IRÃO - GOVERNO PORTUGUÊS COLOCA-SE
NA POSIÇÃO DE CRIMINOSO DE GUERRA
O bando de genocidas que se autodenominam israelitas emparelhado com o bando imperialista americano atacou, hoje de manhã, com a crueldade que caracteriza ambos, áreas civis iranianas, incluindo duas escolas, assassinando 85 iranianos, entre os quais 55 crianças que se encontravam em duas escolas que nesse ataque foram destruídas, o que não só viola o direito internacional como constitui crime de guerra.
O Irão, suportado pelo direito internacional, respondeu alvejando bases ianques situadas no Bahrein, no Catar, nos Emiratos Árabes Unidos e na Arábia Saudita e quartéis dos sionistas na parte da Palestina roubada a 14 de Maio de 1948.
Perante isto o que fez o governo português? Em vez de apoiar o exercício do direito de defesa do Irão ao ataque criminoso de que foi vítima, de condenar a violação clara do direito internacional por parte do bando de genocidas sionistas e dos seus comparsas imperialistas e, mais grave ainda, de impedir o uso do nosso território para a violação do direito internacional e a perpetração de crimes de guerra, apelou ao “desescalamento” do conflito, condenando implícita e até explicitamente a legítima resposta iraniana, e acha que nada tem a ver com a utilização pelas forças agressoras da base das Lages e do espaço aéreo português para a realização dos seus crimes.
Na mesma linha vai a imprensa burguesa que “encontra” entre os iranianos apoiantes do ataque sionista-imperialista e, é claro, do regime torcionário do xá, mas, estranhamente, não consegue encontrar nenhum que condene a violação do seu próprio país. Ou talvez não estranhamente pois qualquer iraniano residente no Ocidente sabe que se manifestar publicamente a sua condenação do ataque criminoso sionista-imperialista ficará marcado como terrorista e sujeito a perseguições e possível assassinato.
