Greve da fome, em defesa da Palestina
Nuno Gomes, residente na zona de Coimbra, um activista que luta pelos direitos humanos, defensor da causa Palestiniana, resolveu permanecer frente à Assembleia da República, em greve da fome, desde o dia 1 deste mês, em protesto, pela forma como o governo português está a agir perante a política de genocídio que está a ser levada a cabo diariamente pelos sionistas do governo de Israel, com a colaboração dos Estados Unidos da América a esta agressão com bombardeamentos constantes ao povo da Palestiniano, e em não reconhecer o direito a autodeterminação, independência da Palestina.
Deste modo, Nuno Gomes, enviou um Manifesto aos deputados e ao presidente da Assembleia da República, explicando os seus fundamentos, onde exige que o governo português apoie a luta deste povo, reconhecendo a Palestina como Estado de pleno direito, tal como já fizeram 146 Estados em todo o mundo, esperando assim, ser recebido pelos grupos parlamentares.
O jornal Luta Popular, órgão central do PCTP/MRPP, está solidário com esta causa, e vai acompanhar, dando mais pormenores, visto tratar-se de um genocídio perpetrado a este povo e levado a cabo por um bando de criminosos sionistas do governo de Israel, contando com a cumplicidade de vários países, incluindo uma grande parte dos países da chamada União Europeia, isto devido aos grandes interesses económicos, não interessando aos governos destes países, as vidas e o sofrimento destas populações palestinianas.
Viva a luta do Povo da Palestina!
Palestina vencerá!
N. S.
4/7/2025
