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A Luta dos Marxistas Portugueses

Pelo Partido Comunista do Proletariado

Resposta de Arnaldo Matos

Ao comentário de Carlos Correia

O camarada Carlos Correia é um antigo e muito empenhado militante do nosso Partido, que todavia se afastou da sua dedicada actividade de membro da redacção do jornal Luta Popular Online, por via de um desentendimento nunca esclarecido, aparentemente com a minha pessoa. É com muito agrado e verdadeiro afecto que o vejo regressar hoje ao órgão central do Partido com o seu muito interessante comentário ao meu artigo “A Derrota do Grupelho Liquidacionista Anti-partido”, saído anteontem no nosso – dele, meu e de todos os operários portugueses – Luta Popular Online. E lembro-me de vê-lo participar muito entusiasticamente, com intervenções e perguntas inteligentes, no colóquio sobre a Revolução de Outubro, realizado no Salão dos Bombeiros da Parede, no dia 11 de Fevereiro passado, onde fui o orador principal.

No seu comentário agora publicado, Carlos Correia começa por ironizar com a ideia da dedicação da vida ao partido, avançando que nunca pôde dedicar-lhe mais do que uma parte do dia… Ora, dedicar a vida ao Partido pode consistir nisso mesmo: dedicar todos os dias ao partido uma parte do nosso dia…

Convém que eu o esclareça que nunca defendi que os comunistas incorram no dever de dedicar a vida ao Partido, pois acho que os comunistas devem dedicar a vida à revolução proletária e ao comunismo e não exactamente ao Partido, pois poderá até acontecer que se encontrem frequentemente em minoria e, apesar disso, terem todavia razão, ainda que minoritários.

Mesmo no interior de um partido comunista operário há classes, pontos de vista de classe e luta de classes, o que torna muito discutível a questão de saber como se dedica – - ou não – a vida ao partido. É que a consciência política do proletariado revolucionário pode nem sempre residir ou ser dominante no partido comunista operário ou nas organizações assim chamadas.

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# Pedro Leite Pacheco - 08.04.2017
Camarada Arnaldo Matos
Agradeço muito o e-mail com a resposta ao comentário de Carlos Correia.
Escrevi esta tarde:
Não há retorno
Para cada instante
E na ficção
Reside antes e depois.
Tal como a moeda a palavra também perpassa pelas condições sociais de produção que modelam palavra e moeda.
Analisá-la(s) ou não a(s) analisar admite rectificação mas nunca retorno.
Bem-haja pela análise.
Obrigado,


 


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