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As Brigadas Alexandrino de Sousa

                                                                                                                                                                      Espártaco

O Luta Popular Online, órgão central do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) acaba de constituir a primeira das suas Brigadas Alexandrino de Sousa cujo objectivo é o de promover a difusão, propaganda e agitação do jornal político nacional do Partido em suporte digital e, mais tarde, em suporte de papel entre a classe operária e as massas populares.

Sobretudo nos últimos cinco anos, travou-se uma luta política de vida e de morte entre a linha comunista revolucionária proletária da fundação do Partido, por um lado, e a linha reaccionária pequeno-burguesa dos liquidacionistas, encabeçada pela dupla conforme Conceição Franco/Garcia Pereira, por outro lado, tentando esta última impedir por todos os meios ao seu alcance a edificação de um jornal político nacional que promovesse a educação teórica e ideológica do proletariado e a condução política de todas as lutas em todo o país pela classe operária organizada no seu partido comunista.

A canalha liquidacionista sabotou quanto pôde a criação e desenvolvimento do órgão central do Partido, fosse publicando nele textos reaccionários como os artigos mafiosos de Pereira sobre a TAP e os escritos de direito administrativo dos advogados do seu escritório, fosse estimulando a utilização de blogues, facebooks e twitters, onde podiam fazer passar toda a casta de ideias reaccionárias contra o proletariado e os pobres de Portugal, embrulhadas nas ternurências babadas das cadelas e dos atributos já espapassadas da eterna menina de Odivelas.

O analfabeto Conceição Franco, que em mais de trinta anos nunca escreveu uma linha em defesa da classe operária, também tinha e tem um facebook onde se carteia com outros analfabetos encartados nas redes sociais.

Ora a liquidação dos liquidacionistas – tarefa ainda em curso – permitiu pôr de pé, no meio de muitas dificuldades que ainda não foram totalmente vencidas, um órgão central do Partido, que, no caso – e insisto neste ponto – assume ainda a forma de um jornal político nacional que se propõe dirigir, em nome do proletariado revolucionário, todas as lutas em curso e, ao mesmo tempo, incentivar o estudo teórico e a formação ideológica da classe operária na senda do comunismo.

Do ponto de vista teórico e ideológico, a luta do proletariado português não se trava apenas à escala nacional, mas antes e sobretudo à escala mundial. O marxismo, que os ideólogos do imperialismo julgavam morto e enterrado com a queda do muro de Berlim, voltou reforçado e exuberante, para guiar os proletários de todos os países à vitória sobre o imperialismo e ao comunismo internacional.

Depois da denúncia dos liquidacionistas, já iniciada mas ainda longe da derrota total que lhes irá ser infligida, o jornal Luta Popular Online, ainda com muitas deficiências, tem obtido assinaláveis sucessos. Falta-nos ainda uma redacção à altura dos acontecimentos, mas que, a pouco e pouco, se está vindo a estruturar.

Temos que dedicar mais tempo ao estudo do marxismo. O marxismo desapareceu, por obra da escumalha liquidacionista, da prática da vida celular do Partido. Isto implica ter que voltar ao princípio, estudar tudo de novo, e ligar todo esse estudo à prática da luta de classes.

Não tenham medo da imensidão da tarefa. Mais cedo ou mais tarde, estaremos novamente na vanguarda da luta de classes.

Nestes seis meses em que escorraçámos o bando dos quatro do comité permanente do comité central do Partido, temos tido dificuldades em constituir uma forte e estável redacção do órgão central do Partido, o Luta Popular Online. Mas estamos a fazer reais e firmes progressos mesmo entre alguns camaradas, sobretudo operários, que só agora começaram a entender a natureza de classe reaccionária burguesa de indivíduos como Conceição Franco e o papagaio Pereira.

Ao mesmo tempo que aprofundamos a luta ideológica e teórica dentro do Partido e entre os operários, lançámos uma campanha nacional pela conquista da Semana das 35 Horas. Lançámos a campanha com a colocação de painéis em todos os distritos e regiões autónomas do País, exigindo as 35 horas semanais para todos os operários e trabalhadores dos sectores público e privado.

Não paramos, sem que o proletariado obtenha nesta luta política a vitória que noutros tempos soube obter com a jornada das 8 horas e com a semana das 40 horas.

Começámos a propaganda e agitação da campanha das

35 Horas Semanais

7 Horas por Dia

5 Dias por Semana

2 Dias de Descanso Semanal (Sábado e Domingo)

25 Dias Úteis de Férias por Ano

para todos os operários e trabalhadores portugueses sem desconto no salário, no distrito de Castelo Branco, passámos ao distrito da Guarda e avançaremos para o distrito de Viseu, três distritos onde Conceição Franco, Garcia Pereira, Leopoldo Mesquita e Domingos Bulhão haviam liquidado totalmente a organização do Partido.

Por uma questão de estratégia, a campanha de propaganda e agitação da semana das 35 horas escolheu visitar Castelo Branco, para mobilizar os operários das fábricas com mais de 100 trabalhadores e trabalhadoras nesse distrito.

Foi aqui que nasceu, na prática, a primeira Brigada Alexandrino de Sousa, ainda então sem esse nome: em três dias e três noites no distrito de Castelo Branco, de Vila Velha de Ródão a Belmonte e de Unhais da Serra a Penamacor, no meio das serras da Estrela, da Gardunha, do Moradal e da Malcata, com neve e temperaturas glaciais, a brigada do Luta Popular Online estava e esteve à entrada de todas as fábricas com mais de cem operários a promover a propaganda, a agitação e organização da luta pela semana das 35 horas.

Com a brigada do Luta Popular participaram camaradas do distrito de Castelo Branco que aliás mostraram ter uma grande ligação aos operários das fábricas, sobretudo o camarada Arsénio, secretário do Partido no distrito.

A mesma brigada, mas refrescada com mais elementos do Luta Popular Online e mais cinco camaradas do distrito da Guarda, percorreu em três noites e dois dias todas as fábricas com mais de cem operários ou operárias deste distrito.

A brigada do Luta Popular Online e os camaradas da Guarda, acompanhados do secretário regional do Maciço Central, camarada Bento, trabalharam nos turnos de dia e nos turnos da noite debaixo de uma chuva diluviana e contínua e nunca desistiram do seu trabalho!...

É por isso que lhes conferi o título de Brigada Alexandrino de Sousa.

Peço aos camaradas que já estejam inscritos no Partido que se ofereçam para fazermos novas brigadas Alexandrino de Sousa, para se poder fazer em todo o país uma poderosa e entusiástica campanha de promoção e organização da luta nacional pela semana das 35 horas.

Os camaradas que se oferecerem para as Brigadas Alexandrino de Sousa devem comparecer na sede do Partido na Avenida do Brasil, serão submetidos a um tempo de ensaio com os camaradas da Primeira Brigada Alexandrino de Sousa, terça-feira regressada da Guarda.

O Partido precisa de vós. E é para uma luta conta os liquidacionistas. O próximo distrito será o de Viseu.

Viva a semana das 35 horas!

Vivam as Brigadas Alexandrino de Sousa!

11.04.2016

 


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Comentários   

 
# Esteves 12-04-2016 09:04
Não podia ser melhor directiva do partido.
Viva o Partido dos operários e dos trabalhadores Portugueses!
Viva O PCTP/MRPP!
 

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