1 de Outubro de 2026

 CampanhaFundos202206

A Falácia da Igualdade no Acesso ao Ensino
Por um ensino científico, crítico e democrático!

O direito ao ensino está consignado no art.º 34 da constituição da República – 1 – Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.

Todos os membros do governo juram cumprir a constituição quando tomam posse. No entanto, a realidade mostra à evidência que tal não acontece e que muitas são as varáveis que, de forma mais ou menos oculta, contribuem para tal.

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A NOVA PRESTAÇÃO SOCIAL ÚNICA (PSU) FOI APROVADA…

Sob o pretexto de “simplificar” os apoios sociais, o Governo prepara uma nova ofensiva contra os trabalhadores e as camadas mais pobres. A Prestação Social Única junta 13 prestações e introduz critérios que podem reduzir apoios e excluir beneficiários.

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Trabalhadores da Super Bock Conquistam a Semana das 35 Horas!

No último dia do mês de Julho, a Super Bock aplicou as 35 horas semanais de trabalho, uma medida que há muito é uma necessidade para a classe operária em Portugal e que o nosso partido tem encabeçado.

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  12Out2026

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Visita de Marco Rubio à Europa
Morte à Subserviência Burguesa ao Imperialismo!

O PCTP/MRPP manifesta o seu mais vivo repúdio, bem como o da classe operária portuguesa, pela visita do secretário de estado dos EUA, Marco Rubio, a Portugal e denuncia a asquerosa subserviência a potência estrangeira da burguesia portuguesa através do chefe do governo Montenegro e do ministro lambe-botas Rangel.

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 Honra ao Camarada 
Carlos Nascimento

CarlosNascimento

Faleceu ontem, ao final da tarde o camarada Carlos Nascimento, miltante do PCTP/MRPP, membro da célula dos CTT e também do Comité de Sintra durante os anos 70 e 80 no século passado. O camarada esteve sempre presente na listas do Partido às eleições burgueses. Tinha 85 anos.

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CINE ARMA

Uma Breve Nota Sobre a Passada Crítica Cinematográfica

Em primeiro lugar, saúdo a apreciação crítica apresentada pela camarada Rafaela e Andreia, no Luta Popular de Junho, relativa a um dos filmes/documentário mais importantes do pós 25 de Abril: “O que Farei eu com esta Espada” de João Cesar Monteiro, cuja revisitação se torna obrigatória, sobretudo agora que ainda se comemoram os cinquenta anos do 25 de Abril, comemorações em que a burguesia pretende claramente reescrever a História.

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A Juventude Estudantil Põe-se 
do Lado do Proletariado na Luta de Classes

Camaradas,

Aqui estamos hoje, neste 1º de Maio, reunidos para celebrar os trabalhadores portugueses, para comemorar e homenagear o sacrifício e a memória dos camaradas que tanto lutaram para tornar este dia possível. Lembramos a memória de Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa, bravos camaradas assassinados a sangue-frio pela sua dedicação à verdadeira luta comunista, respectivamente, pela polícia política salazarista e pela UDP, traidora da sua própria causa.

Opinião

Acidente de comboios em Caxias (linha de Cascais) - Da administração, a manobra do costume – atirar as culpas para o trabalhador

(do nosso correspondente na CP)

Ocorreu ontem, pelas 14.00 horas, mais uma colisão de comboios da qual resultaram 33 feridos. Desde já endereçamos a todas as vítimas, e em especial ao nosso Colega, o desejo de rápido e completo restabelecimento.

Este acidente traz mais uma vez à discussão a segurança, ou a falta dela, que ainda vai grassando em certas zonas do país. Em quase todo o país foi instalado um sistema de controlo de velocidades, o CONVEL, por exigência dos Maquinistas. No entanto, devido às medidas economicistas dos sucessivos governos, há zonas da rede ferroviária nacional onde ainda não funciona este sistema, como é o caso da Linha de Cascais, onde está instalado um sistema, muito antigo, por magnetos, que faz o controlo de passagem aos sinais e controla a velocidade posterior. Um e outro não são dos mais avançados, mas permitem alguma segurança das circulações, até ao momento em que tudo continua a ser deixado ao controlo humano, neste caso o Maquinista, quando é forçado a circular em marcha à vista. Em vez de informação contínua, apenas tem informação pontual.

No caso de Caxias, só não se deu uma tragédia com maiores repercussões porque este sistema terá em parte funcionado e, por isso, a colisão se ter dado a baixa velocidade, provavelmente a menos de 20km/h - daí “apenas “os 33 feridos. Na zona de colisão entre os dois comboios, era visível a quebra de um dos engates, o que denota a baixa velocidade, mas ao mesmo tempo o grau de resistência ao choque que este não tinha. É por isso que não se estranha a rapidez com que foi retirado o material da zona da colisão, uma vez que têm de ser feitas algumas peritagens ao material no local, além de que na CP esta rapidez não é normal, pois para se fazer qualquer coisa é sempre uma burocracia enorme, comunicações duplicadas para responsáveis que nunca se sabe quem são: quem manda não está e quem está não manda. Sabe-se que este material, apesar de ter sido intervencionado há relativamente pouco tempo, é muito antigo, desactualizado e com pouca manutenção. Na oficina de Campolide estão “encostadas” 5 ou 6 unidades destas à espera de melhores dias.

Em declarações à SIC o Eng. Castanho Ribeiro, da REFER, referiu que “reconhece que poderá ter havido problemas de comunicação”, o que pode indiciar que as comunicações rádio-solo-comboio não funcionaram, como também é hábito e naquela zona específica com pouca rede. O novo sistema GSM-R, que já deveria estar a funcionar há algum tempo, ainda só está instalado numa unidade motora.

Das comissões de inquérito que entretanto foram criadas, quase já podemos adivinhar qual vai ser o resultado: falha humana. Por mais que os Maquinistas se batam para que as intervenções e manutenções no material sejam feitas atempadamente, escrevendo diariamente nos Diários Técnicos de Bordo as várias anomalias que vão encontrando, não é raro aquelas unidades motoras irem à oficina, mas depois como são sempre necessárias para o serviço comercial, nunca chegam a estar lá o tempo necessário para a sua reparação efectiva e voltam à linha com os mesmo problemas. Problemas de freio, de aderência e outros são comuns nestas motoras, numa linha que tem uma das maiores frequências do país e a segunda que mais passageiros transporta por dia.

As responsabilidades deste acidente devem ser assacadas às várias Administrações, e Governos que as tutelaram, e sempre deixaram degradar, não só o material circulante como toda a infra-estrutura ferroviária.

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