PAÍS

9 de Outubro de 1975 - Honra ao Camarada Alexandrino de Sousa

Completam-se hoje 39 anos sobre a noite em que Alexandrino de Sousa, quando colava cartazes convocando para um comício comemorativo do 3º aniversário do assassinato do camarada Ribeiro Santos, foi barbaramente espancado por um bando de social-fascistas da UDP e atirado às águas geladas do Tejo, sabendo os seus algozes que Alexandrino não sabia nadar.

Alexandrino de Sousa era militante da Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas (F.E.M.L.), organização do MRPP para a juventude comunista estudantil, e Director do jornal «Guarda Vermelha», órgão central da F.E.M.L.

E fora sobretudo um aguerrido e intrépido jovem revolucionário que tinha dedicado toda a sua vida à luta contra o fascismo – tinha estado preso na pide e resistido corajosamente a três meses de tortura do sono -, contra o oportunismo e o revisionismo e pela revolução proletária e o comunismo.

Nas palavras do comunicado então emitido pelo Comité Lenine, Comité Central do MRPP, Alexandrino de Sousa constituiu então e constitui hoje, em particular, para todos os jovens que ,lutam contra a política deste governo de traição nacional, um exemplo de coragem, abnegação e firmeza bolchevique.

Saibamos seguir e ser dignos desse exemplo, de alguém que generosa e heroicamente deu a vida pela revolução!


Alexandrino de Sousa - A História do assassinato




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