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19 de Junho de 2024

Nota à Imprensa

PCTP/MRPP informa a sua posição sobre o Serviço Militar Obrigatório no momento presente

Lisboa, 29/04/2024

O Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) considera, e sempre considerou, que a defesa do país compete a todos os cidadãos e não a um grupo de mercenários mesmo que este se designe por Forças Armadas Portuguesas pelo que propugna a prestação, por todos os cidadãos, de Serviço Militar durante um dado período de tempo a definir que lhes permita aprender as perícias militares para, em caso de ataque ao nosso país ou o seu bem-estar se torne impossível, se mobilizem rapidamente para, consoante o caso, repelir esse ataque ou instaurar o bem-estar popular.

Sobre o mesmo tema, o PCTP/MRPP reafirma hoje o que o camarada Arnaldo Matos referia já em 2016:

As Forças Armadas, de portuguesas, só têm o nome. As Forças Armadas ditas portuguesas são hoje um grupo de mercenários, lacaios do imperialismo americano, francês e alemão.

Todas estas tropas mercenárias deviam recolher a Penates, para serem imediatamente desmobilizadas.

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Os Votos Mais Caros do Mundo Não Servem Para Nada aos Portugueses

Normalmente cada voto custa em média aos Estados menos de 0,10€, mas os votos portugueses para o PE de 2024 custaram ao erário público mais de 6€ cada um. Segundo o próprio governo, só a aquisição de computadores para permitir o voto onde quer que o eleitor se encontrasse no território nacional em vez de só poder votar no local de residência, custou ao país 23,2 milhões de euros. Isso são 6,16€ por voto válido, e ainda falta somar o custo da logística associada às eleições e o custo da campanha política (dos partidos e do Estado/governo) contra a abstenção.

Passados 10 dias das eleições, falta ainda apurar os resultados em 3 consulados (Turquia, México e Luanda – Angola). E gastaram-se dezenas de milhões nestas eleições!

Com esta ressalva de ainda faltarem alguns resultados, o que ressalta da comparação com os resultados de 2019 é o seguinte: a campanha substantiva para facilitar o voto e a campanha de propaganda realizada por todos os sectores da burguesia encabeçados pelo seu Estado, apenas conseguiram convencer a votar mais cerca de 635 mil eleitores (sendo que 25 mil foram resultado do aumento do número de eleitores, donde só houve uma diminuição de 610 mil abstencionistas) do que em 2019. Uma ridicularia face aos custos da “operação” e ao n.º total de abstencionistas que se situava em 2019 em cerca de 7,5 milhões de eleitores, portanto não logrando sequer convencer 10% dos abstencionistas.

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A Polícia e o Montenegro Estão Feitos com os Neo-Nazis e com o Chega!

A porrada que a PSP deu nos manifestantes anti-fascistas, denominados "Não Passarão!", em contraste com a benevolência com que tratou o grupo neo-nazi 1143, encabeçado pelo condenado Mário Machado, durante as manifestações que decorreram no 10 de Junho em Lisboa, só demonstra que a polícia está feita com o chega e com a extrema-direita e que o governo Montenegro também é de cariz fascista-capitalista.

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Costa e Montenegro Levam o País à Pobreza e à Miséria!

 

Actualmente, em Portugal, 21,1% da população está em situação de pobreza e exclusão social. Dados de 2023, do Eurostat, semelhantes aos de quando chegou a pandemia de Covid-19. Em 2019, o país registava uma taxa de pobreza e exclusão social de 20,1%.

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INTERNACIONAL

O Imperialismo Ianque estabelece o papel de Portugal na República Centro-Africana - o de Lacaio

Ultimamente, como sabemos, a França viu-se forçada a abandonar vários países africanos, entre os quais a República Centro-Africana (Dezembro de 2022), onde durante décadas, actuou como uma verdadeira força neocolonialista. Perante esta derrota, o imperialismo ianque e europeu tentam encontrar desesperadamente a solução que lhe garanta a protecção dos seus interesses, ou seja, o saque das riquezas deste país, ao mesmo tempo que exercem uma coacção militar sistemática (a que chamam colaboração militar), através da presença de militares e bases militares, neste país da África central que tem fronteiras com o Chade, a norte; o Sudão, a nordeste; o Sudão do Sul a leste; a República Democrática do Congo, a sul; a República do Congo, a sudoeste; e os Camarões, a oeste.

E quem foi escolhido para esse papel? Exactamente, Portugal.

Tanto Costa como Marcelo fizeram várias visitas a este país, sem qualquer oposição no parlamento burguês e seguidos por um exército servil e lacaio que, como sabemos, também tirou dividendos da sua presença nesta zona, insistem em fazer crer que a presença de tropas portuguesas ao serviço da UE e da ONU têm apenas como missão defender o país, que sozinho não o sabe fazer!

Hoje, ficámos a saber que houve pelo menos uma reunião secreta, em Lisboa, em que o imperialismo americano, eufemisticamente, veio dizer/pedir que contava com a o apoio português na República Centro-Africana. “Pedido” que voltou a reforçar nos últimos dias. Ora um “pedido” dos Estados Unidos é uma honra para estes lacaios, que rebentam de orgulho ao contribuírem para esta guerra de agressão e genocídio, de que o exército português também já foi acusado.

Como já afirmámos noutro artigo, tudo se alinha para a terceira guerra e todos os acontecimentos são peças dessa preparação. E o frenesim é constante e mundial.

Desde o início do confronto entre as duas potências imperialistas na Ucrânia, que tanto o presidente da República como o primeiro-ministro e o seu séquito se insinuam para desempenhar um papel activo em África, trazendo a debate, inclusivamente a entrada de estrangeiros nas forças armadas portuguesas. Para além de servil e lacaio será também mercenário. Segundo Marcelo “é a Hora”: Se não é agora, em tempos de guerra, em tempos de relevância maior do papel das nossas Forças Armadas no mundo, se não é agora, quando será que vamos atualizar capacidades – algumas delas fora do tempo – e, mais do que isso, ter homens e mulheres em número e formação para lhes darem o devido emprego?”

Temos dúvidas da colaboração de Portugal neste conflito?

Então tomemos atenção às declarações que, à primeira vista, podem parecer circunstanciais, da ministra da Defesa que assume que Portugal quer continuar a ser um parceiro importante nas relações com os países africanos.

Guerra à guerra inter-imperialista!

Nato fora de Portugal!

Portugal fora da República Centro-Africana! Regresso imediato das tropas portuguesas em missões ao serviço do imperialismo.

pctpmrpp

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