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O Partido presta homenagem à camarada Celina através das palavras do camarada Luís Gonçalves:

Celina Duarte
Para ti querida Celina Duarte.

Esposa da liberdade.
Companheira de um revolucionário.
Serás lembrada como uma senhora pela liberdade neste país.
Lembro-me de ti mais jovem com aquele olhar directo e muito presente que não aceitava a mentira e que sabia sempre quando estavas a mentir.
Em alturas de activa luta pela liberdade neste país, enquanto as outras esposas aproveitavam o leito para convencer seus maridos a desistir e a ficar em casa longe dos perigos do regime, Tu Celina estarias a dar força ao teu companheiro para continuar a lutar e para não desistir e ainda recrutaste mais mulheres para a frente e foste mãe sem ausência.
Não precisarás de mais palavras nem de mais lembranças pois até o Zeca te conhecia e nos seus concertos devido a ti o nome de Alhos Vedros surgiria.
01Mai2021

Política geral

O que é que se comemora no dia 25 de Abril?

Um pseudo incidente de exclusão num desfile, trouxe para o espaço público uma pseudo polémica em torno do significado e da comemoração do “25 de Abril”.

Ora, o que é preciso saber, desde logo, é o que, historicamente, estamos a celebrar. Qual o verdadeiro significado e a natureza de classe desse movimento da madrugada de 25 de Abril de 1974.

E, sobre isso, passados 47 anos, o PCTP/MRPP não tem dúvidas, nem mudou de posição, quanto à análise feita e apresentada pelo Comité Lenine nessa mesma madrugada. (Voltamos a divulgá-la para que não se esqueça, link).

O PCTP/MRPP, que, ainda, na clandestinidade, lutou contra o regime fascista, e que após o “25 de Abril” foi alvo de perseguições por parte do poder dele saído e do seu braço armado, o COPCON, tem toda a autoridade e o dever de não deixar passar todas as tentativas de ocultar ou ficcionar a natureza e carácter deste golpe militar.

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Operação Marquês:
a histeria histriónica invade o espaço público

Quer se considere as coisas pelo lado institucional, quer se considere pelo lado informal, uma evidência estalou: já ninguém alimenta qualquer ilusão sobre a seriedade da Justiça em Portugal, herdada que foi tal e qual do fascismo.

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 A TRANSIÇÃO DIGITAL E AS SUAS CADEIAS: PRÓDIGOS DO CAPITAL E DA SUA CLASSE

Tudo começou há muito tempo atrás, mas à distância de um botão pode ser apagado.

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 Dia 8 de Março – Dia Internacional da Mulher

A luta das mulheres pela sua emancipação da escravidão assalariada e da opressão social

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Depois do Sufrágio Eleitoral Presidencial

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Sobre a farsa eleitoral:
a universalidade do sufrágio é apenas virtual

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 As mentiras da Ministra da Justiça e os “grandes” argumentos de autoridade de Costa

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Herança dos idosos para encher a pança aos burgueses do capital

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Demissão no SEF é manobra de desresponsabilização do Estado repressor!

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Internacional

Mundial de 2022 - Catar

 O capitalismo previu e premeditou a morte de mais de 6500 pessoas!
O “fantástico” mundo deplorável e de alienação do futebol, serve para entreter o cidadão e matar gratuitamente quem morreu ao sol, trabalhando!

Primeira parte – Introdução

Capitalismo vs Comunismo – teoria

    Este título não deixa margem para dúvidas! É tal e qual o que aconteceu durante as obras de preparação do mundial de futebol de 2022 e o que acontece, diariamente, nas vidas dos trabalhadores. Todos sabemos que o modo de produção capitalista mata. Mas para o destruir temos de o conhecer.
    Ora vejamos: o processo/modo de produção capitalista é marcado por uma relação social em que vigora um antagonismo bem marcado: os que possuem os meios de produção, incluindo a compra da força de trabalho (capitalistas) e os que não os possuem (trabalhadores), que apenas têm a sua força de trabalho para vender. A pergunta que devemos fazer, em seguida, é:
     Mas, como é que a sociedade capitalista se reproduz e sobrevive?

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A alteração geopolítica no Golfo

Irão: um assassinato prenunciador da guerra inter-imperialista!

MedioOrienteO assassinato levado a cabo pelos serviços secretos de Israel, a famigerada Mossad, de Mohsen Fakhizadeh, considerado como responsável pelo programa nuclear iraniano, tem de ser contextualizada no quadro da corrida que, neste momento, se trava entre os blocos imperialistas – o dirigido pela China e o dirigido pelos EUA – no Médio Oriente.

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Saúde

A NUA REALIDADE DOS ENFERMEIROS – UMA EXPLORAÇÃO ATROZ E INDIGNA

O tratamento que tem sido dado aos enfermeiros nos últimos anos, com especial destaque para os dois últimos, é representativo da natureza dos vários governos e, neste caso, de um governo que se rege e é vassalo do sistema capitalista.

Não tenhamos, nem criemos ilusões quanto a isso. Os padrões estão totalmente distorcidos daquela que deveria ser a realidade quando se fala de uma área tão vital, numa altura como a que estamos a viver, cujos profissionais são continuamente solicitados e mobilizados, relevando-os ainda mais necessários e determinantes não só para o controlo, prevenção, cuidados e melhoria de todos os pacientes que foram, são e serão vítimas de contágio do vírus, mas para o que é mais urgente: poder atender todos os que precisam de cuidados médicos e que as estatísticas mostram ser efectivamente as grandes vítimas das decisões negligentes de um governo sem rumo e subserviente às orientações de Bruxelas.

Numa sociedade comunista, no modo de produção comunista, tal paradigma não terá lugar, mas mesmo numa democracia burguesa exige-se que a saúde deva ser uma das prioridades, colocando ao dispor dos cidadãos a gratuitidade e o acesso a todos os seus serviços e consequentemente dando condições dignas de trabalho aos profissionais de saúde. E mais que tudo o Sistema Nacional de Saúde não pode continuar a subsidiar o privado.

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Luto contra três gigantes, querido Sancho; estes são: o medo, que tem forte raigambre e que toma conta dos seres e os sujeita para que não ultrapassem o muro do socialmente permitido ou admitido; o outro é a injustiça, que subjaz no mundo disfarçada de justiça geral, mas ...

O confinamento capitalista autodenuncia-se e anuncia o seu fim

Falar sobre o confinamento é tão vago como o próprio confinamento.

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A escandalosa situação dos contratados no Serviço Nacional de Saúde

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 2020 - Maior índice de mortalidade desde 1920!

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Balanço trágico entre “menos mortes” Covid-19 e mais mortes não-Covid!

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Açores

SATA

UM BRAÇO DE FERRO ENTRE O CAPITAL E O TRABALHO!

O que está a acontecer com a SATA, aliás, como ocorre também com a TAP, é o resultado das opções económicas da burguesia acolitada por uma pequena burguesia cheia de ambição pessoal e duplicidade política, sem outro horizonte económico para além da exacção burguesa, lançadas pós 25 Abril de 1974 para a liderança do Estado em Portugal, tendo para o efeito particular relevância a integração que fizeram do país como membro da CEE, hoje UE, à socapa do povo português, e a não menos indiscutida adesão à chamada moeda única europeia.

Como na altura o PCTP/MRPP isoladamente afirmou, não era Portugal que entrava na CEE, era a CEE que entrava em Portugal. E entrou e impôs-se em grande! E há que lembrar que se aquando da formação da nacionalidade, no século XII, não interessava à centro europeia casa de Borgonha, de que Afonso Henriques era filho, uma Castela toda poderosa a controlar a terra e o mar na extremidade ocidental da Europa, agora só juntamente com Espanha é que Portugal foi admitido como membro da CEE - uma significativa diferença a ter em conta!

Quanto à moeda única, é bom lembrar que a cunhagem de moeda sempre foi assunção de soberania e instrumento de controlo económico, e o que na ideia pequeno-burguesa se desenhava como uma vantagem sem direito a referendo popular revela-se hoje como fonte de problemas cada vez mais perigosos de resolver a contento dos portugueses mais do que nunca esbulhados no seu próprio país.

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Arnaldo Matos: Um intrépido dirigente e combatente marxista!

AMEvocacao2Ano1No próximo dia 22 do corrente mês, assinalamos dois anos do desaparecimento físico do maior marxista português, o eminente camarada Arnaldo Matos! A morte inesperada do camarada Arnaldo Matos constituiu uma terrível perda tanto para a classe operária, como para o seu Partido de vanguarda, o PCTP/MRPP.

Falar no camarada Arnaldo Matos não é coisa fácil, muito pelo contrário, é algo complexo e de uma abrangência enorme, quer pelos mais variados domínios em que o camarada Arnaldo Matos participou e interveio, quer pela sua forte e justa personalidade, sempre brilhante e claramente meritória! Desde tenra idade, o nosso saudoso camarada Arnaldo Matos envolveu-se nas mais diversificadas lutas pela libertação do ser humano do jugo, da servidão, e do crescente pauperismo, que a burguesia e o seu modo de produção capitalista tanto fomentam e produzem. Basta recordar o papel fundamental de Arnaldo Matos, na fundação da Esquerda Democrática Estudantil (EDE), organização fundada na sequência das primeiras manifestações contra a Guerra do Vietname, quando foi nomeado para delegado do movimento de Maio de 1968, em Portugal; quando foi eleito em 1961, como secretário nacional dos estudantes portugueses.

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Correspondências

Do nosso correspondente em Coimbra recebemos este interessante artigo que agora publicamos:

Reflexão sobre o proletariado: estudo de caso

Ao longo das últimas décadas, nos países ditos desenvolvidos, temos assistido à exportação das contradições entre o trabalho e o capital. Com a mecanização da produção agrícola, a automatização da produção industrial, e a deslocalização da produção primária para fora das metrópoles, deu-se inevitavelmente também um offshoring significativo do proletariado, para os países periféricos.

Este fenómeno confirma-se consultando dados estatísticos que revelam um enorme movimento demográfico em Portugal, dos sectores primário e secundário para o terciário.1 Naturalmente, não se pode daqui concluir que não haja proletários explorados no quadro económico nacional, inclusive na agricultura e na indústria. No entanto, interessa notar que existem fracções do sector terciário que, não estando directamente ligadas ao processo produtivo, são fundamentais para o funcionamento das cadeias de produção e realização das mercadorias.

Este fenómeno representa uma considerável alteração da estrutura produtiva em Portugal, levanta a questão de quem constitui, na actualidade, o proletariado nacional, enquanto classe em si. Serão apenas os operários fabris e outros trabalhadores do sector secundário, ou devemos também incluir alguns dos trabalhadores que exercem funções no sector terciário? Se sim, quais?

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Vale de Cambra - Construção Civil

Mais 4 vítimas operárias da guerra de classes:
Um morto, dois feridos graves e um ligeiro em Vale de Cambra

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Juventude

Sobre a Praxe

É quase impossível, na actualidade, pensar o Ensino Superior e o contexto académico sem fazer uma análise à praxe e, na esquerda reformista (reaccionária no plano material) existem duas posições distintas a conhecer:

- a posição praxista, que considera a praxe uma ferramenta a instrumentalizar numa tentativa de recrutar estudantes e mobilizá-los para as suas causas tendencialmente eleitoralistas;
- a posição anti-praxista, tão ou mais idealista que a anteriormente referida, que vê a praxe académica como um ritual moralmente degradante e que reproduz uma série de fenómenos negativos da nossa sociedade.

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O Departamento da Juventude do PCTP/MRPP reuniu no Porto

Dando cumprimento à resolução para a reorganização da juventude revolucionária do I Congresso Extraordinário do Partido, foi constituído e, no passado dia de 12 de Janeiro, reuniu na cidade do Porto o Departamento da Juventude do PCTP/MRPP, tendo elegido o camarada José Afonso Lourdes seu secretário.

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Educação

 

A propósito da proibição das aulas on-line

A igualdade e a equidade constitucionais social-fascistas
(socialistas pouco, fascistas muito)

Há pouco mais de uma semana, com a pompa e circunstância e falsidade que lhe é tão característica, o primeiro ministro Kôsta, decretou, a respeito de uma das medidas do novo estado de confinamento, o fecho das escolas e a proibição das aulas on-line.

Numa primeira fase abrangia apenas as escolas públicas. Posteriormente, o ministro (sem) educação Tiago Brandão Rodrigues veio esclarecer que esta medida se estendia também ao ensino particular e social, alegando questões de igualdade e equidade (em relação às escolas públicas) “para que ninguém ficasse para trás”.

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Um país sem cultura não é um país!

No passado dia 2 de Dezembro, em frente ao teatro Rivoli, no Porto, decorreu uma iniciativa que reuniu cerca de 100 universitários da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), Escola Superior de Media Artes e Design (ESMAD) e Escola Superior de Artes e Design (ESAD)

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Ensaio

A vida de um cantoneiro em Portugal!

Este artigo demorou a ser publicado, porque o capitalismo resolveu novamente fazer das suas! O nosso camarada/correspondente do Norte, e entrevistado neste artigo, esteve num total estado de estagnação, ...

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Viva o 1.º de Maio Vermelho!

O esvaziamento do significado político do  1.º de Maio, enquanto dia de luta e de resistência, é a estratégia do grande capital para travar o movimento e acção dos trabalhadores, para os alienar,  para subtilmente desvirtuar  o que sabe ser uma ode à pulsão dos trabalhadores, para o transformar numa data não de protestos e de luta de classes, mas num dia onde parte das linhas de produção paralisam com consentimento de antíteses: do proletário e dos detentores dos meios de produção, ou seja, o dia para a "besta de carga" (na concepção burguesa) recompor as suas baterias, manifestar a sua revolta  para que regresse no dia seguinte, mais manso, quiçá  grato ao seu patrão pela “benesse” ainda concedida, mas que contém em si a luta de milhões e milhões de trabalhadores em todo o mundo.

Perante esta desfiguração, o trabalhador alienado volta, no dia seguinte, pronto para mais uma dose incontestável e esmagadora de estranhamento, para sofrer mais sobretrabalho e mais mais-valia, para que possa, então, diante do ciclo, desejar mais dias de folga e finais de semana (“concedidos” pelo patrão), onde regride a (contra) gosto à fera, no seu lar. É esse o papel dos desfiles da Intersindical e das conferências da UGT, sem pingo de nervo nem alvo credível, com a palavra “luta” na boca, mas o coração e o cérebro vazios de futuro.

Mas, o desenvolvimento do capitalismo e a realidade daí decorrente encarregar-se-á de obrigar os trabalhadores a lutar pela sua sobrevivência.

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Movimento Operário e Sindical

Eurest

Portugal – uma terra de oportunidades para os oportunistas

A Compass é a dona inglesa da Eurest, empresa que explora o trabalho humano pela via do fornecimento de serviços de cantina, refeitório, bar, cafetaria em áreas de serviço, empresas privadas e serviços do Estado.

Há seis meses, esta última, fez um despedimento colectivo de 114 trabalhadores. Deu-se bem. Maravilhosamente bem. Os trabalhadores reagiram, barafustaram, manifestaram-se, quiseram vender cara a vida, mas nada conseguiram. A Eurest, pelo contrário, não só conseguiu diminuir “custos” e baixar o salário médio que pretendia, como manteve os apoios costumeiros do Estado.

Pois, como se deu bem, nada como repetir a dose. E aí está, um novo anúncio de despedimento colectivo, agora de 146 trabalhadores, a esmagadora maioria mulheres. Os apoios do Estado vão-se manter. Bem vistas as coisas, estes apoios não passam de subsídios a lucros de gananciosos.

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LASA – Guimarães

Trabalhar na terça de Carnaval?!! Porquê?

Encomendas não faltam na LASA. Já respeito pelos operários, tanto mulheres como homens, falta. E muito!

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Como se Faz a Transição Energética em Tempos de Pandemia e Confinamento

A reconfiguração da Galp

Enquanto mais de metade dos portugueses é enclausurado e obrigado a confinar-se, lutando simultaneamente pela sua sobrevivência económica e muitos sectores da economia abrem falência, o grande capital, como uma inviabilidade histórica da sua morte, tenta a sua reprodução e desfere mais um ataque feroz, e traiçoeiro. É neste contexto que se prepara o encerramento da refinaria da Galp, em Matosinhos.

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A Luta dos Mineiros da Panasqueira

MinasPanasqueiraOs mineiros das minas de volfrâmio, tungsténio, estanho e cobre, da Panasqueira (Barroca Grande- Covilhã) concentraram-se no dia 11 de Dezembro frente às instalações da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), na Covilhã, para exigirem que esta cumpra as suas funções de fiscalização, no que respeita à ausência de condições em que os mineiros são obrigados a trabalhar e a que a ACT continuamente fecha os olhos, pactuando com a administração.

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 TAP: uma “reestruturação” sem surpresas!

No dia 16 de Junho do corrente, publicámos este artigo no Luta Popular – Traição dos dirigentes sindicais anuncia-se de novo aos trabalhadores da TAP – a denunciar o Plano de “Reestruturação” que estava imaginado para a TAP, prevendo, na altura, o despedimento de cerca de 2.200 operários e outros trabalhadores assalariados.

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Luta – Unidade – Vitória

Contexto económico, político e social

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Partido

Recebemos de um nosso leitor e antigo militante da RPAC quando esta organização de soldados actuou nos quartéis contra a guerra colonial-fascista, a oferta deste poema, escrito em Fevereiro de 2019:

Homenagem a Arnaldo Matos

A morte não é o fim
Não se matam pensamentos vivos
A dor fisica passa a cada vez
Numa vida longa de combate
Carregar a dor de tantos é cruel
É o caminho do marxismo
De quem não recusa dar mais
Ver os proletários no seu lugar
Que pensar é revolucionar
Ver mais longe é avançar
Que lutar é ousar
Não seria eu, não seria digno
A ver a dor e sangue ao meu lado!

Alberto de Sousa
Fevereiro/2019

Notícias da evocação do camarada Arnaldo Matos

Nos passados dias 21 e 22 deste mês, no Porto, na Gafanha da Nazaré, em Lisboa e um pouco por todo o país, os militantes e simpatizantes do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) evocaram  camarada Arnaldo Matos pelo estudo e pela discussão de documentos que o camarada nos deixou, especialmente o importantíssimo discurso e sequente debate no 1.º de Maio Vermelho de 2018.

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Presencialmente ou por vídeo-conferência, em reuniões alargadas ou isoladamente, os camaradas pegaram em aspectos da obra do camarada, particularmente aqueles que consideraram mais pertinentes para a acção de cada organismo, que estudaram e, quando colectivamente discutiram, com o ânimo próprio de quem luta pela instauração do modo de produção comunista.

A  principal alocução proferida no Porto, nesse propósito a 21 de Fevereiro e em nome do Comité Distrital do Porto, transcrevemo-la aqui, na íntegra:

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O Marxismo é a nossa Estratégia


Evocar o Camarada Arnaldo Matos

Passam, na próxima segunda-feira, dia 22 de Fevereiro, dois anos após o desaparecimento físico do camarada Arnaldo Matos.

Na impossibilidade de uma homenagem presencial, o Comité Central, conclama todos os militantes e simpatizantes para, de uma forma organizada (como já está a acontecer) ou, se tal não for possível, individualmente, estudarem e discutirem os documentos que o camarada nos deixou, com destaque para a importantíssima intervenção no 1.º de Maio de 2018, que se constitui como um verdadeiro programa para o Partido e para o movimento comunista, apontando o Marxismo como a nossa estratégia, ao mesmo tempo que releva a necessidade de se fazer uma reflexão sobre os erros cometidos durante os processos revolucionários de 1917 e 1949, como condição essencial para rejeitar de forma fundamentada e determinada a ideia da inviabilidade da sociedade comunista, provando simultaneamente que sociedade da democracia capitalista liberal não é “o estádio final do processo histórico”, como os ideólogos do capitalismo pretendem vender.

Contudo, a verdadeira homenagem, a autêntica celebração só adquire significado se se transformar em movimento, em acção, em prática.

A verdadeira evocação ao camarada é feita diariamente no trabalho e na luta pelo reforço organizativo do Partido, pelo seu alargamento, pelo contacto com as massas, pela divulgação dos estudos, análises e reflexões, objectivo que o Comité Central tomou em mãos, dando continuidade a essa divulgação no Luta Popular online e com o lançamento da colecção dos Cadernos Arnaldo Matos.

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A NOSSA ESTRATÉGIA É O MARXISMO
Nota Introdutória
A brochura que agora publicamos, dois anos após o desaparecimento físico do camarada Arnaldo Matos, corresponde à sua intervenção proferida durante a comemoração do 1.º de Maio Vermelho de 2018 e é a primeira de um conjunto de publicações, que constituem os Cadernos Arnaldo Matos, com os quais pretendemos divulgar e colocar à disposição de todos os importantes estudos e contributos do camarada na divulgação e actualidade do marxismo, que passa, desde logo, pela urgência do estudo, da reflexão e compreensão da natureza de classe das revoluções russa de Outubro de 1917 e chinesa de 1949, já claramente, por ele, exposta nas Teses da Urgeiriça, em 2016. 

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Divulgação das intervenções do Camarada Arnaldo Matos

É cada vez mais premente  a leitura, estudo e discussão das intervenções e dos textos legados pelo camarada Arnaldo Matos. Como o camarada refere, é preciso voltar a estudar Marx e  pôr tudo em causa; é preciso encontrar nos erros cometidos as  explicações dos falhanços das revoluções proletárias.

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O fascismo do PS de Costa não é de hoje. O camarada Arnaldo Matos já o havia denunciado mal os primeiros traços do mesmo se manifestaram da pior maneira, no governo anterior, como a sequência de tuítes, que agora republicamos no Luta Popular, demonstra.


O PS no Poder é a Reacção no Poder!

É preciso dizê-lo sem medo, com a coragem necessária e com todas as letras: o Primeiro-Ministro António Costa e o governo do PS a que preside são um coio de reaccionários fascistas, da mesma natureza de Salazar e de Caetano.

Tal como Salazar e Caetano nos seus tempos, Costa e o seu governo, enviaram na última quinta-feira, e lá a mantiveram na sexta-feira e hoje sábado, um corpo da Polícia de Choque, para pôr termo a uma greve dos estivadores precários do Porto de Setúbal.

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O Luta Popular online e a Refundação do Partido Comunista Proletário Marxista

O Luta Popular online é o Órgão Central do PCTP/MRPP, o que significa que as posições tomadas pelo Partido são as publicadas no Jornal. Os militantes, simpatizantes e amigos do Partido devem tomar conhecimento das posições do Partido através do seu Órgão Central e não por qualquer outro canal de comunicação.

Nesse sentido, e para que não persistam dúvidas, e apesar de já ter sido objecto de estudo, republicamos um artigo do camarada Arnaldo Matos, datado de 04-05-2016 , no qual está claramente explicado qual é a função do Luta Popular.

       15OUT19                                                                             CG

Uma vez mais: O que é o Luta Popular Online? 

Agora que os comunistas portugueses estão a obter importantes sucessos na sua luta contra os liquidacionistas, com vista à refundação de um partido marxista revolucionário proletário, aumentou a colaboração dos militantes e simpatizantes do Partido para o Luta Popular Online.

Isso obriga-me a vir aqui uma vez mais explicar aos nossos leitores o que é o Luta Popular Online e qual é o tipo de colaboração que deles esperamos e desde já lhes agradecemos.

O Luta Popular Online é o jornal político de âmbito nacional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Por enquanto, sai em suporte digital, mas a intenção do Comité Central do Partido é a de editá-lo em suporte de papel, assim que se acharem reunidas as condições políticas, económicas, técnicas e organizativas para tanto.

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