INTERNACIONAL
No dia 10 de setembro, o comentarista fascista Charlie Kirk foi alvejado e morto.
Nem as motivações nem as afiliações do suposto atirador, Tyler Robinson, estão confirmadas, mas o que tiramos desta situação é a falsa moralidade e uma nova apreciação pela vida humana dos seus apoiantes e até certos ditos “esquerdistas”.
Primeiro, devemos estabelecer que Charlie Kirk não é um simples canalha a espalhar uma retórica genocida xenofóbica etc… muito pelo contrário, é uma das vozes com mais influência na “esfera” estadunidense… se não mundial. Os seus debates matreiros e o seu ativismo pró Israel ajudou a normalizar o genocídio que se está a passar em Gaza, contribuindo assim para mais de 62 mil mortes, a sua retórica anti-imigrante, anti-feminista, transfóbica e islamofóbica contribuiu e inspirou vários atos de violência contra estes grupos… mas disso ninguém se lembra; agora temos os ditos “moralistas” a criticar quem se alegra com a morte deste escumalha… quem se diz “humanista” devia estar a cuspir na sepultura onde Charlie Kirk está a apodrecer pela contribuição nos crimes cometidos contra os palestinos, transexuais etc… o sangue das vítimas dos grupos mencionados estão nas suas mãos.
Como quem diz… “quem vive pela espada morrerá pela espada” e para quem defendia a 2ª emenda da constituição americana ("o direito do povo manter e portar armas"), com tudo, justificando a morte de crianças por parte de armas de fogo como “um preço a pagar pela liberdade”.
Morte ao fascismo!
Viva a resistência palestiniana!
Viva o internacionalismo proletário!
Viva o Partido!
PM


