laboração da Sinaga e o apoio à produção de beterraba sacarina por forma a abater a importação de açúcar e contribuir para o equilíbrio da balança comercial da Região são fundamentais. Na fábrica nacionalizada, a administração nunca poderá auferir vencimentos superiores aos do salário médio dos operários e devem ser eliminadas todas as regalias especiais. E há também que projectar desde já a nova fábrica, a ser construída com a maior brevidade.

20.01.17

O Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel

 

 

 

 

 

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Viva o Comité Regional dos Açores! Um Passo em Frente na Reorganização do Partido

Viva o Comité Regional dos Açores!

Um Passo em Frente na Reorganização do Partido

A constituição do Comité Regional Provisório dos Açores, hoje, dia 4 de Novembro de 2016, na Biblioteca Municipal da cidade de Ponta Delgada, na Ilha de S.Miguel, marca um momento histórico na vida do Partido, que, assim, se reergue no arquipélago, após 24 anos de abandono motivado pela política liquidacionista levada a cabo pela direcção Conceição Franco/ Garcia Pereira, que, fugindo à discussão ideológica, e vendo-se desmascarada e escorraçada do Partido, apresenta a sua verdadeira face, tomando como sua única missão reaccionária a destruição do Partido, recorrendo, para isso às formas mais abjectas, mais primárias, despojadas de qualquer ideologia política e centrando-se em desesperados ataques pessoais ao fundador do Partido, Camarada Arnaldo Matos, na vã tentativa de impedir a classe operária de se organizar.

Mas, todas as suas tentativas para impedir a organização do Partido nos Açores não tiveram eco, nem nos açorianos, nem em qualquer elemento do povo português : nunca é demais referir que a reorganização do Partido nos Açores, iniciado com a formação das listas, foi objecto de um grande apoio, quer por parte do povo açoriano, nomeadamente daqueles que aceitaram fazer parte das mesmas, apoiando o programa político eleitoral, quer pelo êxito da campanha de fundos lançada para suportar este trabalho político, o qual não teria sido possível sem tais contribuições.

Constituído o Comité Regional dos Açores, este elegeu o camarada Pedro Pacheco como secretário e aprovou o Plano Urgente de Trabalho Político-partidário nos Açores.

Nas suas intervenções, os membros do Comité Regional dos Açores salientaram a grandiosidade e exigência da tarefa que aceitaram com entusiasmo, manifestando também   a sua confiança no êxito da mesma, que desde o início tem tido uma direcção verdadeiramente comunista, que nos dotou de correctos e justos instrumentos de trabalho imprescindíveis à concretização das nossas tarefas.

No final, o camarada Pedro Pacheco fez a seguinte intervenção.

Camaradas

Um partido é uma forma superior de organização de uma classe defender os seus interesses no seio duma sociedade onde outros interesses coexistem em aliança ou em oposição.

A organização do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses nos Açores resulta da luta da classe operária, da luta dos trabalhadores e trabalhadoras açorianas e açorianos empenhados em defender as suas premências, valores e expectativas.

A constituição do Comité Regional dos Açores ocorre no âmbito de uma intensa luta política entre a burguesia e o proletariado dentro do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, sendo a sua efectivação uma vitória dos comunistas sobre os liquidacionistas indiciados e derrotados pela luta dos Trabalhadores, desmascarados por sua própria relapsa conduta contra o Partido e contra o Povo e finalmente expulsos como tal do PCTP/MRPP.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos uma sociedade sem classes, sem exploração e opressão do homem pelo homem.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos um salário ou reforma para viver e não um salário para enriquecer quem não paga as horas todas de trabalho e impõe reformas para morrer.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos as 35 horas de trabalho semanal para todos os trabalhadores e não só para os da função pública, 7 horas por dia, 2 dias de descanso por semana, 25 dias de férias pagas por ano, contrato individual ou colectivo de trabalho - que não falta para todos não fora alguns poucos excluírem tantos.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos iguais direitos para os operários do mar e para os operários em terra, sem discriminação de género e de crença.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos plena jurisdição sobre o território terrestre dos Açores e a sua abrangente zona económica exclusiva das duzentas milhas de mar.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos autonomia política, administrativa, financeira, fiscal, económica, orçamental, policial e judiciária.

Nós, trabalhadoras e trabalhadores açorianas e açorianos, queremos tudo de todos quantos façam, saibam, queiram, organizem e fruam, na expectativa de que não há limite para os limiares sempre novos da luta de classes, enquanto houver classes, da investigação científica e da luta pela produção.


Viva a Luta Política Operária!

Viva o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses!

Margarida

 

 

 

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Distribuição do Livro pelos Doadores

Distribuição do Livro pelos Doadores

 Temo-nos esforçado por remeter a todos os doadores de fundos para a campanha eleitoral dos Açores o livrinho com o programa político eleitoral do Partido para a Região., como lembrança e gratidão pelo donativo efectuado.

Apesar dos nossos esforços, há ainda uns quantos doadores a quem não pudemos enviar o pequeno livro, ou porque são anónimos ou de nome desconhecido ou por desconhecimento do respectivo endereço postal.

Pedimos aos doadores a quem o livrinho ainda não chegou e estiverem interessados no recebimento da lembrança que remetam para o Luta Popular Online o seu endereço postal, com indicação do montante do donativo e indicação do nome ou pseudónimo sob o qual o fizeram.

28.10.2016

Arnaldo Matos


 

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Continuemos!

Continuemos!

Bom dia estimado camarada Arnaldo Matos.

Bem sei que os resultados não foram os mais desejados, mas para os ditos vencedores foi uma autêntica derrota. A abstenção nos níveis que atingiu revela um sedentarismo mental resultante das políticas aplicadas até hoje pelos suspeitos do costume. Esta conformidade é reveladora de uma passividade e de um desinteresse enorme.

Temos de ser mais proactivos e próximos na luta e educação dos princípios. Começando pela raiz da sociedade, os jovens. É a minha humilde opinião.

Para mim, apesar da tristeza sentida ontem, estamos no bom caminho. E isso vale muito.

Um abraço para si, com muita admiração.

17.10.2016

João Morais


 

 

 

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A Propósito da Campanha dos Açores

A Propósito da Campanha dos Açores

Bom dia estimado camarada Arnaldo Matos.

Só hoje pude fazer o meu contributo para a campanha. Espero que ainda vá a tempo.

Se for possível receber em breve, o livrinho com o programa político eleitoral, ficarei muito agradecido.

As minhas felicitações vão para todos os camaradas, simpatizantes e intervenientes nestas eleições. Especialmente para si. Foi um trabalho excelente que fui acompanhando atentamente, quer na RTP Açores, quer no Luta Popular. A vitória já está alcançada, e estou convicto e esperançado que os resultados além de serem positivos, sejam os desejados.

Muita força e amizade.

Um abraço!

13.10.2016

João Morais


 

 

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Ao Povo dos Açores!

Ao Povo dos Açores!

Venho pedir-vos que o vosso voto no próximo domingo, dia 16 de Outubro, para a Assembleia Legislativa Regional dos Açores seja dado ao Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses – PCTP/MRPP, isto é, ao meu Partido.

Desta vez, apresentámos o nosso Programa Político Eleitoral num pequeno livro de oitenta páginas, onde defendemos os interesses essenciais das açorianas e dos açorianos. O vosso voto no PCTP/MRPP nunca será perdido.

Para os operários e trabalhadores assalariados do arquipélago, exigimos a atribuição do salário mínimo regional, no valor de 600 euros por mês, a partir já do próximo dia 1 de Janeiro de 2017, e reivindicamos, para todos os trabalhadores dos sectores público e privado, a semana das 35 horas, sete horas por dia e cinco dias por semana, com descanso semanal ao sábado e ao domingo, e 25 dias úteis de férias por ano, na base de um contrato individual ou colectivo de trabalho sem prazo.

Pretendemos que as mulheres gozem do mesmo salário e usufruam dos mesmos direitos do homem, em condições de trabalho igual.

Vamos lutar de dentes e punhos cerrados para que os pescadores açorianos tenham, pela primeira vez na vida, um contrato individual ou colectivo de trabalho, gozem de descanso semanal ao sábado e ao domingo, tenham 25 dias úteis de férias por ano e ganhem o salário mínimo regional de 600 euros mensais, a pagar pelo orçamento da região e pela União Europeia, sempre que, por imposição das quotas de pesca, tenham de deixar de trabalhar. E vamos lutar para construir em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, uma Escola de Pesca para os Açores, e exigir que a Lotaçor pague aos pescadores o peixe no próprio dia em que ele vai à Lota.

Na Assembleia Legislativa Regional, vamos exigir contrato de trabalho individual ou colectivo para todos os trabalhadores rurais, uma jornada de trabalho de 35 horas por semana, como para todos os outros trabalhadores, e salários nunca inferiores ao salário mínimo regional.

Com os produtores agrícolas e agro-pecuários, lutaremos pela manutenção dos subsídios e pela conquista de novos mercados estrangeiros para onde possam escoar os seus produtos, nomeadamente os lacticínios.

Temos um programa para a defesa dos interesses do povo de cada uma das ilhas, com a criação de um Conselho Político de Ilha, para evitar o seu despovoamento e o seu atraso económico.

Vamos fazer aprovar as nossas propostas para um novo rumo para a Autonomia, extinguindo o cargo e funções do representante da República na Região Autónoma dos Açores e criando uma Guarda Autonómica, constituída por 250 homens e mulheres, sem armas de fogo, mas com armas de defesa pessoal, para substituir a PSP e a GNR. Se Lisboa tem uma polícia municipal, porque é que os Açores não haverão de ter uma Guarda Autonómica?

Achamos que a Região deve possuir um Tribunal de Relação e que todos os magistrados e funcionários dos tribunais dos Açores devem ser naturais ou residir no arquipélago.

Em cada ilha dos Açores deve haver um pequeno hospital e uma maternidade, pois só nasce gente nas ilhas de São Miguel e da Terceira.

Nós temos planos para desenvolver as ilhas até agora criminosamente abandonadas pelos governos regionais do PSD e do PS (Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial…).

Uma das nossas ideias, também merecedora do vosso voto no PCTP/MRPP, é que pretendemos criar nos Açores, com sede na ilha Terceira, uma Universidade de categoria internacional, capaz de receber alunos e admitir professores, por concurso público, de qualquer país do mundo, Universidade essa que dever ter um Pólo Universitário – ou uma Faculdade, se se preferir – em cada uma das ilhas dos Açores.

E como o sector mais ferido pelo desemprego é o da juventude, damos especial atenção aos meios para controlar essa espécie de desemprego calamitoso, que está a arrastar os nossos jovens para a emigração e a despovoar sete das nove ilhas açorianas.

Deixámos para o fim, mas é o que trazemos mais perto do coração: o auxílio às açorianas e aos açorianos mais idosos, para que recebam um apoio complementar, que, por três ou quatro fases, eleve as suas reformas ou pensões para o nível do salário mínimo regional de 600 euros.

Caras açorianas e caros açorianos: precisamos de vós e do vosso voto, e temos a certeza que vós também precisais do PCTP/MRPP.

Vota Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses – PCTP/MRPP!

12.10.2016

Arnaldo Matos

 

 

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Subcategorias

Terrorismo de Estado e
sobreexploração dos operários da construção

Os operários da construção cívil representam um dos sectores do proletariado mais explorado e sujeito ao terrorismo por parte do grande capital. A classe não se esqueceu, certamente, do ataque que o governo de coligação de direita com a extrema direita de Passos Coelho e Paulo Portas – tutelado pelo parlemóide de Boliqueime, o ex-presidente da república Cavaco Silva – desferiu contra ela, sobretudo durante os anos de 2011 a 2015.

Uma época que se caracterizou por um desemprego massivo, que levou a uma carta do então presidente da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) endereçada àquele governo de traição nacional, onde se exigia que a actividade fosse declarada como sector em reestruturação, a fim de, como denunciava o nosso Partido no Manifesto dos Cem Mil, redigido pelo nosso saudoso camarada Arnaldo Matos em 2012, “...beneficiar de um estatuto legal que permite despedir este ano, de imediato, sem demoras escusadas e sem custos, um total de 100.000 (cem mil) trabalhadores, a juntar aos 200.000 (duzentos mil) já despedidos nos últimos dois anos ”.

Corria o ano de 2012, “...o ano mais desfavorável em termos de apreciação qualitativa...”, segundo o Boletim nº 115 de Outubro de 2019, publicado pela FEPICOP – sobre a conjuntura da Construção, onde se revelam as Opiniões dos empresários em máximos de 17 anos – isto é, com taxas de crescimento anual negativas (-15,5%). Um de uma série de quatro anos de puro terrorismo de Estado contra a classe operária e os trabalhadores.

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Preparando a guerra

Trump manda assassinar general iraniano

O imperialismo americano, sempre com base na sua versão da “soberania limitada” – que, sempre em busca de “melhores” soluções, copiou de Brejnev –, quando os seus interesses políticos, económicos e estratégicos são colocados em causa, recorrem a toda uma panóplia de agressões, assassinatos e guerras de ocupação e pilhagem.

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OE 2020 - A encenação que se prepara nos bastidores!

Levaram quatro penosos anos a tentar cnvencer – e a conseguir paralizar – a classe operária e os trabalhadores portugueses de que, dadas as condições concretas, seria melhor apoiar o executivo de Costa e Centeno e negociar, ponto por ponto, medidas que servissem quem trabalha, em vez de prosseguir no caos a que o governo de coligação entre a direita e a extrema-direita – PSD e CDS/PP – haviam levado o país.

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OE 2020 – Um ataque sem precedentes à classe operária e aos trabalhadores!

Entregue na Assembleia da República a Proposta de Orçamento de Estado para 2020, e após leitura das principais linhas programáticas, a primeira conclusão que se tira do documento, é a de que se trata de um Orçamento para satisfazer os interesses da banca e da finança, sobretudo internacional, que tem no governo de Costa e Centeno um lídimo defensor do princípio fundador do capitalismo que é a reprodução e expansão do capital para que sobreviva o sistema

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Brexit: renascer das cinzas para morrer de vez!

Tal como havíamos previsto no artigo que publicámos nestas páginas em 16.05 do corrente, anunciar a morte, política, económica, financeira e social do Reino Unido foi um exagero. Um exagero que, pelos vistos saiu caro a Corbyn e ao Partido Trabalhista, mas não só.

commonwealthNão só a direita conservadora ganhou as eleições como, à medida que se anunciavam os resultados que viriam a dar a vitória a Boris Jonhson, a libra valorizava em relação ao dólar. Ou seja, uma forma do imperialismo americano assinalar o seu agrado pelo resultado, sobretudo quando ele envolve a vitória da estratégia americana de congelar os apetites de protagonismo do imperialismo europeu na cena mundial.

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Madame Ferreira vai pôr a mão na massa dos fundos para o Green Deal

Sabem quem vai gerir os 100 mil milhões de euros do programa de reconversão industrial anunciado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no âmbito de um alegado Green Deal

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Quem vai pagar a factura da reconversão do aparelho produtivo capitalista?

Ainda nem se procedeu ao funeral de mais um nado morto que dá pelo nome de COP 25 – mais uma daquelas famigeradas Cimeiras da Terra que há mais de 40 anos só produzem mentira e vacuidade – e já a comissária política nomeada por Angela Merkel – chefe do IV Reich – para dirigir a superstrutura que representa os interesses da Alemanha nos territórios ocupados e dominados da Europa, a alemã Ursula von der Leyen, anunciava o seu programa político e financeiro para transformar a Europa no primeiro continente verde do planeta.

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O eco-histerismo e as teorias
neo-malthusianas

Em 1972, U Thant, então Secretário Geral das Nações Unidas (ONU), inaugurou a era das Cimeiras da Terra. Quase meio século depois de conferências e cimeiras ao que é que assistimos? A uma mão cheia de nada quanto a soluções para os problemas que os seus patrocinadores não se cansam de nos repetir.

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Um panorama de sublevação operária e popular percorre o mundo!

Sempre que eclode uma sublevação popular e a classe operária assume uma postura e uma energia revolucionária perante as exigências que ela reclama, a burguesia, o imperialismo, colocam-se em sentido, porque sabem que, desta vez, as lutas são para serem levadas muito a sério por ela.

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FÁBRICA DURA NA GUARDA:
UM GOVERNO TRAIDOR

AOS TRABALHADORES!
O estado de esgotamento em que se encontra o modo de produção capitalista é cada vez mais calamitoso! A demonstrá-lo, está a grave situação com que se depara, entre muitas outras empresas, a multinacional norte-americana DURA – Automotive da Guarda, e os mais de uma centena e meia de operários que ali vendem a sua força de trabalho. Senão vejamos!
DURA -entradaDepois de já anteriormente, ter procedido a várias reduções no número de trabalhadores em virtude da quebra na procura dos seus produtos, a Administração anuncia agora o despedimento colectivo de mais cerca de seis dezenas de operários, justificando a medida com a deslocalização da sua principal cliente – a alemã Magna BÖCO GmbH para a Índia, em busca de mão-de-obra escrava, mais barata, claro está!

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O Logro climático

Um pouco por todo o mundo, ao mesmo tempo que o grande capital promovia a euforia paranóica do black Friday (6ª feira negra), registavam-se procissões e manifestações, enquadradas numa “greve climática” juvenil, para que o poder burguês sentisse o pulsar da contestação dos jovens estudantes contra aquilo que convencionaram classificar de “crise climática”.

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PS e PSD querem a regionalização para não terem de ser escrutinados pelo voto popular

O tema da descentralização e da regionalização veio à baila, uma vez mais, este fim de semana.

António Costa, face ao entendimento que faz de que o povo está seguramente anestesiado pelas “contas certas” do seu executivo e pelas promessas de que vai fazer “mais e melhor”, habilitou-se a preparar o terreno para voltar à carga com o tema da regionalização.

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25 de Novembro de 1975 – a derrota do golpe social-fascista do PCP!

Numa senil tentativa de se apropriar das comemorações do 25 de Novembro de 1975 e do que esse episódio da história de Portugal representou, o deputado de extrema-direita Telmo Correia, que representa o CDS/PP na Assembleia da República, veio propor ao governo que “faça um levantamento das personalidades envolvidas no 25 de Novembro” (de 1975), que não tenham recebido a Ordem da Liberdade, a fim de lhes ser atribuida essa distinção “em vida ou até a título póstumo”.

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Aumento da venda de passes sociais provoca caos nos transportes urbanos e regionais

Existe um velho e sábio ditado popular que diz que quanto maior é a nau ... maior é a tormenta!
Desde a primeiríssima hora que o nosso Partido denunciou o autêntico Carnaval de manipulação que o governo de Costa e Centeno fizeram em torno da sua política de passes sociais em todo o país que, segundo a propaganda, iria tornar mais acessível o transporte aos trabalhadores e suas famílias, além de promover o desgongestionamento do tráfego automóvel, privado, nas cidades.
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17 de Novembro assinala um ano do Movimento Coletes Amarelos em França!

Hoje, dia 17 de Novembro de 2019, assinala-se um ano da data em que eclodiu em França o Movimento dos Coletes Amarelos.
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Parlamento Europeu absolve crimes do regime nazi e do fascismo!

Foi na 6ª feira passada, dia 15 de Novembro, que pela mão dos partidos de extrema-direita, fascistas e neo-nazis, respectivamente, CDS, Iniciativa Liberal e Chega, a Assembleia da República acolheu uma moção que pretendia colar o parlamento nacional a uma Resolução do Parlamento Europeu que associava o comunismo ao fascismo e ao regime nazi.

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Os fascistas e a pluralidade de opiniões

Reagindo aos protestos das populações que o aguardavam em Boticas, quando este ali estava a ser recebido na Câmara Municipal e transitava a caminho do Centro de Informação de Covas do Barroso, onde também o aguardava outro protesto popular, o Secretário de Estado  Adjunto e da Energia, João Galamba, teve uma daquelas tiradas oportunistas e mentirosas, recorrentes no PS: a de que os protestos representavam, “apenas”, uma parte das opiniões, que se desejam “plurais” – a parte da opinião contrária à exploração do lítio, havendo outra parte, no entanto, que está a favor.

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Repudiemos uma provocação à memória e à dignidade
do Camarada ARNALDO MATOS!

A razão da minha breve nota, de hoje, reside apenas nisto: repor a verdade, que, como sabemos, impõe deveres! E um dos deveres indeclináveis de quem a possui, é difundi-la; e, de preferência, no Órgão Central do PARTIDO fundado pelo querido e saudoso Camarada ARNALDO MATOS.

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Les 7 du Québec publicam documento do Camarada Arnaldo Matos sobre as Teses da Urgeiriça

Saudamos a inicitiva do camarada Luís Júdice, ao traduzir para francês e enviar para a webmagazine – Les 7 du Québec –,   o documento do Camarada Arnaldo Matos sobre as Teses da Urgeiriça  - I a XIII – síntese das principais teses expressas pela primeira vez sobre o carácter e natureza de classe das revoluções russa e chinesa e, em particular, sobre a revolução de Outubro e que foram publicadas e postas à discussão, no passado dia 9 de Novembro, na revista da internete, Les 7 du Québec, do marxista canadiano francófono Robert Bibeau.
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Enfermeiros reelegem Bastonária e afirmam não temer...a Temido!

Naquela que foi uma das eleições mais participadas de sempre, os profissionais da enfermagem acabam de reeleger , com cerca de 39% dos votos expressos, como Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco

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7 de Novembro – Aniversário da Revolução de Outubro
VIVAM AS TESES DA URGEIRIÇA!
Teses da Urgeirica 
VIVA O COMUNISMO!

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Pela Edificação do Partido

Publicamos o texto produzido e distribuído aos jovens de S. Miguel pelo camarada José Lourdes, membro do Comité do Partido na Ilha de São Miguel.

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Libertação imediata dos políticos catalães presos!

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painelinscreve 01

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Veja ou reveja o Programa Governo Sombra com Arnaldo Matos

(Clique na imagem para poder aceder ao vídeo)


A REUNIÃO PLENÁRIA DO COMITÉ CENTRAL
DE 12 DE OUTUBRO APROVOU
REALIZAÇÃO DO I CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DO PARTIDO
EM 18 DE SETEMBRO 2020!

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A LUTA,
O ANIVERSÁRIO E O CONGRESSO DO PARTIDO

     Há cerca de meio século, liderado por Arnaldo Matos, surgiu em Portugal o movimento revolucionário que a 18 de Setembro de 1970 culminaria na fundação do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP), destinado a demonstrar, através da prática, do estudo e da propagação do marxismo que, o Homem não veio à terra para ser transformado em merda!
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ROMPER PARA TODOS OS QUADRANTES! 
REUNIÃO NO PORTO

No dia 4 de Dezembro de 2019 realizou se a primeira reunião após as eleições legislativas, a primeira de muitas com os objectivos da divulgação do marxismo, da luta por uma sociedade de iguais e da concretização do congresso do partido, que se vai realizar no dia 18 de Setembro de 2020. Acontece um ano e três dias depois da última intervenção pública do nosso camarada Arnaldo Matos, e no mesmo local, a livraria Canto III na rua da Boavista.

PrimeiraReuniaoPubLer mais


A BURGUESIA ESPREITA!
É HORA DE AGIR!

Não é algo novo dizer-se que a pequena-burguesia vai-se revelando dentro do nosso partido, agindo de forma cobarde, canalha e contra-revolucionária com vista a minar e destruir os sucessos e feitos que o proletariado revolucionário edificou e continuará a edificar com o objectivo final da transição do modo de produção capitalista burguês para o modo de produção comunista, e pelo estabelecimento de uma sociedade de iguais, sem exploração nem opressão.

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MACIÇO CENTRAL
FUNDAÇÃO DO COMITÉ DO PARTIDO
PARA O DISTRITO DE CASTELO BRANCO
MarxeEngels

RUMO AO CONGRESSO
POR UM PARTIDO COMUNISTA PROLETÁRIO MARXISTA!

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LIQUIDAR O LIQUIDACIONISMO

Críticas às demissões

Carta do camarada José Afonso Lourdes

Caros Camaradas,
O partido não se irá fortalecer com demissões e actos nitidamente capitulacionistas e principalmente com atitudes de chantagem.
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Carta do camarada Pedro Pacheco

Camaradas
Não é de abandonos nem de demissões a memória da preclara e poderosa passagem do camarada Arnaldo Matos pela modelação do corpo da história nacional e internacional contemporânea e não menos da memória do devir humano.

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Carta do camarada Carlos Pais

Este email é só para informar que não irei enviar mais emails para demissioários.
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O Comité Central, reunido no passado dia 10 de Novembro e após análise e discussão das tomadas de posição do camarada Carlos Paisana e do abandono por três camaradas dessa reunião, aprovou as seguintes duas resoluções:

Resolução

O Comité Central do PCTP/MRPP, reunido a 10 Novembro 2019, analisou a gravidade da apresentação da demissão do camarada Carlos Paisana através de e-mail enviado ao Comité Central, posição que oportunisticamente recusou discutir frontal, leal e honestamente na presença dos restantes membros do Comité Central, posição essa que assumiu claramente perante todos os restantes membros, quando a reunião o convocou, mais uma vez, telefonicamente para estar presente a fim de  apresentar e discutir as suas posições.
O Comité Central condena veementemente tal atitude fraccionista e liquidacionista, que é em tudo contrária aos princípios de organização e de disciplina estatutária do Partido baseada no centralismo democrático, e não no policentrismo, visando de forma consciente a destruição da direcção do Partido com tal atitude. Assim,

  1. O Comité Central nunca vai aceitar que se transformem as redes sociais ou a net em fóruns de discussão interna do Partido, como pretende o camarada Paisana. As discussões fazem-se nos órgãos próprios. O Partido é uma organização política comunista marxista e não um bando de diletantes.
    Esta questão já foi suficientemente discutida no Partido, pelo camarada Arnaldo Matos, mas, pelos vistos, apenas se fingiu concordar, pois os métodos continuam a ser exactamente os mesmos.
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RESOLUÇÃO

O Comité Central do PCTP/MRPP, reunido a 10 Novembro 2019, para dar cumprimento à Ordem de Trabalhos da respectiva Convocatória, analisou a gravidade dos actos e declarações praticados pelas camaradas Adelaide, Maria Paula e Regina, ao abandonarem a reunião do Comité Central, quando conheceram, através de telefonema feito em directo, na própria reunião, a recusa determinante por parte do camarada Carlos Paisana em estar presente na reunião e nela apresentar de forma honesta, frontal e leal as razões da sua demissão, esta remetida oportunisticamente via e-mail, método inadmissível para ser utilizado por qualquer comunista que encontra os seus camaradas na sede, pretendendo utilizar o mail para discussão das questões de Partido, nomeadamente as suas.

Assim,

  1. Considerando que estas camaradas agiram provocatoriamente, corporizando uma linha liquidacionista contra o Partido, ao se assumirem claramente constituídas em grupo cisionista, manifestando-se contra a linha política do Partido, os seus princípios de organização e de disciplina estatutária, baseada no centralismo democrático;  

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Policentrismo – eu avisei!

Num artigo que escrevi para o Luta Popular online, sob o título Policentrismo, entretanto “apagado” das suas páginas – vá-se lá saber porquê –, afirmava que “...se instalou no seio do Partido uma corrente que...” o camarada Arnaldo Matos, “...tal como no passado o havia feito Lenine, classificou de oportunista e revisionista”, corrente à qual dei a designação de policentrista.

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O Luta Popular online e a Refundação do Partido Comunista Proletário Marxista

O Luta Popular online é o Órgão Central do PCTP/MRPP, o que significa que as posições tomadas pelo Partido são as publicadas no Jornal. Os militantes, simpatizantes e amigos do Partido devem tomar conhecimento das posições do Partido através do seu Órgão Central e não por qualquer outro canal de comunicação.

Nesse sentido, e para que não persistam dúvidas, e apesar de já ter sido objecto de estudo, republicamos um artigo do camarada Arnaldo Matos, datado de 04-05-2016 , no qual está claramente explicado qual é a função do Luta Popular.

       15OUT19                                                                             CG

Uma vez mais: O que é o Luta Popular Online? 

Agora que os comunistas portugueses estão a obter importantes sucessos na sua luta contra os liquidacionistas, com vista à refundação de um partido marxista revolucionário proletário, aumentou a colaboração dos militantes e simpatizantes do Partido para o Luta Popular Online.

Isso obriga-me a vir aqui uma vez mais explicar aos nossos leitores o que é o Luta Popular Online e qual é o tipo de colaboração que deles esperamos e desde já lhes agradecemos.

O Luta Popular Online é o jornal político de âmbito nacional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Por enquanto, sai em suporte digital, mas a intenção do Comité Central do Partido é a de editá-lo em suporte de papel, assim que se acharem reunidas as condições políticas, económicas, técnicas e organizativas para tanto.

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HONRAR OS MÁRTIRES DO PARTIDO

A história do PCTP/MRPP é a história da luta empreendida pelos autênticos comunistas - contra toda a casta de oportunistas, arrivistas, carreiristas, liquidacionistas e outros lacaios da burguesia infiltrados no seio do movimento operário -, em prol da edificação do Partido do Proletariado.

HONRAR OS MÁRTIRES DO PARTIDONesta luta prolongada e difícil houve mártires e, sabe-se, que muitos outros tombarão até que a vitória da Revolução Proletária estabeleça a nova ordem da qual resultará a construção da futura sociedade comunista.

Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa são dois mártires do Partido e da Revolução que, independentemente do futuro do Partido a que pertenceram, nunca serão esquecidos pelo povo e pelo proletariado, por quem deram a própria vida.

Mas, hoje, do partido a que eles pertenceram, e após o desaparecimento físico do seu fundador, apenas restam despojos da heróica luta travada, e herdeiros ilegítimos de dentes afiados, desafiando quem se propõe honrar verdadeiramente os gloriosos combatentes tombados.

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honra a ribeiro santos

Outubros… 

Outubros Gloriosos

Em seu resplendor de mil cores de Outono

Iluminando memórias

Da História da Humanidade

Outubros Ardentes

Da folhagem madura

E dos frutos seus esplendores…

Entoando hinos à fecundidade

Outubros Sangrentos

De mártires assassinados pela tirania

Eternizados na luta

Dos explorados contra a burguesia

Outubros Vermelhos

Inquietos…

De ânimo renovado

Rumo à Revolução Comunista do Proletariado

Outubros do Futuro

Sonho de nascentes verdes a brotar

Em fluxo de floração suprema

Com que a Humanidade se há-de libertar!

 

José Cruz

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Mãos ao ar, isto é um assalto...ao poder! 

Nem vinte e quatro horas decorridas da contagem dos votos e já vários candidatos ao assalto ao poder, ou seja, a reparti-lo com o PS de Costa/Centeno, faziam fila e se punham em bicos dos pés. 

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O voto (f)útil!

Bem se podem esforçar Costa e Centeno, com a prestimosa ajuda das suas muletas do PCP, BE e Verdes, em apresentar um quadro de optimismo, de evolução positiva e riqueza para o povo e o país, que aí estão os mais recentes dados do eurobarómetro para deitar por terra as ilusões criadas.

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O desmantelamento do reactor nuclear de Sacavém
e as Jornadas Mundiais da Juventude

Numa operação envolta em total secretismo, o único reactor nuclear construído há mais de 50 anos em Portugal está a ser desmantelado. 

Na primeira fase, o coração do reactor – o núcleo com o combustível nuclear – foi transportado do Campus Tecnológico e Nuclear, sito na Bobadela, perto de Sacavém, para o Ponto de Apoio Naval de Tróia onde seria embarcado, em Março passado, num navio que transportaria esse material para os Estados Unidas da América. 

desmantelamentoÉ de toda a justiça que se reproduza, aqui e agora, um tuíte do camarada Arnaldo Matos no qual, sob o título O PAPA, A JUVENTUDE E O REACTOR NUCLEAR DE SACAVÉM, este fazia uma vigorosa e lúcida denúncia da política nuclear dos sucessivos governos PS e PSD, de arrogante desleixo criminoso, a propósito das Jornadas Mundiais da Juventude, que ocorrerão em 2022 no Parque Tejo, conforme foi anunciado pelo papa Francisco durante as últimas JMJ que tiveram lugar na cidade do Panamá, em Janeiro do corrente ano.

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Contas Certas?
 

Uma das frases mais utilizadas por Costa e Centeno para classificar a boa governança do executivo que lideram – com a prestimosa ajuda e cumplicidade das muletas do PCP, BE e Verdes, às quais se juntou o PAN – é a de que o PS cumpriu a sua promessa eleitoral de levar o país a ter contas certas. 

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Um Costa sagaz ou um rabo escondido com o gato de fora?!

No final da legislatura, PS e suas muletas do PCP, BE e Verdes desdobram-se em iniciativas para demonstrar que cada um deles, por sua iniciativa ou por acordo entre todos, são responsáveis pelo enorme sucesso do governo que brevemente cessará funções.

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VIEIRA DA SILVA, O MINISTRO DO CAPITAL NUM GOVERNO FASCISTA 

Vieira da Silva, ministro do trabalho e da segurança social, foi um dos ministros que integrou a tróica de gauleiters na repressão da greve dos motoristas, a mando e sob o comando do seu führer Costa.

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Viva a Justa Luta dos Motoristas!

O Partido manifestou, desde o primeiro momento, nos vários artigos publicados no Luta Popular online, o apoio à luta dos Motoristas Viva a Justa Luta dos Motoristasde Mercadorias e de Matérias Perigosas, denunciando as posições reaccionárias e provocatórias de patrões e do governo de Costa e suas muletas: PCP e BE.

Hoje, primeiro dia de greve, o Partido manifestou o seu apoio incondicional a esta justa luta, através de uma Nota à Imprensa, que publicamos, em seguida.

Publicamos também as mensagens de solidariedade e apoio enviadas às direcções do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M) e Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2562-sindicato-independente-dos-motoristas-de-mercadorias

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2563-sindicato-nacional-dos-motoristas-de-materias-perigosas 

PCTP/MRPP APOIA INCONDICIONALMENTE A JUSTA GREVE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS E DE MATÉRIAS PERIGOSAS E MANIFESTA A SUA FIRME SOLIDARIEDADE PARA COM ESTES TRABALHADORES EM LUTA.

Tal como já o manifestou junto das direcções do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas /SNMMP) e Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M.), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) desde início que exprimiu o seu total apoio à corajosa e justa luta que estes trabalhadores travam, não apenas contra o mais cavernícola dos patronatos representados pela ANTRAM, como contra as manobras provocatórias, intimidatórias e verdadeiramente fascistas do governo reaccionário do governo de Costa e suas muletas PCP e BE, estes, através da direcção traidora e social-fascista da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FERTRANS), prestimoso braço direito do capanga da ANTRAM e militante do PS Matias de Almeida.

A greve dos motoristas em curso constitui um poderoso exemplo de coragem, combatividade e firmeza para a luta do movimento operário, desde logo por ter arrostado, sempre sem ceder, com uma miserável e nunca vista campanha de chantagem, de ameaças e de intoxicação da opinião pública, por parte de um governo e de um primeiro-ministro que, sentindo-se derrotados, não puderam esconder a sua verdadeira face de inimigos da classe operária e de todos os que trabalham e se recusam a ser explorados e escravos sujeitos a ritmos infernais de trabalho.

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Os fura greves 

Fenómeno recente, com apenas dois anos, são as lutas dos trabalhadores dirigidas e protagonizadas por novas estruturas sindicais, em manifesta ruptura com as centrais sindicais da “concertação social” e da mais miserável pactuação com os interesses do patronato e do estado que o representa. 

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COSTA E A GREVE DOS MOTORISTAS

UM MEDIADOR QUE É PARTE

OU O INCONTIDO ÓDIO AOS TRABALHADORES

António Costa é frequentemente elogiado pela sua habilidade política, como primeiro-ministro de um governo reaccionário, e por saber usar a demagogia com particular mestria.

Ou seja, um perito em levar pela trela e amansar os social-fascistas do PCP de Jerónimo e os social-democratas do BE de Catarina Martins, silenciando a sua farronca oportunista de esquerda, atirando-lhes umas migalhas que não incomodem os capitalistas e imperialistas europeus.

Mas os fascistas por mais que se contenham e se mascarem nunca deixam de ser fascistas.

E Costa e alguns dos seus ministros mais fiéis têm disso dados vários exemplos ao longo do seu consulado, no ódio que têm aos costa e a greve dos motoristastrabalhadores.

Foi assim com a intervenção da polícia de choque contra os estivadores em greve, foi assim com a chantagem da ameaça de demissão contra a luta dos professores, perante a firmeza destes (atraiçoada pelo PCP e BE) e é agora de novo com a greve dos motoristas de mercadorias perigosas.

Depois de o Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) ter chegado a acordo com a ANTRAM, em resultado da última greve realizada no passado mês de Abril, os patrões resolveram provocatoriamente incumprir esse acordo.

Em face disso, o SNMMP e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), decidiram convocar nova greve por tempo indeterminado para o próximo dia 12 de Agosto, cientes de que esse é o instrumento prioritário e eficaz dos trabalhadores para lutarem pelas suas reivindicações.

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PS e PSD querem pôr a mão no pote dos fundos europeus para a regionalização! 

Comissão Independente para a Descentralização, criada em 2018 para avaliar a organização e funções do Estado ao nível regional e intermunicipal, conduzida pelo antigo ministro socialista João Cravinho, entregou na 3ª feira passada, dia 30 de Julho, um relatório em que sugere um novo referendo sobre a Regionalização, sem que o “alcance regional” seja questionado, e aconselhando que o processo seja “sujeito a uma permanente monitorização e avaliação”.

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NÃO À PRIVATIZAÇÃO DOS SIMAR!

CONTRA A GESTÃO CAPITALISTA DO PCP EM LOURES!

 

Ao fim de cerca de cinco anos da formação dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), simarBernardino Soares e os social-fascistas da vereação de Loures abrem caminho à privatização destes Serviços, ao tomarem recentemente várias medidas que encobrem esse objectivo.

Isto para além de, pela primeira vez na história deste município e através de um despacho do administrador e cacique do PCP Paulo Piteira, terem tido a ousadia de quererem obrigar os trabalhadores da recolha do lixo a trabalharem no feriado municipal do passado dia 26 de Julho, medida vergonhosa essa que só não foi aplicada, perante a convocatória de uma greve para esse dia.

A crescente tentativa, por parte dos gestores capitalistas de Bernardino, de liquidação do serviço público actualmente prestado pelos SIMAR tornou-se de tal modo escandalosa que até os próprios correligionários do PCP se viram obrigados a manifestar alguma inquietação (na verdade, não passará disso), para não ficarem desmascarados perante os trabalhadores que dizem defender.

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PSA – Mangualde:

DIZER NÃO À ESCRAVIDÃO!

E PROCLAMAR A EMANCIPAÇÃO DA CLASSE OPERÁRIA! 

Criado há 57 anos, o Centro de Produção de Mangualde, com o progresso industrial obtido à custa da força de trabalho dos seus operários, transformou-se na Grande Fábrica – PSA –, onde perto de um milhar de homens e mulheres produzem um astronómico volume de riqueza que diariamente lhe foge das mãos…, recebendo em troca, apenas, exíguas migalhas para o seu sustento!...

Hoje, a quantidade de riqueza, assim como a concentração da força de trabalho que a produz, são incomparavelmente maiores doescravidao que aquelas que no primeiro ano de produção (1964) permitiram, à então Citroen, pôr no mercado automóvel as 472 unidades do modelo AZL, o conhecido Citroen 2CV, produzidas ao longo desse ano…

A diferença de números é abismal... Só nos primeiros 6 meses deste ano, os actuais cerca de 800 operários e operárias da PSA produziram 38 mil automóveis – mais 15,1% do que no mesmo período do ano passado!

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Prossegue Genocídio Fiscal! 

Dados trazidos a público pela PORDATA, no final desta semana, traçam um retrato da situação demográfica há muito pré-anunciado por nós e deveras preocupante. 

As sucessivas medidas terroristas e fascistas que o governo de traição nacional – o governo de coligação entre a extrema-direita do CDS/PP e da direita do PSD - foram impondo aos trabalhadores e ao povo português, com o cortejo de roubos dos salários, do trabalho, das pensões e reformas, a crescente negação do acesso à saúde e à educação, o aumento de impostos sobre o trabalho e a carestia generalizada de vida, aumentando bens essenciais, desde a água à luz, passando pelos transportes, as rendas de casa, a alimentação e o gás, levou-nos a considerar que os sucessivos Orçamentos de Estado que Coelho e Portas foram lavrando, constituíam um autêntico acto de genocídio fiscal.

grafico 

Genocídio fiscal prosseguido pelo governo de Costa/Centeno, com a prestimosa colaboração das muletas do PCP/BE e Verdes que, ao mesmo tempo que celebram as realizações do actual governo, escamoteiam o facto de este estar a ser o governo que maior carga fiscal impôs ao povo – 35,4% em 2018, o valor mais alto desde 1995!!!

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Incêndios – meio facilitador da acumulação capitalista nos campos! 

incendiosHá mais de 40 anos que, ano após ano, quando o país arde, lá vêm os sucessivos governos que à vez, sozinhos ou coligados – e relembramos que, praticamente todos os partidos do “arco parlamentar”, passaram pelos bancos do poder – , e assessorados por um batalhão de “especialistas” de tudo e mais alguma coisa, afirmar, por um lado, que a culpa foi dos incendiários ou da natureza e, por outro, que agora, sim, irão ser tomadas medidas na direcção certa que, segundo todos eles, é a prevenção. 

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18 de Julho de 1975 – Libertação do camarada Arnaldo Matos e dos militantes do MRPP presos pelo COPCON/PCP 

O dia 18 de Julho de 1975 constituiu um marco indelével na história da luta da classe operária e dos comunistas portugueses do MRPP, sob a direcção do camarada Arnaldo Matos, contra a ditadura social-fascista, pela liberdade e democracia e continuação do combate pela revolução comunista.

278Pelas 22H30 do dia 28 de Maio de 1975 o COPCON, recorrendo aos comandos e às chaimites do fascista Jaime Neves e militares de unidades controladas pelo PCP, iniciou a operação Turbilhão, assaltando e saqueando todas as sedes do MRPP da região de Lisboa, e prendeu o camarada Arnaldo Matos e mais de quatro centenas de militantes e simpatizantes do Partido.

O objectivo desta operação terrorista havia sido previamente apontado pelo PCP na assembleia do MFA que a aprovou, em particular pelo seu maior cacique o social-fascista coronel Varela Gomes – eliminar fisicamente o camarada Arnaldo Matos, fundador e secretário-geral do MRPP e destruir e aniquilar o Partido.

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Lambe botas Marcelo de gatas em Paris

UM PRESIDENTE, UM GOVERNO E UM PARLAMENTO DE LACAIOS E ANTIPATRIOTAS

Marcelo Rebelo de Sousa, no caso em postura igual à do governo de Costa e das suas muletas PCP e BE, fez questão de se pôr mais uma vez a lambebotas1quatro patas perante o imperialismo francês e europeu, aceitando estar presente, a convite do cretino Macron, no desfile militar do 14 de Julho, data que comemora a Tomada da Bastilha e a vitória da revolução burguesa de 1789 em França.

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As comemorações do 14 de Julho tiveram lugar sob o signo da guerra

A França celebrou, no passado dia 14 de Julho, a queda da Bastilha. No palanque presidencial, a ladear Macron, estiveram Angela Merkel, o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa e vários altos representantes da União Europeia.

14deJulhoEste ano, a grande festa nacional da burguesia francesa foi assinalada na capital, Paris, com um grande desfile militar. Macron aproveitou a oportunidade para fazer desfilar mais de uma centena de militares espanhóis, conjuntamente com destacamentos militares de outros países que fazem parte de um projecto de cooperação militar europeu por si impulsionado. 

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Depois Dos Incêndios As Minas A Céu Aberto!...

Que País É Este?

São passados dois anos sobre os primeiros incêndios do trágico ano de 2017; com mais de uma centena de mortos, milhares de hectares de área ardida e centenas de casas destruídas! E, para o mesmo governo de incompetentes e assassinos, sem um pingo de vergonha nas fuças, hoje tudo está muito melhor…

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