Opinião

Manifesto Eleitoral 2019

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Partido

Outros tempos, outros meios, os mesmos soezes intentos

LutaPopular061-19750531O 28 de Maio era a data festiva de todos os reaccionários. Foi no dia 28 de Maio de 1871 que os operários de Paris, juntamente com as suas companheiras e com os filhos agarrando-se às saias das mães, foram fuzilados os últimos resistentes, no muro de Pére Lachaise. Em 28 de Maio de 1896, Lenine sofria o mais rude e o último dos interrogatórios da polícia czarista. No dia 28 de Maio de 1926 todos vós sabeis o que aconteceu... Mas faltava ainda saber que os socialistas em palavras e fascistas nos actos faziam do dia 28 de Maio a grande data dos mata-mouros do marxismo-leninismo, do socialismo científico e do movimento operário português. Falharam redondamente! (Aplausos.)
(Extracto da Alocução do camarada Arnaldo Matos no comício do 18 de Julho de 1975.)

Passam hoje 47 anos sobre a tentativa contra-revolucionária fascista/social-fascista de liquidar o seu inimigo comum, o MRPP. Foi porque se constituiu e afirmou como vanguarda da classe operária e cabeça da luta pela destruição completa do Estado fascista e pela revolução proletária, que o MRPP foi atacado. 

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Há que entender a natureza das acções e esclarecer as ocultações!

Os trânsfugas do Partido tentam sempre apresentar uma justificação para os seus ataques e deserções, mas, mais tarde ou mais cedo, as suas tentativas de ocultação e embuste vêm sempre ao de cima.

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As lições do 25 de Novembro

 O texto que a seguir se publica é o traslado da intervenção do camarada Arnaldo Matos no Encontro Nacional de Quadros e Activistas da FEM-L, na Reitoria da Cidade Universitária, a 6 de Dezembro de 1975. É um interessantíssimo e precioso testemunho dado a pouco mais de uma semana depois dos acontecimentos, muito exactamente documentados, descritos e explicados. Pelo seu elevado valor histórico e científico é muito oportuno vir de novo a público.

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Não esqueceremos Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa!

  ComitesRibeiroSantosPeloPovoTudoDarPorMelhoresDiasResistenciaRSASOs camaradas José António Ribeiro Santos e José Alexandrino de Sousa foram e são dois inquestionáveis revolucionários, quadros servidores do povo oprimido e trabalhador, e sobretudo, dois comunistas marxistas de primeira água! A esmerada acção destes camaradas, em favor do Partido e da Classe Operária portuguesa reveste-se de uma considerada e singular importância!

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Sigamos o Exemplo Revolucionário do
Camarada Alexandrino de Sousa

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 A Luta de Classes no Partido do Proletariado

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Internacional

Um perigoso desenvolvimento esperado da guerra imperialista em curso

O “roberto” Jens Stoltenberg afirmou, quinta-feira passada, que a NATO acolheria a Suécia e a Finlândia "com os braços abertos" caso apresentassem a sua candidatura de adesão à organização, uma decisão que, segundo o que os seus manipuladores lhe mandaram dizer, dependeria só desses dois países.

Se a NATO fosse o que diz ser, o papagaio Stoltenberg tinha sido imediatamente despedido em desonra. Um seu secretário-geral não poderia nunca, em nome de uma organização que segundo os seus próprios estatutos só admite novos membros com o acordo unânime dos seus membros, dizer que acolheria novos membros “com os braços abertos” sem ter previamente esse acordo unânime. E não tinha: primeiro a Croácia e depois a Turquia atreveram-se a afirmar não estar de acordo. Portanto o normal seria: RUA!

Mas a NATO não é nada disso! E se a Stoltenbergues já ninguém ligava que não fosse como voz do dono, a afirmação só confirmou, de voz certa, o que o dono vai fazer acontecer.

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O imperialismo ocidental, fazendo-se herdeiro dos pergaminhos nazis da psico-guerra, assaltou as redacções de toda a imprensa no Ocidente tornando-as meros executores da sua política de conquista de corações e mentes baseada nas mais asquerosas mentiras para uma guerra de rapina dos países e de opressão e agravamento da exploração do proletariado. As que não podia controlar erradicou da visão do público replicando "democraticamente" a censura das velhas tiranias. Não são só as torções mais grosseiras dos factos apresentadas como verdades e marteladas até à exaustão que fazem este aspecto da guerra, as tácticas são múltiplas e sofisticadas, mas servem todas os seus objectivos mesquinhos e criminosos. É dessa parcela da guerra sem explosivos, mas igualmente mortal, que tratamos neste artigo

 

 Crimes de guerra e psico-guerra (1)

O mote

VasilyBykovAs primeiras notícias da resposta ucraniana à invasão russa davam conta, através de uma gravação áudio, de que um grupo de 13 marinheiros ucranianos, colocados na defesa da ilha de Zmiiny, perante o ultimato russo para que se rendessem responderam "navio de guerra russo, vão-se lixar". Houve até um comentador “especialista em questões russas” e com base em “informações, obtidas de fontes locais, quase certas mas ainda não totalmente confirmadas”, a dar conta de que os russos haviam fugido com o rabo entre as pernas e que nem sequer tinham evitado o afundamento do navio, tudo isto devido à coragem e inteligência dos marinheiros ucranianos e apesar dos fraquíssimos meios de que dispunham.  Era o David a derrotar o Golias.

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Comentário relativo à situação na Ucrânia

 O acordo em 1989 era que a NATO não se expandisse para além da Alemanha – o partido democrata americano quebrou tudo!

A "União Europeia é a guerra" já alguém dizia isso.

Eu, quando conheci Arnaldo Matos em 31 de Janeiro de 2015 na manifestação "não tap os olhos", no aeroporto, uma das coisas que comentei [a respeito da situação política mundial e na Ucrânia foi] “voltámos a 1914" para lembrar que a I Guerra Mundial começou nos Balcãs [com um acontecimento que parecia não ir desencadear uma guerra mundial].

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O Imperialismo, a Guerra  e a Partilha do Mundo

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A propósito dos acontecimentos em Cuba

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OS JOVENS DESEJAM ACABAR COM O CAPITALISMO, E MUITO MAIS...   

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As Represálias que se Seguem à Derrota Militar de Israel

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A crueldade é um lamentável efeito secundário

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          Mundial de 2022 - Catar    Ler




Política geral

 Viva o 1.º de Maio!

A Luta da Classe Operária pela sua Emancipação!
O 1.º de Maio é um dia de luta, de luta dos trabalhadores

A escolha do dia 1.º de Maio como data representativa da luta dos trabalhadores contra a classe que a oprime e explora, contra a escravidão assalariada, contra o capital corresponde a uma decisão do Congresso Socialista Internacional realizado a 14 de Julho de 1889, em Paris, e comemorou-se internacionalmente, pela primeira vez, em Maio de 1890 em homenagem aos mil e quinhentos operários de Chicago, que no dia 1.º de Maio de 1886, numa movimentação mais ampla que englobou mais de 350 000, se reuniram em luta pela jornada de trabalho de 8 horas e foram massacrados, seguindo-se a prisão de um grupo de dirigentes operários, após a explosão de uma bomba lançada por um provocador da polícia durante um comício de protesto.

Nessa data, já o Manifesto do Partido Comunista tinha sido publicado (1848), apresentando o programa/estratégia dos comunistas, simultaneamente condensado na palavra de ordem “Proletários de todos os países, uni-vos”, pretendendo-se significar com essa frase que a classe operária só sairá vitoriosa dessa luta se a fizer num âmbito internacional, não nacional (não significa isto que não se faça a revolução nos países em que existam condições para tal) e se a fizer autonomamente, ou seja, lutando pelos seus objectivos próprios (a emancipação da classe operária é da própria classe operária) numa organização autónoma. Na palavra de ordem também está contida a ideia, hoje tão importante, de que os operários não têm pátria e “não têm pátria antes de fazerem a revolução. (…)”

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Parlamento burguês, governo e presidente da República de joelhos perante o imperialismo americano

 A via nunca poderá ser apoiar um imperialismo para combater o outro!

Numa posição de completa subordinação, submissão e obediência servil, todos os órgãos do poder e seus representantes cumpriram o ritual pré-estabelecido e foram ao beija-mão virtual de Zelensky, o alter-ego de Biden, prestando, desse modo, vassalagem e todo o apoio ao imperialismo americano, à NATO, ao imperialismo europeu, concordando e assinando a vinculação nacional à terceira guerra mundial. A História por mais que a branqueiem não vai esquecer a sua responsabilidade neste acto criminoso.

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Recebemos da Associação Portuguesa de Deficientes (APD) o, nas actuais circunstâncias de terror mediático, corajoso comunicado que abaixo transcrevemos na íntegra:

 ComunicadoAPD

SOBRE A DECISÃO DISCRIMINATÓRIA DO COMITÉ PARALÍMPICO

 O Comité Paralímpico tomou a insólita e grave decisão de banir os atletas russos e bielorussos com deficiência dos Jogos Paralímpicos Inverno Pequim 2022.

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Um projecto de reindustrialização burguês

O thatcherismo, a partir de meados dos anos 70 do século passado, deu a estocada final na hegemonia do sindicalismo economista (em alusão à categoria leninista) europeu e marcou o início da forte desindustrialização da economia do velho continente. Os capitais europeus encontraram força de trabalho disciplinada e baixíssimos salários sobretudo na Ásia, com o contributo determinante da China denguista.

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A pseudo igualdade e liberdade apregoada pela democracia burguesa e os dinheiros da campanha!

As eleições provocadas de forma interesseira e consciente pelos partidos parlamentares (todos, sem excepção) e marcadas pelo presidente da República para o dia 30 de Janeiro devem merecer a nossa atenção no que toca à cada vez mais clara natureza da chamada democracia, que passa, agora, sem qualquer véu, pelo despudorado afastamento dos que se opõem ao sistema.

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O PARLAMENTO BURGUÊS FALIU!

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Costa e os ingénuos

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Teatro orçamental

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A OUTRA REVOLUÇÃO CULTURAL

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Uma Mudança de Métodos

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Os detentores do capital representados nos tumultos da luta de classes

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 Caracterização de um presidente

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 A casa da música dá música aos trabalhadores desafinados

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 O que é que se comemora no dia 25 de Abril?

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Operação Marquês:
a histeria histriónica invade o espaço público

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 A TRANSIÇÃO DIGITAL E AS SUAS CADEIAS: PRÓDIGOS DO CAPITAL E DA SUA CLASSE

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Ensaio

INFLACÇÃO:
PARA O ESTADO BURGUÊS UM IMPOSTO, A SOBREVIVÊNCIA PARA O CAPITAL!

Para os economistas burgueses a inflação tem diversas causas e diversos efeitos conforme sob que aspectos é vista: inflacção de procura, inflacção de custos, inflacção estrutural; inflacção e crescimento económico, efeitos distributivos da inflacção, efeitos da inflacção sobre as empresas e inflacção, a balança de pagamentos e a taxa de câmbio (ver AAVV, A Inflacção, Salvat Editora, 1979).

Mas cientificamente a inflacção resulta tão só duma desordem na produção em contexto de apropriação de mais-valia – e o efeito é o saque que a inflacção proporciona.

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AS ARMAS

 São operários que fazem as armas que matam na guerra militares e civis, que destroem edifícios e viaturas, cidades e fábricas, hospitais, museus, escolas e creches, redes de água e de electricidade, árvores e flores, que contaminam solos e aquíferos e empestam o ar com a sua química mortífera.

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A vida de um cantoneiro em Portugal!

Este artigo demorou a ser publicado, porque o capitalismo resolveu novamente fazer das suas! O nosso camarada/correspondente do Norte, e entrevistado neste artigo, esteve num total estado de estagnação, ...

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Local

 Liberdade de expressão para a burguesia é isto

Em Lisboa e Setúbal tem sido o P“C”P, no Porto o MA“S” e os fascistas, em Braga o P“S”. Desta feita, em Aveiro, o ataque à propaganda do Partido foi levado a cabo pelo PPD/PSD com proveito próprio e dos seus compagnons do P“S”, muito no espírito de bloco central defendido por aquela facção burguesa. O lugar do nosso MUPI era bom e faria “sombra” aos Outdoors deles...

MUPI123

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 ComunicadoSinaga202110044Um ataque violento que se abate sobre o movimento operário nos Açores

 

 

ComunicadoSinaga202110043A organização do nosso Partido na Ilha de São Miguel desencadeou hoje uma acção de agitação e propaganda  junto da fábrica de açúcar - Sinaga, com a distribuição de um clarividente comunicado, onde denuncia e retrata os crimes das sucessivas administrações da Sinaga e dos Governos Regionais da burguesia contra a classe operária açoriana, a história do movimento operário nos Açores, como também em relação à memória da indústria açórica, e daqueles que laboraram durante décadas a fio numa das mais importantes unidades fabris em território regional açoriano. Terminada a distribuição às portas da Sinaga, os camaradas António Vital, José Afonso Lourdes e Pedro Leite Pacheco que compunham a brigada, continuaram a sua acção de agitação e propaganda revolucionárias nos arredores da fábrica, onde auscultaram as amplas massas populares, obtendo testemunhos de indignação em resposta ao vil ataque àquela unidade fabril e ao seu património histórico, dizendo que o Governo Regional em conluio com a administração canalha da fábrica, iniciaram a destruição de várias máquinas da Sinaga, muitas dessas com um valor considerável.

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Porto

  Como Se Faz Vigarice Chamando-lhe Investimento

SelminhoA vigarice, a especulação imobiliária e a corrupção infestam o nosso país. A autarquia do Porto não foge à regra. O presidente da Câmara, o reizinho Rui Moreira, é arguido no "caso Selminho", que vai a julgamento a Novembro. Moreira assinou uma procuração para a Câmara negociar com a empresa de que também é sócio, num negócio em que a família do autarca ganhava sempre. Um belo exemplo de rectidão e virtude. Este senhor só merece cair, tal como os Berardos, os Vieiras, os Salgados, os banqueiros, os políticos da máfia e do sistema e todos os outros bandidos, essa corja sem nome que rouba o povo.

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Um horizonte de luta dura para uma vitória certa!

Se há um número capaz de traduzir a situação em que se encontra o proletariado em Portugal ele é 830 320, o número de famílias, cerca de 22% do total, que o governo reconhece não terem capacidade para suportar os aumentos dos preços dos bens essenciais verificados desde finais de Fevereiro deste ano. Diga-se: que o governo reconhece… na prática são muitas mais.

Como é que se chega a uma situação em que muito mais do que um quinto da população nem sequer consegue ter recursos suficientes para se alimentar? Aumentando o saque sobre quem trabalha que é o que os governos da burguesia têm andado a fazer. De três formas: destruindo brutalmente forças produtivas, reprimindo a luta e a organização dos trabalhadores e acorrentando os trabalhadores portugueses aos interesses imperialistas.

LOGO SPFundoAmareloEm Portugal menos de 8% dos trabalhadores do sector privado são sindicalizados. A grande maioria encontra-se despojada de ferramentas organizacionais, institucionais, jurídicas, que lhe permita fazer face à exploração, à precariedade, aos baixos salários, ao assédio laboral, às más condições de trabalho. Sem estes meios, a defesa dos seus mais elementares interesses torna-se impossível e a aquisição de força capaz de impor reivindicações a nível nacional uma autêntica miragem.

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Movimento Operário e Sindical

A PESCA E OS PESCADORES
O tempo, o preço e o capital

O tempo, o preço e o capital, são os três problemas maiores da pesca e dos pescadores.

O capital, por esmagar uns e adular e corromper outros.

O preço do peixe, pela incerteza que informa a sua venda em lota.

O tempo, ao permitir ou não permitir condições para a pesca.

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Castro Verde – mina Neves-Corvo

“Dantes usava-se um canário numa mina,
agora usa-se um jogador de futebol”

NevesCorvoÉ este o desabafo de revolta de um operário perante a evidência do agravamento progressivo das condições de segurança que os mineiros são obrigados a suportar.

Em 26 de Junho de 2015 foi uma plataforma elevatória na lavaria de zinco que “se virou” e arrastou para a morte o Tiago Gonçalves de 27 anos e um outro camarada para o hospital, em 26 de Setembro de 2020 foi uma derrocada que levou o Sérgio Delfino de 44 anos e, ao mesmo tempo, criou 2 novos órfãos; em 30 de Março foi a vez dos gases venenosos e do Filipe Venâncio. Os bombeiros bem tentaram trazê-lo à vida, mas não conseguiram.

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POR UMA DIRECÇÃO COMUNISTA NA LUTA DOS TRABALHADORES DA GROUNDFORCE!

GroundForceGreveOs empresários públicos e privados exigem mais-valia no negócio da compra da força de trabalho dos operadores aeroportuários impondo ressarcirem-se do investimento com o dinheiro publicamente sancionado pelo Estado burguês.

Pelo seu lado os trabalhadores aeroportuários lutam pela segurança de vida e pelo pão para a boca em troca da sua prestação profissional.

A tão falada quanto equivocada mais-valia nada mais é do que horas de trabalho não pagas pelo salário recebido pelo trabalhador em troca da sua força de trabalho alienada ao empresário.

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Volkswagen Autoeuropa - Palmela

UM MUNDO NOVO NÓS OPOMOS AO MUNDO PARASITÁRIO!

AutoeuropaO tempo do escravo é o tempo do senhor: deve totalmente vida e morte o escravo ao senhor.

A revolução burguesa abole a propriedade privada dos produtos do trabalho pessoal e transforma a força de trabalho em mercadoria que o detentor põe à vendapara a compra do que precisa para sobreviver.

Face a face são aparentemente ambos livres, vendedor e comprador da força de trabalho – não fora este ter o monopólio dos meios de produção e aquele destituído de outros bens transaccionáveis para além da sua força de trabalho!

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IBERODYE - Vila do Conde

52 TRABALHADORES ATIRADOS PARA O DESEMPREGO"ESPERO QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGUE"

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 Eurest

Portugal – uma terra de oportunidades para os oportunistas

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LASA – Guimarães

Trabalhar na terça de Carnaval?!! Porquê?

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Como se Faz a Transição Energética em Tempos de Pandemia e Confinamento

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A Luta dos Mineiros da Panasqueira

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 TAP: uma “reestruturação” sem surpresas!

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Luta – Unidade – Vitória

Contexto económico, político e social

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Partido

De plagiador compulsivo a ladrão intelectual – eis o perfil de Luís Júdice

Como é do conhecimento recente dos nossos leitores, a redacção do Luta Popular on Line denunciou publicamente e veementemente a conduta e os abusos do seu ex-redactor-chefe, Luís Júdice, pelo facto de se apropriar de textos e partes de textos de outros autores, assinando os mesmos como da sua lavra/autoria, nomeadamente, os que estão publicados no Webmagazin "Les 7 du Québec”.

No contexto dessa honrosa tomada de posição pela redacção do nosso jornal, a agonia de Luís Júdice foi de extrema notoriedade, ao tentar desesperadamente inverter os factos, procurando encontrar justificações totalmente surreais, absurdas e ausentes de qualquer base de sustentação minimamente credível!

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Pela Boca Morre o Peixe

O povo tem uma expressão “Pela boca morre o peixe” que se adequa perfeitamente à tentativa de Júdice para justificar o injustificável, ou seja, o seu  “método e arte” de produção de textos.

Na verdade, não conseguindo negar a cópia/plágios de textos (não há como fazê-lo – os textos copiados existem para o confrontar) vem agora, pelas suas próprias palavras, e numa tentativa desesperada, assumir que copiou aquele e outros textos como, por exemplo,  parte do texto: Irão: um assassinato prenunciador da guerra imperialista!, argumentando de forma ardilosa e conscientemente omissa que não assinou o texto sozinho! E aqui está mais um traço da sua  desonestidade intelectual! É ele próprio que destrói a imagem de grande intelectual e ideólogo que laboriosamente quis aparentar.

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A desonestidade intelectual é um traço que define o carácter dos oportunistas

Muitos leitores nos têm questionado sobre a razão pela qual o Luta Popular deixou de publicar artigos do ex-redactor Luís Júdice.

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Recebemos de um nosso leitor e antigo militante da RPAC quando esta organização de soldados actuou nos quartéis contra a guerra colonial-fascista, a oferta deste poema, escrito em Fevereiro de 2019:

Homenagem a Arnaldo Matos

A morte não é o fim
Não se matam pensamentos vivos
A dor fisica passa a cada vez
Numa vida longa de combate
Carregar a dor de tantos é cruel
É o caminho do marxismo
De quem não recusa dar mais
Ver os proletários no seu lugar
Que pensar é revolucionar
Ver mais longe é avançar
Que lutar é ousar
Não seria eu, não seria digno
A ver a dor e sangue ao meu lado!

Alberto de Sousa
Fevereiro/2019

Notícias da evocação do camarada Arnaldo Matos

Nos passados dias 21 e 22 deste mês, no Porto, na Gafanha da Nazaré, em Lisboa e um pouco por todo o país, os militantes e simpatizantes do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) evocaram  camarada Arnaldo Matos pelo estudo e pela discussão de documentos que o camarada nos deixou, especialmente o importantíssimo discurso e sequente debate no 1.º de Maio Vermelho de 2018.

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Presencialmente ou por vídeo-conferência, em reuniões alargadas ou isoladamente, os camaradas pegaram em aspectos da obra do camarada, particularmente aqueles que consideraram mais pertinentes para a acção de cada organismo, que estudaram e, quando colectivamente discutiram, com o ânimo próprio de quem luta pela instauração do modo de produção comunista.

A  principal alocução proferida no Porto, nesse propósito a 21 de Fevereiro e em nome do Comité Distrital do Porto, transcrevemo-la aqui, na íntegra:

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O Marxismo é a nossa Estratégia


Evocar o Camarada Arnaldo Matos

Passam, na próxima segunda-feira, dia 22 de Fevereiro, dois anos após o desaparecimento físico do camarada Arnaldo Matos.

Na impossibilidade de uma homenagem presencial, o Comité Central, conclama todos os militantes e simpatizantes para, de uma forma organizada (como já está a acontecer) ou, se tal não for possível, individualmente, estudarem e discutirem os documentos que o camarada nos deixou, com destaque para a importantíssima intervenção no 1.º de Maio de 2018, que se constitui como um verdadeiro programa para o Partido e para o movimento comunista, apontando o Marxismo como a nossa estratégia, ao mesmo tempo que releva a necessidade de se fazer uma reflexão sobre os erros cometidos durante os processos revolucionários de 1917 e 1949, como condição essencial para rejeitar de forma fundamentada e determinada a ideia da inviabilidade da sociedade comunista, provando simultaneamente que sociedade da democracia capitalista liberal não é “o estádio final do processo histórico”, como os ideólogos do capitalismo pretendem vender.

Contudo, a verdadeira homenagem, a autêntica celebração só adquire significado se se transformar em movimento, em acção, em prática.

A verdadeira evocação ao camarada é feita diariamente no trabalho e na luta pelo reforço organizativo do Partido, pelo seu alargamento, pelo contacto com as massas, pela divulgação dos estudos, análises e reflexões, objectivo que o Comité Central tomou em mãos, dando continuidade a essa divulgação no Luta Popular online e com o lançamento da colecção dos Cadernos Arnaldo Matos.

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O fascismo do PS de Costa não é de hoje. O camarada Arnaldo Matos já o havia denunciado mal os primeiros traços do mesmo se manifestaram da pior maneira, no governo anterior, como a sequência de tuítes, que agora republicamos no Luta Popular, demonstra.


O PS no Poder é a Reacção no Poder!

É preciso dizê-lo sem medo, com a coragem necessária e com todas as letras: o Primeiro-Ministro António Costa e o governo do PS a que preside são um coio de reaccionários fascistas, da mesma natureza de Salazar e de Caetano.

Tal como Salazar e Caetano nos seus tempos, Costa e o seu governo, enviaram na última quinta-feira, e lá a mantiveram na sexta-feira e hoje sábado, um corpo da Polícia de Choque, para pôr termo a uma greve dos estivadores precários do Porto de Setúbal.

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Eleições Legislativas 2022

A Repetição da Votação no Círculo da Europa

A Farsa Continua

Desde o primeiro dia em que se perspectivaram as eleições antecipadas de 30 de Janeiro, que o PCTP/MRPP as considerou uma das maiores farsas eleitorais da democracia burguesa. Hoje confirma-se objectivamente esta afirmação.

A contagem dos votos dos círculos da Europa e Fora da Europa, aplicando-se critérios diferentes, que já não serão alterados, apenas rasgou, pelo descrédito, o véu do “vale tudo”.

A afirmação do camarada Arnaldo Matos, no artigo, de 2015, Os Ladrões de Quatrocentos mil Votos, “O que se está a passar não é apenas um roubo sistemático do trabalho, dos salários, das pensões, do emprego, da saúde, da educação e da cultura; é também um roubo sistemático da liberdade, da democracia, dos direitos civis, humanos e políticos.”(negrito nosso) — continua bem actual, e traduz o desprezo que o Estado tem por aqueles que obrigou a sair do país.

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A Reconfiguração do Parlamento

Os resultados divulgados no final da votação para a Assembleia da República, no dia 30 de Janeiro vieram confirmar o que já tínhamos previsto: a necessidade de reconfiguração dos poderes legislativo e executivo, com a conivência do Presidente da República, para, assim, responderem, agora, com o argumento da “legitimidade” desses resultados, às exigências e necessidades do capital.

Recorrendo a todos os instrumentos que o poder lhes concede, seja financeiro, seja ideológico, incluindo a manipulação dos órgãos de comunicação, que também têm donos, formou-se um parlamento constituído por uma maioria do P“S”...

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-Tempos de Antena AR2022 3TV

-Entrevista de José Marrucho pela Rádio Cova da Beira

-Entrevista de António Vital pela RTP Açores

-Entrevista de João Ponte pela Rádio Univ. de Coimbra

-Tempos de Antena AR2022 3Rádio

-Tempos de Antena AR2022 2TV

Resumo do Programa

ResumoProgramaFora

ResumoProgramaDentro

 





-Tempos de Antena AR2022 2Rádio

-Tempos de Antena AR2022 1Rádio

-Tempos de Antena AR2022 1TV

- O pescador não é escravo!

capaFrente

Tempos de Antena

TemposAntena

- Entrevista à Lusa da camarada Cidália Guerreiro


As Próximas Eleições Burguesas de dia 30 de Janeiro

 A intervenção do Partido

Terminou ontem, dia 29 de Dezembro, o prazo para admissão definitiva das candidaturas às eleições antecipadas para a Assembleia da República de 2022, a terem lugar no próximo dia 30 de Janeiro.

O Partido apresentou, e foram admitidas, candidaturas a nove círculos eleitorais: Aveiro, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Açores e Europa.

Encontrando-se o Partido num momento de reorganização e reforço das suas fileiras, e com uma situação financeira bastante difícil, a decisão da apresentação de candidatura a estas eleições antecipadas não foi pacífica, pois apenas uma pequena maioria dos militantes reunidos em reunião alargada, no dia 14 de Novembro e, posteriormente, em reuniões das várias organizações se manifestou pela participação nas eleições. O prazo para a organização e preparação das candidaturas foi, portanto, bastante curto: 36 dias.

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