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Camaradas,

Aqui estamos hoje, neste 1º de Maio, reunidos para celebrar os trabalhadores portugueses, para comemorar e homenagear o sacrifício e a memória dos camaradas que tanto lutaram para tornar este dia possível. Lembramos a memória de Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa, bravos camaradas assassinados a sangue-frio pela sua dedicação à verdadeira luta comunista, respectivamente, pela polícia política salazarista e pela UDP, traidora da sua própria causa.

Opinião

Greve de 24 Horas no Metropolitano de Lisboa, 3ª feira dia 19 de Maio
Publicado em 17.05.2015      Actualizado em 19.05.2015

logometro 01Os operários e demais trabalhadores do Metropolitano vão, mais uma vez, entrar em greve de 24 horas, com início às 00:00 e termo às 24 horas do próximo dia 19 de Maio, sendo que os trabalhadores dos serviços nocturnos de via iniciam o seu período de greve às 23:30 horas do dia 18 de Maio e terminam às 07:00 horas do dia 19 de Maio.

Para além da luta contra a privatização da empresa, O SINDEM conclama ainda os trabalhadores a realizarem esta greve com o objectivo do derrube do governo de traição nacional Coelho/Portas.

Ao lacaios da administração têm vindo a criar um clima de terror laboral, com vista a levar a cabo os despedimentos já anunciados pelo presidente dos Transportes de Lisboa e que fazem parte do caderno de encargos.

Chamando os trabalhadores isoladamente, na presença de um grupo de quadros técnicos, o director da Gestão de Manutenção (GM), numa postura abertamente intimidatória, dirige-se-lhes, mesmo aos trabalhadores com restrições médicas comprovadas, da seguinte forma, vais ser transferido e tens que dar a resposta hoje… estes métodos, refinadamente fascistas, fazem tábua rasa dos Acordos de Empresa.

O mesmo presidente que tenta impor transferências de trabalhadores para outras empresas - que devem ser recusadas - e se preparam como ele próprio anunciou à comunicação social, para levar a cabo centenas de despedimentos, é o mesmo presidente que esconde ter sido responsável pelos defeitos de construção dos comboios aquando da sua montagem na Bombardier a que então presidia.

O SINDEM, em todos os plenários e reuniões de sindicatos da empresa e do sector dos transportes, defendeu sempre a greve geral nacional de 48 horas pelo derrube do governo de traição nacional Coelho/Portas, e a constituição de um governo Democrático e Patriótico, como forma de impedir estas privatizações anti-operárias e criminosas.

Os trabalhadores têm de se unir como uma rocha sob uma direcção e uma política correctas, que vise o derrube do governo vende pátrias do PSD/CDS, lutando pela realização de uma greve geral do sector dos transportes com a duração, no mínimo, de 24 horas, discutida e aprovada em plenários nas empresas e bem organizada, com ocupação dos locais de trabalho, piquetes de greve e propaganda previamente distribuída aos utentes, explicando a situação e mobilizando-os para apoiar a nossa luta que é também a deles.

Do correspondente do Metropolitano de Lisboa.


ACTUALIZAÇÃO 

O camarada Garcia Pereira esteve com os operários e demais trabalhadores do Metropolitano de Lisboa no piquete de greve que se iniciou hoje às 00h00 e se prolonga até às 24H00. Pelas 23h30 as circulações foram sendo parqueadas. Desta vez a empresa cortou a energia, resultado das denúncias feitas pelos sindicatos do Metro de onde se destaca o SINDEM.

A paralisação dos sectores operacionais rondou os 95%.

Está marcada nova greve de 24 horas para 3ª feira dia 26 de Maio, com os mesmos objectivos.









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