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Contra os despedimentos na Teka

A fábrica da Teka, em Ílhavo, acaba de decidir cessar a produção de micro-ondas, decidindo que agora o local deve ser usado para a construção de exaustores. E será que os operários serão mantidos nesta mudança? Não. 36 trabalhadores foram postos na rua.

Esta fábrica foi recentemente adquirida pelo grupo Midea, tendo sido exactamente estes a ordenar a reestruturação da mesma. O canalha que representa este grupo de accionistas chineses em Portugal, Luís Leitão, tentou justificar a situação dizendo que o grupo está a fazer estas mudanças em toda a Europa e que Portugal, com a migração de uma fábrica de exaustores para Portugal, fica agora a produzir tal produto. Vamos agora descodificar estas palavras, o que o Leitão (que não deve ser só de nome) afirma é que nós, os operários, não temos quereres no que toca à produção, que ele e o seu grupo de ladrões orientais é que decidem o que nos acontece a nós e ao que produzimos.

Face a esta decisão os 36 operários não devem ficar de braços cruzados, mas entender que estão a ser vítimas do modo de produção capitalista e entranhar a luta contra a burguesia, para que tal fenómeno não aconteça aos seus camaradas.

Não achar também que é um fenómeno isolado, reiterar que é um fenómeno que está a acontecer em toda a Europa, mostrando que a luta do proletariado é algo mundial e não algo que pode ser reduzido a fronteiras.

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