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Política geral

A Grande Revolta dos Agricultores

Descontentes com os cortes nos apoios da Política Agrícola Comum (PAC), os agricultores portugueses bloquearam e ainda cortam estradas de Norte a Sul do país. Os agricultores queixam-se da falta de apoios para fazer face ao aumento dos custos de produção e à concorrência de alimentos importados mais baratos. Contestam ainda os baixos rendimentos e as condições do sector, argumentando que não estão a ser apoiados como acordado para cumprir as regras de protecção ambiental. Os protestos têm sido levados a cabo pelo Movimento Civil dos Agricultores, um movimento espontâneo e apartidário. Ora, sem os apoios à agricultura, os campos ficam ao abandono. Sem produção agrícola nacional, o país fica entregue às importações e à dependência estrangeira.

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O Corrupto Albuquerque da Madeira, o Calado dos Ralis e o Bom do Montenegro a Ver

O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque (PSD), foi constituído arguido e encontra-se indiciado por crimes de corrupção e o bom do Luís Montenegro, líder do PSD e da AD, não lhe retira a confiança política.

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O fascista ventura

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Não Há Quem Escape à Sanha da Polícia Pidesca

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O FIM DO COSTA

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Internacional

Revolução em França e na Alemanha

Centenas de milhares de pessoas manifestaram-se por toda a França contra a contestada lei da imigração 3 dias antes do Conselho Constitucional anunciar a sua decisão sobre a validade da lei. No total, foram convocadas 164 marchas em todo o país para protestar contra o que os organizadores consideram "uma viragem perigosa na História da República", segundo o manifesto assinado por 201 personalidades de diferentes áreas da vida pública. Em Paris, os manifestantes foram mais de 100 mil. Entre os participantes, encontravam-se figuras do mundo artístico e político – da França Insubmissa, do PS e do PC.

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O Genocídio do "Bibi" Nazi, os Povos do Mundo que se Levantam, a Resistência dos Hutis e a Matança dos Jornalistas

 Um Tribunal da ONU (O Tribunal Internacional de Justiça - TIJ) iniciou um processo contra o Estado de Israel por genocídio. A África do Sul, já apoiada pelo Brasil de Lula, foi quem deu início ao processo. A África do Sul alega que Israel está a violar a Convenção Contra o Genocídio de 3 modos: está a cometer genocídio, não impediu o genocídio e não impediu e não puniu o incitamento ao genocídio.

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Um Santarrão Cobarde na ONU

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Alto ao genocídio na Faixa de Gaza!

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Local

Algarve

O Algarve sem Água enquanto o PS e o PSD
se Autossatisfazem com a Cadeira do Poder

A seca prolongada e a escassez de água no Algarve assumem contornos dramáticos. Os anos sucessivos de seca são "resolvidos" pelo governo Costa ou por Pedro Nuno Santos ou pelo troca-tintas do Montenegro com corte no abastecimento de água nos vários sectores a partir de Fevereiro. Se a precipitação ao longo do ano não for suficiente, como é previsível, o Algarve arrisca-se a chegar ao fim de 2024 sem água disponível.

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Póvoa de Varzim

 

A Queda dos Amigos da Cultura
na Câmara da Póvoa de Varzim

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Vila do Conde

 O Vigarista da Câmara de Vila do Conde
Não Respeita o Ambiente

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Dar Voz a Quem Não Tem Voz

Oeste

Um exemplo de liquidação do SNS

Recebemos de um nosso leitor a carta que expressa a preocupação quanto ao previsível encerramento do hospital de Torres  Vedras e que, abaixo, transcrevemos na íntegra 

Exmos Srs,

Meu nome é Patrick Francisco, tenho 46 anos, e sou residente em Torres Vedras.

Tomei a liberdade de deixar aqui uma reflexão sobre uma questão fundamental para os cuidados de saúde na Região Oeste de Portugal.

Um dos temas que tem suscitado grande preocupação entre os torrienses e em toda a Região Oeste, está relacionado com o acesso aos serviços hospitalares. Até agora, a Região Oeste tem sido servida por 3 Hospitais, nomeadamente em Torres Vedras, Caldas da Rainha e Peniche.

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Partido

HÁ 51 ANOS FOI ASSASSINADO PELAS BALAS DA PIDE, UM COMUNISTA! JAMAIS ESQUECER!

Honra ao camarada Ribeiro Santos!
O povo jamais o esquecerá!

 12 de Outubro de 1972, uma data que não poderá nunca ser esquecida, José António Ribeiro Santos, é assassinado pelos esbirros da Pide.
Ribeiro Santos militante da Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas (FEML) e militante do MRPP, por decisão do Comité Lenine, Comité Central do MRPP, na sua reunião Plenária do Outono de 1972, terá e deve ser lembrado como um Homem que ousou lutar por uma causa indestrutível, contra a exploração e opressão, dando a sua vida por esta causa.

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Honra ao camarada ALEXANDRINO DE SOUSA!
O povo nunca o esquecerá! A sua memória perdura!

Hoje, 9 de Outubro de 2023, prefaz 48 anos sobre o vil e traiçoeiro assassinato do heróico camarada Alexandrino de Sousa, então militante da Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas e por decisão do Comité Executivo do Comité Central reunido em 4 de Outubro de 1976, militante do MRPP desde a data do seu recrutamento para aquela organização comunista da juventude estudantil. Esta data nunca poderá ficar esquecida na memória de todos que ousam lutar, ousam vencer.

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Correspondências

A REBELIÃO DOS ARTISTAS
É FUNDAMENTAL
PARA A EDUCAÇÃO DO POVO E
PARA A REBELIÃO GERAL

Os artistas e os profissionais da cultura manifestaram-se à porta do Parlamento contra o reduzido apoio às artes e à cultura e contra o ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva. Marco Martins, cuja companhia, o Arena Ensemble, se viu excluída dos apoios, apontava o crónico “subfinanciamento da cultura” e, em particular, os problemas da Direcção-Geral das Artes, “sempre fora dos prazos, fora das regras, é uma instituição que funciona mal”. Instituições históricas como a companhia de teatro Seiva Trupe do Porto também se viram privadas de apoios.

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Uma expressão da revolta que grassa na população:

ACABEMOS COM A PALHAÇADA!
DERRUBEMOS O COSTA!

Nunca houve governo tão trapalhão e corrupto como o de António Costa. A sucessão de demissões, polémicas e aldrabices é reveladora de uma postura que não respeita o povo. Pedro Nuno Santos, Fernando Medina, Carla Alves, Alexandra Reis, Miguel Alves, outros tantos, e sobretudo o próprio Costa andam a gozar com a nossa cara...

Do nosso correspondente no distrito do Porto recebemos este artigo de denúncia de uma das formas como se expresa o capitalismo e o apelo ao seu derrube, que publicamos integralmente:

O Capitalismo, o Costa, o Marcelo, os Sem-Abrigo, a Miséria, a Revolução e a Justiça

A pobreza, a fome e a miséria agravam-se no país, tal como os casos de pessoas sem-abrigo, sobretudo em Lisboa e Porto. Eis o capitalismo no seu esplendor. Eis a máquina que agrava as desigualdades de forma gritante.
“Ele (patrão) dava pão para a gente comer e a gente trabalhava 8 horas nessa colheita de uva”, conta Tânia Melo, imigrante brasileira. A proposta de ganhar 80 euros por dia passou a 300 euros por mês, para depois passar a nada. Eis a escravatura.
Não lhes restou senão vir embora. “Tinha 50 euros no meu cartão. Os bilhetes de comboio para Lisboa eram a 19 euros cada um”, recorda Márcio André, companheiro de Tânia. Chegaram a Santa Apolónia com pouco mais de 10 euros no bolso. Nada lhes restou senão a rua.

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Do nosso correspondente no Alentejo recebemos esta carta, onde diversos aspectos da actual crise são relacionados, e que publicamos integralmente:

 Alto à penhora de rendimentos das famílias!

Irão escrever nos livros de história que a pandemia provocou inúmeros problemas à economia.
Não, não foi a pandemia, foram os 'nossos' governantes seguindo as ordens de Bruxelas com a cumplicidade dos deputados da Assembleia da República.
Restrições à circulação de pessoas e bens provocaram danos à economia que ainda continuam a ser contabilizados com a inflação a agravar.
Outro resultado foi o aumento da mortalidade porque as pessoas deixaram de ser acompanhadas nos Centros de Saúde e nos Hospitais.

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Póvoa de Varzim

 POVO DE RATES E LAÚNDOS
EM LUTA CONTRA A POLUIÇÃO

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Alentejo

  Seca nos Campos, Deserto no Governo

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Ensaio

Revolução burguesa e
revolução proletária

A moeda é a teia onde se movem os indivíduos nas sociedades humanas modernas.

A revolução burguesa fez-se, pois, com a transformação do dinheiro em capital e foi definitivamente vitoriosa ao fazer da moeda o santo e a senha de todas as relações e actividade humanas.

Sem dinheiro morre-se de fome mesmo que não falte comida. Com dinheiro o impossível faz fronteira sempre mais além.

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Guerra do pão

 

Sete cães a um osso! Tal a sanha da burguesia pelo controlo da exploração dos povos que a lógica do capital proporciona e obriga.

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INFLACÇÃO:
PARA O ESTADO BURGUÊS UM IMPOSTO, A SOBREVIVÊNCIA PARA O CAPITAL!

 Para os economistas burgueses a inflação tem diversas causas e diversos efeitos conforme sob que aspectos é vista: inflacção de procura, inflacção de custos, inflacção estrutural; inflacção e crescimento económico, efeitos distributivos da inflacção, efeitos da inflacção sobre as empresas e inflacção, a balança de pagamentos e a taxa de câmbio (ver AAVV, A Inflacção, Salvat Editora, 1979).

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AS ARMAS

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A vida de um cantoneiro em Portugal!

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Partido

Honra ao Camarada Arnaldo Matos

Os grandes não morrem, “libertam-se da lei da morte


Hoje, dia 22 de Fevereiro de 2024, não podíamos deixar de o assinalar como o dia em que o Partido, a classe operária – e não só no plano nacional – perdeu um dirigente, um estudioso do marxismo, verdadeiramente dedicado à emancipação da humanidade.

O homem que fundou o Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado, a 18 de Setembro de 1970, na clandestinidade e por necessidade histórica, assumindo-se em luta contra o movimento revisionista/social fascista, que travou uma luta prolongada pela criação de um verdadeiro partido comunista em Portugal é o que mais tarde, em 2017, continuando a mesma luta, apresenta a síntese do seu estudo do marxismo nas “Teses da Urgeiriça”, explicando porque falharam as Revoluções Russa e Chinesa, desafiando todos aqueles que pretendiam impingir a ideia de que tínhamos chegado ao fim da luta de classes. Este é um documento que, a par do estudo do marxismo, todos os comunistas têm de conhecer.

A homenagem que aqui prestamos formalmente, fazemo-la diariamente na luta dura e persistente que travamos contra um sistema que se serve de todos os meios e formas de ataques, quer interna quer externamente, para a destruição física e histórica do Partido.

 Tal como dizia o camarada” quaisquer que sejam os sacrifícios porque irá passar, qualquer que seja o tempo que demore o seu combate, e o seu combate só pode ser um combate prolongado, sabemos que o desaparecimento do capitalismo é doloroso, mas inevitável.

Estes cinco anos foram anos de resistência, de luta contra ideias revisionistas, liquidacionistas, fraccionastes, de descrença na revolução, mas todas com o mesmo objectivo – a extinção do Partido.


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Republicamos hoje, a título de editorial, um texto do camarada Arnaldo Matos, originalmente publicado a  21 de Abril de 2016, e que explana com clareza a posição política do Partido sobre as Forças Armadas ditas portuguesas


As Forças Armadas ao Serviço do Imperialismo

Arnaldo Matos

As Forças Armadas, de portuguesas, só têm o nome. As Forças Armadas ditas portuguesas são hoje um grupo de mercenários, lacaios do imperialismo americano, francês e alemão.

Todas estas tropas mercenárias deviam recolher a Penates, para serem imediatamente desmobilizadas.

Os portugueses não podem nem têm de pagar tropas para defender os interesses do imperialismo, precisamente aquele mesmo imperialismo que também explora o nosso povo em Portugal, nas fábricas que já não são nossas, mas francesas, inglesas, suecas e alemãs, nos bancos que são espanhóis, nos mares que já só falam castelhano.

A política externa de Portugal não é a política da guerra, mas a política da paz. Não sou só eu que o digo, mas é sobretudo o artigo 7º da Constituição da República.

Nas relações internacionais, Portugal rege-se pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

Por outro lado, Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de qualquer outra forma de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos políticos militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectivo, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

Finalmente, Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação, à independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.

(...)A classe operária portuguesa, assim como os proletários de todos os países, povos e nações oprimidas do mundo inteiro, sabem que as guerras movidas pelo imperialismo e seus lacaios, para explorar e oprimir os proletários e povos do mundo são guerras injustas, enquanto que as guerras dos operários, povos e nações oprimidas do mundo contra a exploração e opressão são guerras inteiramente justas.

Os trabalhadores e povos da África e da Ásia que vierem a ser oprimidos pelas forças armadas portuguesas, lacaios do imperialismo francês, alemão e americano, irão sem sombra de dúvida atacar o nosso país em Lisboa, em qualquer parte do espaço terrestre, marítimo e aéreo da nação portuguesa, assim como as forças armadas portuguesas tiverem aparecido a atacar esses povos nos seus países de origem.

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Movimento Operário e Sindical

Sobre a Luta dos Jornalistas do JN, do DN e da TSF.
Fora com o Galinha e com o Fafe!

O que o grupo Global Media pretende fazer aos jornalistas e aos outros trabalhadores do Jornal de Notícias, Diário de Notícias, TSF, "O Jogo" e "Dinheiro Vivo" é simplesmente execrável. O grupo mafioso do Galinha, do José Paulo Fafe, do chinês e de outros chacais do grande capital pretende despedir toda a gente e acabar com jornais centenários e uma rádio. De nada serviu a estes jornalistas terem-se vendido completamente `aos interesses gerais da burguesia, pois que esta facção, no seu melhor interesse particular, os despede.

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O que um operário consciente nunca esquece

"...o próprio desenvolvimento da indústria moderna contribui forçosamente para inclinar cada vez mais a balança a favor do capitalista contra o operário e que, em consequência disso, a tendência geral da produção capitalista não é para elevar o nível médio dos salários mas, ao contrário, para fazê-lo baixar, empurrando o valor do trabalho para, mais ou menos, o seu limite mínimo. Porém, se tal é a tendência dentro deste sistema, isto quer dizer que a classe operária deve renunciar a defender-se contra as usurpações do capital e abandonar os seus esforços para aproveitar todas as possibilidades que se lhe ofereçam de melhorar pontualmente a sua situação? Se o fizesse, ver-se-ia degradada numa massa informe de homens famintos e arrasados, sem possibilidade de salvação. Creio haver demonstrado que as lutas da classe operária em torno do nível de salários são episódios inseparáveis de todo o sistema de salariato; que, em 99 por cento dos casos, os seus esforços para elevar os salários não são mais do que esforços destinados a manter de pé um dado valor do trabalho e que a necessidade de disputar o seu preço com o capitalista é inerente à situação em que o operário se vê colocado e que o obriga a vender-se a si mesmo como uma mercadoria. Se os operários, nos seus conflitos diários com o capital cedessem cobardemente ficariam, sem dúvida, desclassificados para empreender outros movimentos de maior envergadura.

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Gencoal - Vila do Conde

A Revolta dos Operários das Conservas das Caxinas
e o Fascismo do Patronato

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Acidente mortal na mina de Aljustrel, mais um...

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A PESCA E OS PESCADORES
O tempo, o preço e o capital

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Castro Verde – mina Neves-Corvo

“Dantes usava-se um canário numa mina,
agora usa-se um jogador de futebol”

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O Primeiro de Maio é Vermelho!

Debate sobre as Teses da Urgeiriça
1 de Maio, 15:30,  sede nacional

O Primeiro de Maio é Vermelho! é a palavra de ordem do nosso Partido desde a sua fundação e não abdicaremos dela, seja em que situação for!

O Partido sempre celebrou o Primeiro de Maio – dia do trabalhador, desde 1889, como homenagem à luta dos operários de Chicago pela jornada das 8 horas – tanto na clandestinidade, sob a ditadura fascista, como na ditadura da democracia burguesa, tal como acontecerá este ano.

As circunstâncias ditam a luta e as formas de luta; neste momento, se bem que o capitalismo tenha entrado na sua última fase – o imperialismo − e estejamos a assistir ao combate pela sua sobrevivência, numa guerra inter-imperialista, que apenas tem como objectivo encontrar o modelo que se imporá, de acordo com o alinhamento das suas forças, sabendo de antemão que esse combate também pode levar à destruição da Humanidade, a classe trabalhadora tem de se preparar e organizar para se lhe opor.

As dificuldades que o Partido atravessa não são mais que reflexos do que se passa na sociedade: as dificuldades da classe operária e trabalhadora são as dificuldades do Partido e é isto que a história dos partidos comunistas ensina. Todos os partidos comunistas, nos momentos de maior opressão, sofreram perseguições e traições. Nada de novo, portanto.

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O fascismo do PS de Costa não é de hoje. O camarada Arnaldo Matos já o havia denunciado mal os primeiros traços do mesmo se manifestaram da pior maneira, no governo anterior, como a sequência de tuítes, que agora republicamos no Luta Popular, demonstra.


O PS no Poder é a Reacção no Poder!

É preciso dizê-lo sem medo, com a coragem necessária e com todas as letras: o Primeiro-Ministro António Costa e o governo do PS a que preside são um coio de reaccionários fascistas, da mesma natureza de Salazar e de Caetano.

Tal como Salazar e Caetano nos seus tempos, Costa e o seu governo, enviaram na última quinta-feira, e lá a mantiveram na sexta-feira e hoje sábado, um corpo da Polícia de Choque, para pôr termo a uma greve dos estivadores precários do Porto de Setúbal.

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