Opinião

BOTELHO DE MELO, CONSTRUÇÕES LDA

 

pctpmrppPartido Comunista dos Trabalhadores Portugueses – PCTP/MRPP

 

BOTELHO DE MELO, CONSTRUÇÕES LDA:


OS TRANSPORTES DOS TRABALHADORES DEVEM SER

PAGOS PELO PATRÃO!



Para além das horas de trabalho provenientes da exploração capitalista, Botelho de Melo, construções Lda, empresa de construção civil em Rabo de Peixe, faz-se pagar de 50€ por mês “para o gasóleo” das viaturas que transportam os trabalhadores para o respectivo local de trabalho.

Os operários mais conscientes estão de há muito revoltados com o duplo roubo de que estão a ser vítimas.

Na verdade, para os patrões da Botelho de Melo, construções Lda tudo é motivo para esbulhar quanto mais possam aqueles com quem contratam, inclusive naquilo que são obrigações da empresa como seja seguros e segurança social.

O governo regional não se incomoda com esta intimidação e exploração assalariadas!

Não admira! Não é o governo de quem trabalha!

 

OS TRANSPORTES DOS TRABALHADORES DEVEM SER PAGOS PELO PATRÃO!

 

NÃO AOS 50€ “PARA O GASÓLEO”!

 

PELA SEMANA DAS 35 HORAS!


 - 7 horas por Dia;

- 5 Dias por Semana;

- 2 Dias de Descanso Semanal (Sábado e Domingo);

- 25 Dias Úteis de Férias por Ano.

 

       05 de Abril de2018                                                         

                                                                                            

 

                                                                                           O Comité do PCTP!MRPP da Ilha de S. Miguel

 

 

 
 

 

Rabo de Peixe – Ilha de São Miguel

Rabo de Peixe – Ilha de São Miguel

 

Partido obtém vitória em tribunal

Em defesa dos operários da Botelho de Melo, Construções, Lda.

 

 

ERabodePeixem Abril de 2018, o Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel redigiu e divulgou um comunicado com o título Os transportes dos trabalhadores devem ser pagos pelo patrão, dirigido aos operários da empresa de construção civil Botelho de Melo, Construções, Lda., situada em Rabo de Peixe, no concelho da Ribeira Grande, na Ilha de  São Miguel.

Nesse comunicado (que pode ler carregando aqui), o Comité do Partido denunciava o facto de os capitalistas da Botelho de Melo estarem a cobrar, a cada um dos seus trabalhadores, 50 € por mês “para o gasóleo” supostamente gasto pelas viaturas que os transportam para o respectivo local de trabalho, procedendo assim a um duplo roubo, ao extorquirem não apenas a mais valia produto das horas de trabalho não remuneradas como também o preço abusivo do transporte dos operários.

Os nossos camaradas do Comité do Partido de São Miguel Pedro Pacheco e José Afonso Lourdes fizeram então uma ampla distribuição do comunicado, tanto à porta da fábrica como ao povo de Rabo de Peixe, onde foram bem acolhidos.

Sucede que, sentindo-se desmascarados, os capitalistas da Botelho e Melo participaram criminalmente dos nossos camaradas junto do Ministério Público de Rabo de Peixe, acusando-os do crime de difamação.

Terminada a fase de inquérito do processo-crime, os patrões queixosos deduziram acusação particular contra os mesmos camaradas, acusação essa, contudo, que não foi acompanhada pelo Procurador-Adjunto da República na Secção do DIAP da Ribeira Grande, por entender que os arguidos actuaram no âmbito de uma actividade político-partidária e no exercício de uma critica que não ultrapassou os limites do direito à liberdade de expressão.

Reagindo àquela acusação, o Partido, através do seu advogado, requereu a abertura de instrução, com vista a que o processo não seguisse para julgamento.

Nesse documento, alegou-se no essencial que, sendo o Partido um partido político comunista, que o conteúdo do escrito em apreço se insere no âmbito da defesa do programa e filosofia políticas do PCTP/MRPP e que no comunicado em causa não se verifica qualquer injúria, insulto ou ofensa à honra dos queixosos, mas tão só um ataque à sua actuação como capitalistas/patrões relativamente aos operários, por tudo isto, por se tratar de uma situação de natureza exclusivamente política, o caso nunca pode ser objecto de judicação por parte dos tribunais, sob pena de se ressuscitarem os tribunais plenários fascistas .

Seguiu-se o debate instrutório, em que o Partido reafirmou tudo quanto se continha no comunicado em causa, designadamente quanto ao duplo roubo que aqui está a ser praticado relativamente aos operários e à total liberdade de o PCTP/MRPP exprimir, denunciar e divulgar pela forma que entender essa posição, sem que possa ser objecto de qualquer juízo e, muito menos, decisão, por parte dos tribunais.

No final, foi proferida uma decisão pelo Juiz de Instrução, Dr. Pedro Albergaria, que entendeu não pronunciar os camaradas por qualquer crime, decisão essa de que, pela sua justeza e correcta fundamentação, destacamos as seguintes passagens:

“... aquela liberdade de expressão (exercida pelo Partido) actualiza-se concretamente no plano político e mais precisamente político-partidário. Isto não consente dúvida ao mais desatento dos intérpretes, quer numa análise de pendor formal (o panfleto contém, no seu cabeçalho, a designação e o símbolo de um partido político) quer numa de pendor material (ali protesta-se em termos tipicamente congruentes com a filosofia do dito partido, nomeadamente postulando-se que os patrões, por o serem, “exploram” os trabalhadores; e, a mais disso, critica-se o governo regional por nada fazer relativamente à alegada “intimação e exploração assalariadas”) quer, enfim, numa que releve do plano circunstancial (tratou-se de uma acção tipicamente partidária, consistente em propagandear pelas ruas a visão que é própria do partido em causa relativamente à relação patronato/trabalhadores)”

Também a menção ao “duplo roubo”, constante do escrito, se compreende perfeitamente, estando naturalmente em sentido figurado e não no sentido técnico-jurídico (não ocorreu “violência”) e nem sequer no mais corriqueiro sentido comum (que usa confundir roubo com furto). Afirma-se, pois, um primeiro e mais geral “roubo” que é o que resulta, na visão politica do partido em causa, da circunstância de os patrões (os donos dos “meios de produção”) se apropriarem (“expropriarem”, “esbulharem”) do “valor do trabalho” – a “mais-vala” – dos assalariados. Este seria, por assim dizer, o “roubo estrutural”, conatural à própria relação entre patrões e trabalhadores. O segundo “roubo” parece evidente, surge no caso “conjuntural”, como uma espécie de actualização concreta daquela relação de expropriação: os patrões, no caso, deduziam 50 € mensais por conta do gasóleo gasto no transporte dos trabalhadores entre casa e o local de trabalho. É óbvio que dizer uma e outra coisa é legítimo, conquanto possa a alguns e em especial aos assistentes se mostrar incómodo e até fonte de mal-estar psicológico. O que não se segue é que: a)caiba a um tribunal sindicar o acerto da doutrina de um partido; b) tudo o que cause incómodo ou mesmo dano (psicológico, p.ex.) deva sem mais ser levado em conta de ilícito( e, menos ainda, criminalmente ilícito); c) a eventual circunstância de os patrões não estarem juridicamente obrigados a arcar com as despesas de transporte dos trabalhadores precluda a possibilidade de um partido discordar , legitimamente, dessa circunstância.”

Num curto espaço de tempo, esta é a terceira tentativa fracassada – como serão todas – por parte do poder, dos capitalistas e dos seus lacaios de, através dos tribunais e de provocações várias, intimidar o Partido e calar a voz dos comunistas na defesa intransigente e sem limites dos interesses e objectivos do proletariado revolucionário.

A primeira foi contra o nosso camarada  Arnaldo Matos, quando assumiu sozinho e corajosamente a defesa dos pescadores e suas famílias vítimas do naufrágio da Olívia Ribau e denunciou um almirante sem perfil, então chefe do estado-maior da Armada, como um dos responsáveis dessa tragédia ( A QUEIXA DO ALMIRANTE COBARDE) e, a segunda, contra o Luta Popular Online, por ter denunciado o comportamento pidesco da direcção social-fascista do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado em relação a um simpatizante do Partido, processo em que recentemente foi proferido Acórdão absolutório do Tribunal  da Relação do Porto.

Importa aqui salientar a conduta sempre firme e corajosa dos nossos camaradas do Comité do Partido da Ilha de São Miguel ao longo deste processo, camaradas que seguramente não deixarão de prosseguir com renovado ânimo o trabalho político de mobilização e organização dos operários, pescadores e outros trabalhadores contra a exploração e opressão capitalistas e por uma sociedade sem classes.

 CP

Arnaldo Matos nos Açores: Pico

Arnaldo Matos nos Açores: Pico

Sempre como é seu hábito, sem aviso prévio, o camarada Arnaldo Matos apareceu esta manhã, dia 15 de Abril, às 10H00 locais, na ilha do Pico, na Região Autónoma dos Açores, para examinar e discutir o trabalho da Brigada do Comité Central, dirigida pela camarada Margarida, com vista à organização do Partido nos Açores e à realização do I Congresso Regional do Partido no próximo dia 1º de Maio, na cidade de Ponta Delgada.

Camarada Arnaldo Matos, saudando a camarada Margarida, responsável pelo trabalho do Partido nos Açores.

O balanço do trabalho realizado em todo o Arquipélago é extremamente positivo e, uma vez mais, o camarada sublinhou a importância do trabalho político nos Açores para o reforço do trabalho do Partido a nível nacional.

Todas as despesas com a deslocação e estada do camarada Arnaldo Matos nos Açores, designadamente as despesas com a deslocação e estada na ilha do Pico, foram exclusivamente suportadas pelo próprio camarada. Os donativos recebidos em fundos do Partido não são utilizados no custeamento das viagens e despesas do camarada Arnaldo Matos nos Açores.

15Abr17

A Redacção

 

 

 

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Arnaldo Matos nos Açores: Faial

Arnaldo Matos nos Açores: Faial

Uma vez mais sem aviso prévio, o camarada Arnaldo Matos apareceu esta tarde, às 16H45 locais, na ilha do Faial, nos Açores, para examinar e discutir com a Brigada do Comité Central, dirigida pela camarada Margarida, os trabalhos de preparação do 1º Congresso Regional.

Pescadores lendo o comunicado do Partido sobre o Fundo de Pesca nos Açores

O balanço da Brigada é muito positivo. O camarada salientou a importância do 1º Congresso Regional na luta pela refundação do nosso partido operário comunista marxista, tanto nos Açores como no resto do País.

Todas as despesas com a deslocação e estada do camarada Arnaldo Matos no Faial foram suportadas exclusivamente pelo próprio.

31Mar17

A Redacção

 

 

 

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I Congresso Regional dos Açores Donativos: Ultrapassados os 3 000 euros!

I Congresso Regional dos Açores

Donativos: Ultrapassados os 3 000 euros!

Arnaldo Matos

Às oito horas da manhã de hoje, dia 30 de Março de 2017, estava depositada na conta do Congresso na Caixa Geral de Depósitos a quantia de 3 105 (três mil cento e cinco) euros,

Em quatro dias, estão ultrapassados os três mil euros de donativos. O nosso Partido mostra-se entusiasmado com o 1º Congresso Regional dos Açores. O primeiro cartaz empolgou os nossos camaradas.

Pretendemos fazer dois cartazes, o segundo para convocar um pequeno comício em Ponta Delgada, no dia 1º de Maio à noite.

O Partido convidou os camaradas João Camacho e João Preguiça para estarem presentes no 1º Congresso Regional dos Açores, onde usarão da palavra, muito embora sem direito a voto.

Tenho total e absoluta confiança de que os camaradas continuarão a mobilizar todos os militantes, simpatizantes e amigos do Partido para colaborarem com os vossos donativos na campanha de fundos do Congresso.

Camaradas, precisamos de muito dinheiro. Peço aos camaradas que ainda não estão inscritos no Partido que se inscrevam e contribuam com os vossos fundos. O Congresso pode ser uma grande festa, mas é caro demais para as nossas posses.

Ajudem-nos, por favor. Confiamos de todo em vós!

30Mar17

 

 

 

 

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O que Se Passa Com o Fundo de Pesca dos Açores?...

O que Se Passa Com o Fundo de Pesca dos Açores?...

Arnaldo Matos

No dia 12 de Fevereiro de 2016, há pouco mais de um ano e já em campanha para as eleições legislativas regionais, o governo de Vasco Cordeiro anunciou que o fundo de compensação salarial para os pescadores – Fundo de Pesca – já teria começado a ser pago na Região, abrangendo então 1 344 pescadores.

Nessa ocasião, o gabinete de imprensa do executivo açoriano adiantava que a Direcção Regional das Pescas iria gastar 350 mil euros com o pagamento de apoios a ministrar por esse fundo, destinados a compensar os pescadores açorianos pela paralisação forçada da respectiva actividade piscatória devida ao mau tempo.

O Fundo de Pesca foi anunciado em Janeiro de 2016, com base na análise das descargas efecuadas no mês de Dezembro de 2015, altura em que os pescadores açorianos estiveram totalmente impedidos de pescar, em consequência das más condições climatéricas verificadas no arquipélago.

Foram antão, e a partir daí, lançados descontos 0,5% sobre os valores de venda do pescado em lota, o que deve ter permitido ao Fundo de Pesca acumular até hoje qualquer coisa como uns dois milhões de euros.

O Conselho Administrativo do Fundo de Pesca é um órgão consultivo em que têm assento representantes dos pescadores, dos armadores, da Lotaçor e dos secretários regionais da Solidariedade Social e do Mar, Ciência e Tecnologia. É ao Conselho Administrativo do Fundo de Pesca que cumpre avaliar e definir os critérios a ter em conta na actividade do Fundo.

Ora, o conselho administrativo do Fundo de Pesca decidiu fixar em 278,25 euros o valor do apoio a conceder aos pescadores impossibilitados pelas condições climatéricas de pescar, verba correspondente a 50% do salário mínimo regional praticado na altura.

Em 2015, foram apresentadas 2 622 candidaturas ao Fundo, referentes a 315 embarcações de pesca açorianas, mas o processo de avaliação das candidaturas demorou sempre mais de 30 dias a completar-se

Na conversa que mantiveram esta manhã com a brigada do partido dirigida pela camarada Margarida, os pescadores de Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, protestaram por não terem recebido os apoios a que tem direito e a que se têm candidatado.

Criado em 2002, o regime do Fundo de Pesca foi recentemente alterado no parlamento açoriano, passando a abranger não apenas o caso de paralisação de actividade piscatória devido ao mau tempo, mas também toda e qualquer quebra de rendimento no sector das pescas.

A verdade é que os dinheiros retidos pelo Fundo de Pesca não chegaram aos pescadores, a quem são devidos, e de todo em todo não chegaram aos pescadores da Ilha de Santa Maria.

Não há dúvidas de que o governo regional de Vasco Cordeiro está a embolsar ilegalmente as verbas do Fundo de Pesca devidas aos pescadores, mas muito em especial aos pescadores da Ilha de Santa Maria.

E para que se não esqueça o caso, junta-se fotografia de uma embarcação espanhola a pescar nas nossas águas açorianas, rapinando as nossas espécies piscícolas. Estas aves de rapina nunca descontaram para o nosso Fundo de Pesca, como é óbvio.

Os pescadores dos Açores, incluindo os da Ilha de Santa Maria, devem exigir imediatamente que o governo regional de Vasco Cordeiro preste contas aos pescadores e armadores dos dinheiros recolhidos e desaparecidos no saco azul do Fundo de Pesca.

Onde param esses mais de dois milhões de euros, roubados aos pescadores?

30Mar17

 

 

 

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Cartazes

 

 




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De Novo e Sempre, a Campanha de Fundos

De Novo e Sempre, a Campanha de Fundos

Arnaldo Matos

Camaradas,

Os donativos depositados na conta da Caixa Geral de Depósitos esta manhã, com destino ao I Congresso Regional dos Açores, montavam a 2 485 (dois mil quatrocentos e oitenta e cinco) euros.

É ainda muito pouco, mas os dinheiros continuam a subir, satisfazendo o pedido dos camaradas, do nosso Partido e do 1º Congresso.

Publicamos na primeira página do Luta Popular Online de hoje o projecto do cartaz com que se procederá à convocatória do 1º Congresso Regional. O cartaz suscitou um grande entusiasmo nas nossas fileiras.

Façam o obséquio, camaradas, de contribuírem com tudo o que puderem para apoiar as despesas do nosso 1º Congresso Regional.

Obrigado

29Mar17

 

 

 

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Saudação ao Comité Regional do Partido para a Ilha de S Jorge

Saudação ao Comité Regional do Partido para a Ilha de S Jorge

Saudação

O Departamento Financeiro do Comité Central, na sua reunião de 27 de Março, saúda vivamente a constituição de mais um Comité do Partido para o arquipélago, dos Açores, desta vez, da ilha de S. Jorge, constituído no último domingo dia 26 de Março e congratula-se com as vitórias crescentes da linha revolucionária do PCTP/MRPP pela sua organização, rumo ao Congresso Regional do Partido nos Açores.

Viva o Comité Regional do Partido para a Ilha de S. Jorge

Viva o Partido!

Viva a Revolução Proletária!

27Mar17

Comité de Finanças

Inês


 

 

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Comité do Partido na Ilha de São Jorge

Comité do Partido na Ilha de São Jorge

Sob a direcção da camarada Margarida, membro do Comité Central, a Brigada Para a Organização do Partido nos Açores, com a colaboração do secretário regional e de um grande número de militantes de São Miguel e da Terceira, procedeu hoje, domingo, dia 26 de Março, pelas 18H00 locais, nas instalações da Junta de Freguesia de Velas, à fundação do Comité do Partido na Ilha de São Jorge.

Maioritariamente constituído por mulheres, com todos os membros nascidos, trabalhadores e residentes em São Jorge, o Comité do Partido elegeu para seu secretário a camarada Érica Carina Dutra, natural da Fajã Grande, na Calheta.

Publica-se a Carta ao Povo Trabalhador de São Jorge, que representa o principal documento político saído da reunião constitutiva e que irá ser difundido em toda a Ilha, a partir da próxima segunda-feira.

No mapa que antecede, vão registadas a vermelho as ilhas da Região Autónoma dos Açores onde já se acham constituídos e em pleno funcionamento os Comités do Partido para as respectivas ilhas.

O Partido agradece à Junta de Freguesia da Vila de Velas a cedência das suas instalações para a cerimónia da fundação do Comité do Partido da Ilha de São Jorge.

LX. 26Mar17

Arnaldo Matos

 

 

 

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Carta ao Povo Trabalhador da Ilha de São Jorge

Carta ao Povo Trabalhador da Ilha de São Jorge

Caras e Caros Camaradas,

O Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) fundou ontem, domingo, dia 26 de Março, em Velas, o Comité do Partido para a Ilha de São Jorge, constituído por quatro camaradas, todos açorianos nascidos, vividos e residentes nesta ilha, e elegeram para secretária do Comité a camarada Érica Carina Dutra, da Fajã Grande, na Calheta.

Na sua primeira reunião, os membros do Comité do Partido para a Ilha de São Jorge fizeram um balanço das últimas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, eleições que renovaram, como sabeis, por mais quatro anos, o mandato do partido socialista de Cordeiro na assembleia e no governo regional. O nosso Partido, que também concorreu a essas eleições, não elegeu nenhuma voz própria à assembleia da Região, mas reforçou a sua posição política no Arquipélago, pois conseguiu formar e apresentar a sufrágio listas em sete das nove ilhas com uma centena de candidatos, um terço dos quais mulheres, todos, com duas únicas excepções, nascidos, vividos e residentes no nosso arquipélago.

Na sua primeira reunião, o Comité do Partido para a Ilha de São Jorge formulou e aprovou um voto de agradecimento a todos quantos participaram nas listas eleitorais do Partido, ao povo dos Açores que nos acolheu com amizade e a quantos se decidiram por votar nos candidatos das nossas listas, confiando em que, daqui por quatro anos, nas futuras eleições legislativas de 2020, irão escolher para sua voz parlamentar uma representação legislativa saída das candidaturas do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP).

Os cinco partidos a quem este ano passado o povo dos Açores concedeu o direito de nomear deputados fizeram-vos muitas promessas na campanha, mas já se esqueceram de tudo e ainda mal passaram seis meses da data do sufrágio. Onde estão os prometidos subsídios para a produção do leite, os garantidos apoios à agricultura e à agro-pecuária, as medidas para o aumento das quotas de captura de peixe pelos pescadores dos Açores, a redução dos preços das viagens aéreas e marítimas entre as ilhas, o aumento dos empregos, a melhoria do serviço regional de saúde?

Eleito ontem, o Comité do nosso Partido para a Ilha de São Jorge vem já hoje garantir-vos que não abandonará nunca as lutas dos trabalhadores desta ilha, que irá unir-se a vós cada vez mais e que conta com o vosso apoio para vencer as lutas que nos e vos esperam.

 

Caras e Caros Camaradas,

O Comité do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) para a Ilha de São Jorge, ontem fundado nas Velas, vem anunciar-vos os objectivos das lutas em que se irá empenhar nesta Ilha e para participação nas quais vos apela, porque são lutas para defesa dos vossos interesses e direitos fundamentais.

I – São Jorge, Uma Ilha que se Despovoa

O nosso primeiro e principal problema é que, em consequência da errónea aplicação do sistema autonómico pelos sucessivos governos regionais do PSD e do PS, os Açores perderam, nos últimos quarenta anos, 42 351 habitantes.

Sete ilhas dos Açores estão em vias de ficar sem gente. E uma delas é precisamente São Jorge. Qualquer dia será mais difícil encontrar um Jorgense do que um priolo.

Entre os dois últimos censos populacionais, que se realizaram em 201 e 2011, a população global dos Açores teve um pequeno acréscimo de 2,06%, mas São Jorge continuou a descer, perdendo mais 7% da sua população, que hoje é de apenas 8 997 pessoas.

Como consequência desta perda de população – e de eleitores – São Miguel roubou este ano um deputado a São Jorge.

O que cresce cada vez mais é a população de duas das nove ilhas – São Miguel e a Terceira – onde presentemente se concentram 80% dos açorianos.

A razão de ser deste descalabro – que, a manter-se, levará inevitavelmente ao despovoamento de sete das nove ilhas – é o açambarcamento da autonomia político-administrativa pela burguesia capitalista açoriana estabelecida económica e politicamente em São Miguel e na Terceira. Todas as vantagens do sistema autonómico, pelas quais lutaram, ao longo de séculos, as populações de todas as ilhas, ficaram nas mãos da classe burguesa capitalista reaccionária dominante, concentrada em Ponta Delgada e em Angra, e as outras ilhas ficaram ainda com menos puderes do que os que tinham nos tempos dos três distritos autonómicos de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta.

Temos em São Jorge dois concelhos – Calheta e Velas – com competências meramente administrativas, mas não temos uma ilha politicamente organizada e gerida como um todo. Cada concelho toca a sua viola, mas São Jorge não tem nem instrumento nem orquestra para tocar a música que convém a toda a Ilha.

Em si, e sozinha, São Jorge tem, como ilha, um único direito, que é aliás um dever: receber uma vez por ano a chamada visita estatutária do governo regional…

Para acabar com esta bandalheira, que vai necessariamente conduzir ao despovoamento de sete das nove ilhas dos Açores, é preciso alterar o Estatuto da Autonomia, conferindo poderes político-administrativos e orçamento próprio a cada ilha açoriana. E cada uma dessas ilhas, em vez de um conselho corporativo salazarento destinado ao rapa-pé de receber as visitas anuais do governo regional, deve possuir um Conselho Político de Ilha, encarregado da respectiva direcção e escolhido por sufrágio eleitoral universal e directo dos cidadãos residentes em cada uma das ilhas.

Se os Jorgenses não tomarem a direcção da sua Ilha em mão, ficarão condenados a desaparecerem.

O Conselho de Ilha deve receber uma parte dos poderes autonómicos que hoje se mostram açambarcados pelo governo regional da burguesia capitalista exploradora e opressora dos trabalhadores açorianos em Ponta Delgada e em Angra.

Entretanto, há certos assuntos cuja resolução os Jorgenses devem exigir imediatamente. Senão vejamos!

II – O Aeródromo Não Serve São Jorge!

São Jorge é uma das mais belas ilhas dos Açores, e terá um grande futuro económico, turístico, cultural e social, contanto que os Jorgenses repudiem as políticas liquidacionistas dos sucessivos governos regionais e defendam, com unhas e dentes, os seus direitos interesses próprios.

São Jorge não tem um aeroporto, mas um aeródromo – um apeadeiro aéreo, para sermos mais precisos – uma estrutura aeroportuária situada na Fajã do Queimado, em Santo Amaro, a poucos quilómetros da vila de Velas, a capital da ilha, absolutamente insuficiente para satisfazer as suas necessidades e assegurar o seu futuro estratégico.

A pista do Aeródromo, inaugurada há 33 anos, tem 1 555 metros de comprimento, com as bizarras limitações e insuficiências de que, para aterrar, só se podem usar 1 270 metros da pista e, para descolar, só se podem usar 1 412 metros!...

Ora, São Jorge precisa de um verdadeiro aeroporto que permita ligar a ilha, por via aérea, com todas as outras ilhas do arquipélago e com o exterior, nomeadamente, com a Região Autónoma da Madeira, com as Canárias, Cabo Verde e com o continente português.

É a falta de uma autêntica infra-estrutura aeroportuária moderna, estratégica, susceptível de receber aviões a jacto de médio porte, do tipo Airbus 220, que está a asfixiar a economia e o progresso da Ilha de São Jorge.

Note-se que, mesmo com o actual e ridículo apeadeiro aéreo, São Jorge movimentou no ano passado 53 708 passageiros. Imagine-se quantos teria movimentado, se dispusesse de um cómodo e moderno aeroporto de tipo médio, capaz de operar aviões a jacto, com capacidade para 250/300 passageiros.

São Jorge exige do governo regional e do governo central da República, um novo, cómodo e moderno aeroporto médio com aquelas características para que uma das maiores e mais belas ilhas do arquipélago se possa desenvolver económica, social e culturalmente.

III – A Sata Mata São Jorge!

Mas se a estrutura aeroportuária, pelas suas insuficiências técnicas, de segurança e de conforto, prejudica a população e a economia de São Jorge, a Sata prejudica-as ainda muito mais.

A Sata, transportadora aérea açoriana, uma empresa de capitais regionais gerida pelo governo local, é a única transportadora aérea a operar o aeródromo de São Jorge.

A frequência dos voos da Sata de e para São Jorge é totalmente insuficiente e, além disso, operados por aviões demasiado pequenos, que não dão resposta ao volume da procura de viagens aéreas e de carga.

De mais a mais, a Sata não respeita os seus próprios horários de voo e, seja por invocadas condições climatéricas, seja por alegadas ocorrências operacionais, a Sata cancela um número inadmissivelmente elevado de voos, asfixiando a vida económica dos Jorgenses.

Cidadãos que têm de deslocar-se a outras ilhas para efeitos de assistência e tratamento médico-cirúrgico, nunca sabem quando podem sair e, muito menos, quando podem voltar a São Jorge.

Pescadores que precisam, sempre com a urgência imposta pelo consumo fresco do pescado, de expedir para as outras ilhas do arquipélago e para os mercados do continente e internacionais as suas capturas, vêem estragar-se o produto do seu trabalho pelo cancelamento inopinado dos voos aéreos ou pela incapacidade de transporte de carga dos pequenos aviões da Sata.

Os operadores turísticos da ilha, que não conseguem receber a tempo os seus clientes nem garantir-lhes transporte para as outras ilhas do arquipélago, vêem falir sem apelo nem agravo os seus investimentos.

Estudantes, que nunca conseguem chegar a tempo de fazer as suas férias em família nem regressar a tempo às universidades, estão praticamente fechados na ilha.

A Sata, com a colaboração do governo regional de Vasco Cordeiro, está impunemente a asfixiar a liberdade e mobilidade da população e a estrangular a economia da ilha de São Jorge.

A Sata e o governo regional, seu accionista e administrador, têm de cumprir escrupulosamente os voos e horários fixados, e mais: têm de operar o aeródromo de Santo Amaro, enquanto não for requalificado e transformado num autêntico aeroporto – como também se exige – com aviões com maior capacidade de carga e de passageiros, assim como estabelecer voos diários de e para todas as ilhas dos Açores, sobretudo na metade do ano mais propícia às pesca e ao turismo. E têm de garantir um voo diário que permita colocar no mercado abastecedor de Lisboa, o pescado capturado pelos pescadores de São Jorge.

IV – O Problema Nunca Resolvido dos Portos de São Jorge

Para além de uma infra-estrutura aeroportuária que terá de ser ampliada e requalificada, São Jorge necessita de uma outra infra-estrutura vital, cuja construção vem sendo muito prometida e sempre adiada nos últimos quarenta anos: a infra-estrutura portuária, para portos de pesca, de passageiros, de comércio e de prazos.

A geomorfologia vulcânica da ilha faz de São Jorge uma belíssima criação da natureza. Mas sendo uma ilha comprida (55 quilómetros desde a Ponta dos Rosais até ao ilhéu do Topo) estreita (6,7 quilómetros na largura máxima) e montanhosa (cordilheira central à altura dos oitocentos metros em média), exige um sistema portuário não só para as ligações com as outras ilhas, como para as suas próprias ligações internas com as comunidades ao longo da costa da ilha.

A ilha de São Jorge é a ilha das arribas, das falésias e das fajãs. Algumas das comunidades que vivem nas oitenta e uma fajãs já contadas da ilha só podem ser abordadas por mar ou por caminhos pedestres ao longo das arribas e falésias vertiginosas.

A falta de portos transformou em ilhas as populações isoladas de algumas das fajãs.

O porto de Velas, na costa sul da ilha, está actualmente apetrechado com uma pequena marina e pode receber embarcações de pesca e de passageiros.

De qualquer modo, a sua cota média de profundidade, que roça os dez metros, não permite a atracagem de paquetes nem de cargueiros, e, sem estes últimos, é impossível o abastecimento regular da ilha.

O porto do Topo, na extremidade leste da ilha, faz parte das tais promessas eleitorais sempre repetidas, - e o governo de Vasco Cordeiro voltou a prometê-lo nas últimas eleições – mas nunca cumpridas.

São Jorge não tem ainda um porto viável para o estabelecimento de ligações marítimas com a vizinha do norte, a ilha Terceira.

Ou seja: os governos regionais da burguesia capitalista instalada em Ponta Delgada, cortaram, nos últimos quarenta anos, o desenvolvimento económico da talvez mais bela ilha dos Açores, asfixiando São Jorge por mar e por terra.

V – O Governo Abandonou os Agricultores de São Jorge

A agro-pecuária e os lacticínios têm constituído até agora a base dos rendimentos da população e da economia de São Jorge. Mas, com a inesperada, unilateral e violenta eliminação das quotas leiteiras pelos gestores da política agrícola comum da União Europeia, sem uma clara, firme e decidida oposição do governo regional e do governo central, os mercados europeus fecharam-se ao leite e à carne dos Açores.

O preço do leite desceu vertiginosamente para os 19 e 23 cêntimos por litro, liquidando os rendimentos das agro-pecuárias e a estabilidade da nossa economia.

O governo regional tarda em adoptar medidas que venham em socorro da agricultora e da agro-pecuária dos Açores e, portanto, das suas ilhas mais afectadas, como sucede precisamente com São Jorge.

Dentro em breve, não haverá em São Jorge leite para produzir o famoso Queijo de São Jorge, que é o mais notável produto de marca da indústria dos Açores.

Quanto ao Queijo de São Jorge, é dupla a ameaça que sobre ele impende, pois para além do perigo proveniente da falta da matéria-prima – o leite produzido nas pastagens da ilha – corre também o perigo de a União Europeia, sem a mínima oposição e com toda a tolerância do governo regional e do governo central da república, seus lacaios, vir a assinar com os Estados Unidos da América o TTIP – tratado de comércio transatlântico – o qual elimina todas as denominações de origem protegida (DOP), como aquela que até hoje sempre consagrou a alta qualidade do nosso queijo.

Ora, para além de exigir aos governos regional e da república que o nosso País não assine nem ratifique o tratado de comércio já negociado entre o imperialismo ianque e o imperialismo europeu, os agricultores portugueses, em geral, e os jorgenses, em particular, devem continuar a exigir os apoios que sempre tiveram até agora para poderem continuar a sua produção.

VI – A Lotaçor Não Serve o Pescador

Na Região Autónoma dos Açores, a entidade credenciada para efectuar a primeira venda do pescado fresco ou congelado nos portos do arquipélago é a Lotaçor.

A Lotaçor é uma sociedade anónima de capitais públicos regionais. Fixando taxas e preços de monopólio, a Lotaçor é uma sociedade parasitária, que vive à custa do trabalho do pescador.

E não serve o pescador.

No caso dos pescadores de São Jorge, esse prejuízo exploratório imposto ao pescador é óbvio, pelo que não há um único pescador que tolere a Lotaçor.

Para estabelecer ferreamente o seu monopólio, a Lotaçor mantém uma única lota em toda a ilha de São Jorge, no porto de Velas.

Com uma única lota para todo a ilha, e sendo a ilha geomorfologicamente uma ilha comprida de 55 quilómetros e estreita de 6,7 km como largura máxima, os pescadores jorgenses que estejam a pescar ao norte da ilha terão de navegar setenta quilómetros ou mais para leiloar e vender as suas capturas.

Nalguns casos, será mais económico ir vender o pescado à ilha do Pico do que ao Porto de Velas. A Lotaçor devia abrir mais lotas noutros portos da ilha de São Jorge, como aliás já houve.

A Lotaçor tem também o mau hábito, aliás absolutamente ilegal, de pagar o pescado tomado em lota com, por vezes, três meses de atraso ao pescador e ao armador.

E não contente com toda esta prepotência, acontece que a Lotaçor é useira e vezeira em demorar a entrada do peixe em lota, prejudicando assim o preço de venda das capturas, o que faz propositadamente!

Toda a gente sabe, que se a lota demora, o pescado perde valor.

Todas estas manipulações ilegais da Lotaçor explicam por que é que nos últimos cinco anos, apesar da diminuição de quase 40% da tonelagem das capturas, o pescador, em vez de ver subir o preço do pescado vendido em lota, perdeu em média 1,34 euros por quilograma.

Os pescadores de São Jorge, que são dos mais competentes pescadores do arquipélago, exigem o fim da exploração pela Lotaçor, e desde já reivindicam:

  • mais lotas em portos jorgenses;
  • pagamento a pronto do pescado vendido em lota;
  • abertura das lotas nunca depois das 07H00 (sete horas da manhã);

VII – A Unidade das Operárias Conserveiras

Há nos Açores cinco grandes empresas de conserva de peixe:

2 da Cofaco, que fabricam o atum de conserva Bom Petisco, uma no Pico e outra em São Miguel.

1 da Sociedade Correctora, em São Miguel

1 da Pescatum, na Terceira

1 da Conservas de Atum Santa Catarina, na Calheta, em São Jorge.

Em certas épocas do ano, as cinco conserveiras açorianas agrupam, no seu conjunto, para cima de mil operários, mais de 90% dos quais são operárias.

O núcleo forte do proletariado açoriano está nestas cinco fábricas, e esse proletariado é um proletariado de mulheres.

Uma dessas fábricas é de capitais públicos regionais, precisamente a Sociedade de Conservas de Atum Santa Catarina.

Estas mulheres ganham abaixo do salário mínimo regional e trabalham, no mínimo, quarenta horas por semana, em jornadas contínuas, sem contagem de horas extraordinárias e sem pagamento dos salários das horas extraordinárias.

As operárias e os operários conserveiros devem criar a sua Associação Açoriana das Operárias Conserveiras, unindo todas as trabalhadoras das cinco fábricas de conservas das ilhas dos Açores, numa única e poderosa organização.

E o PCTP/MRPP exige que o governo regional dos Açores lhes reconheça e aceite, desde já na fábrica de Santa Catarina, que é uma fábrica de capitais públicos regionais:

-               O salário mínimo de 600 € mensais;

-               A semana das 35 horas;

-               O pagamento das horas extraordinárias;

-               O descanso semanal ao sábado e ao domingo;

-               O pagamento do salário integral nos períodos em que não tiverem trabalho por falta de matéria-prima.

Viva a Associação Açoriana das Operárias Conserveiras!

VIII – A Ilha das Fajãs

Estão contadas oitenta e uma fajãs na ilha de São Jorge, que é conhecida, ela própria, como a ilha das arribas, das falésias e das fajãs.

A fajã é um acidente geológico que resulta de um desabamento de terras, de rochas ou de lavas, em suma, um desabamento de detritos das arribas e falésias da ilha, formando pequenas planícies naturais costeiras ou de meia encosta, algumas delas habitadas e quase todas aproveitadas para a produção agrícola.

A algumas destas fajãs só se acede por mar; outras por caminhos vertiginosos traçados nas próprias arribas e falésias.

Este espectáculo único da natureza – as fajãs de São Jorge – foi classificado no dia 19 de Março passado, em Lima, no Perú, como Reserva Mundial da Biosfera e passou a integrar o património mundial da Humanidade.

Para preservar este património único serão necessários investimentos colossais, a obter dos orçamentos do governo regional, do governo da república e dos fundos da União Europeia para protecção da natureza e do ambiente.

Os ecossistemas e paisagens das fajãs são de uma extrema vulnerabilidade e a sua manutenção e conservação exigem grandes e contínuos investimentos, que os governos regional e central não parece terem pressa em garantir.

IX – São Jorge não tem Hospital!

O sistema do serviço nacional de saúde, na sua aplicação às nove ilhas da Região Autónoma dos Açores, tem de ser totalmente modificado.

Compreende-se que exista um grande hospital para toda a Região, dotado de todos os serviços e valências médicas e cirúrgicas, mas então um tal hospital não deve estar centrado em Ponta Delgada, porque, em Ponta Delgada, serve prioritariamente a grande burguesia que lá reside.

Um tal hospital deve estar, o mais aproximadamente possível, estabelecido no centro geográfico do arquipélago: Pico, São Jorge ou Terceira, nunca em São Miguel.

A constituição de um grande e bem apetrechado hospital para toda a Região Autónoma dos Açores não isenta o governo regional e o governo da República da obrigação de criar em cada ilha do arquipélago um pequeno hospital embora, e não um simples posto médico, como é a ideia central do governo da Região.

Um pequeno hospital, todavia, apetrechado para acorrer e tratar com capacidade, competência e sucesso, designadamente no campo cirúrgico, as doenças mais comuns.

É evidente para todos que o futuro económico dos Açores passa necessariamente pelo turismo. Em termos de turismo futuro, o governo regional tem desde já de dotar todas as ilhas das infraestruturas necessárias ao desenvolvimento do turismo em cada ilha, pois, de contrário, o turismo limitar-se-á a São Miguel e à Terceira, liquidando definitivamente as outras sete ilhas dos Açores.

Ora, São Jorge é uma das ilhas açorianas que dispõe de maiores recursos naturais para sustentar uma grande indústria turística, desde a pesca e desportos marítimos até o turismo de natureza.

Mas não terá nunca turistas em quantidade e qualidade se não dispuser de um hospital – pequeno embora – capaz de tratar os turistas nas doenças e acidentes mais comuns. Para o futuro económico da Ilha de São Jorge, a existência de um pequeno hospital, devidamente apetrechado nas principais valências médicas e cirúrgicas, é uma exigência estratégica.

Trata-se de uma infra-estrutura urgentíssima, pois os Jorgenses de todas as idades têm de deslocar-se às outras ilhas para todas as consultas de especialidade médico-cirúrgicas, e para os exames médicos complementares, sem todavia terem um sistema de transportes marítimos e aéreos que lhes permita satisfazer essas necessidades básicas.

São Jorge precisa e exige o seu próprio hospital. Se há concelhos no continente, fora de Lisboa, Porto e Coimbra, que têm o seu próprio hospital, porque é que a ilha e o povo de São Jorge não hão-de ter também hospital próprio seu? E porque terão de ir tratar-se à ilha mais próxima, ainda por cima em unidades de saúde que não merecem sequer esse nome? E porque estapafúrdia razão terão os filhos das mulheres de São Jorge nascer fora da Ilha.

X – Porque é que a Universidade dos Açores não estabelece nenhum pólo universitário na Ilha de São Jorge?!

Sabe-se como a existência de universidade ou de pólo universitário em duas ou três ilhas dos Açores contribuiu para o desenvolvimento económico, cultural e social dessas ilhas.

Não se compreende nem se aceita que a Universidade dos Açores esteja limitada, como está ainda, à Terceira e a São Miguel. A Ilha de São Jorge, quarta maior do arquipélago, tem todo o direito a ver instalado no seu território um dos pólos específicos da Universidade dos Açores.

XI – O Turismo

A ilha de São Jorge reúne condições privilegiadas para se constituir num dos principais pólos de desenvolvimento da indústria turística.

O seu riquíssimo património paisagístico, marítimo, geológico e cultural poderão transformar esta ilha na única capaz de competir, em igualdade de circunstâncias de base, com a ilha de São Miguel.

XII – Comunicações Modernas

São Jorge carece totalmente de um sistema de comunicações moderno, base absoluta de qualquer desenvolvimento económico, científico e cultural futuros.

A ilha de São Jorge não tem, como a maior parte das ilhas dos Açores, um sistema de comunicação por fibra óptica para televisão, telefone, internete e demais componentes de comunicação digital e numérica.

Não dispõe ainda de um sistema de comunicação telefónico dentro da ilha e entre as ilhas do arquipélago.

A internete não está acessível nem para comunicações regulares dentro de São Jorge ou de São Jorge para o exterior. Neste domínio, os Jorgenses permanecem na idade média.

Hoje, o desenvolvimento é impossível sem investir devidamente no inadiável sector das comunicações.

 

Caras e Caros Camaradas,

Deixamos à vossa consideração, em forma resumida, o programa pelo qual se irá bater ao vosso lado o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). A partir de agora o Comité do Partido para a Ilha de São Jorge está na rua para lutar com o Povo, para o Povo e pelo Povo dos Açores contra os seus exploradores e opressores.

Viva o Povo de São Jorge!

Viva o Povo dos Açores!

Viva Portugal!

Proletários de todos os países, uni-vos!

 

26Mar17

 

Comité do Partido na Ilha de São Jorge

 

 


 

 

 

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Campanha de Fundos

Campanha de Fundos

No primeiro dia da campanha, em escassas horas, foram recolhidos na conta da Caixa Geral de Depósitos, 690 euros (seiscentos e noventa euros) de donativos destinados às despesas do I Congresso Regional dos Açores.

Perdoem-me os camaradas, militantes, simpatizantes e amigos do Partido em todo o País, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, que insista em pedir os vossos donativos para a realização do Congresso Regional, mas a verdade é que sem eles não poderemos realizar a nossa tarefa.

Obrigado

26Mar17

Arnaldo Matos

 

 

 

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Subcategorias

 

Libertação imediata dos políticos catalães presos!

libertaçãoDia 14 de Outubro de 2019 será assinalado como o dia em que se produziu mais um acto de terrorismo do governo espanhol sobre o movimento independentista da Catalunha, acto que se traduziu na decisão fascista levada a cabo pelo Supremo Tribunal de Espanha – que, tal como em Portugal, manteve toda a sua estrutura corporativa franquista – de condenar os presos políticos dirigentes da república catalã a um total de prisão superior a 100 anos!

Contrariamente ao que toda a sorte de oportunistas querem fazer crer, não é a grande burguesia catalã que é independentista, já que ela tem fugido de forma massiva da Catalunha, por temer a sua independência. As grandes empresas e os bancos sairam efectivamente da Catalunha para irem para Madrid ou algures em Espanha.

É, pois, em defesa da alta burguesia catalã e espanhola que sai o franquista Supremo Tribunal de Espanha. É absolutamente necessário sublinhar que:

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Policentrismo, um vírus revisionista que corrói a essência de um verdadeiro Partido Comunista Operário! 

Ocorre hoje, no mundo inteiro, um profundo e extenso debate no Movimento Comunista Internacional – onde não se integram os partidos e movimentos revisionistas – sobre o centralismo democrático e as formas de organização que os comunistas devem privilegiar para assegurar uma maior ligação às massas e encabeçar as suas lutas revolucionárias que têm, como objectivo último, a destruição do modo de produção capitalista e a construção do modo de produção comunista. 

Em Portugal, esse debate mal se iniciou. E é absolutamente vital que se inicie, tanto mais que, ainda em vida do fundador do PCTP/MRPP, o nosso querido e saudoso camarada Arnaldo Matos, mas sobretudo após a sua morte, se instalou no seio do Partido uma corrente que ele, tal como no passado o havia feito Lenine, havia classificado de oportunista e revisionista, a designada corrente policentrista. 

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PCP E BE SALVAM O PS REACCIONÁRIO DE COSTA  

E preparam-se para lhe assegurar a renovação na continuidade de um governo de direita, de fura greves e de corruptos. 

E em nome de quê? 

Em nome da já enjoativa e nauseabunda cantilena da reposição de direitos e rendimentos e, agora, de uma estabilidade para as pessoas (a social-democrata Catarina Martins dixit). 

Mas qual reposição de direitos? 

A reposição do direito à soberania? À independência do país face ao imperialismo europeu e à NATO? A reposição do direito exclusivo a usar os nossos mares confiscados pela UE? Dos direitos dos trabalhadores liquidados pelo Código do Trabalho da Tróica, cuja revogação – linha vermelha da aprovação dos orçamentos de Estado pelo PCP e BE – foi rejeitada pelo anterior governo? Isto para já não falar dos direitos a uma habitação condigna e a um serviço de saúde eficaz, geral, universal e gratuito. 

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A CAMPANHA ELEITORAL

Acção de propaganda nas OGMA - Alverca Distribuição de propaganda aos operários da Autoeuropa Brigada de propaganda no concelho de Lisboa
Brigada de propaganda no concelho de Lisboa Acção de propaganda no Mercado de Setúbal Brigada de propaganda no concelho de Lisboa
Acção de propaganda no Instituto Politécnico de Setúbal Na Associação dos Deficientes das Forças Armadas Distribuição de propaganda aos operários da TAP

A CANALHICE DA TSF 

No panorama mais ou menos geral do silenciamento e discriminação da imprensa vendida relativamente ao nosso Partido, a TSF destacou-se de novo nesta campanha eleitoral pela forma ainda mais provocatória e acintosa do que sucedeu nas recentes eleições europeias.

Nestas últimas, o argumento, logo arrasadoramente desmascarado, que utilizou para ignorar a nossa candidatura foi a de que não conheciam o mail ou não dispunham de um contacto telefónico do Partido.

Desta vez, como não puderam usar do mesmo pretexto, esta gentalha promoveu um fórum no dia 30 de Setembro às 10H00, com o tema Os partidos mais pequenos têm um papel importante nestas eleições? , para o qual endereçaram a seguinte mensagem escrita às 08.50 do mesmo dia 30 de Setembro, para o telefone do Partido: bom dia fala Fernanda oliveira da tsf gostava de convidar para o fórum o pctp mrpp hoje de manhã.

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ELEIÇÕES ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Por um Novo Rumo para o País!

Por uma Solução Operária e Comunista! 


CANDIDATURA DO PARTIDO INICIA CAMPANHA ELEITORAL


A candidatura do PCTP/MRPP à Assembleia da República iniciou ontem a campanha eleitoral com a afixação de pendões 1em vários pontos do concelho de Lisboa.

Numa das brigadas que com entusiasmo cumpriu essa tarefa na capital, integrou-se a camarada Cidália Guerreiro, primeira candidata pelo círculo eleitoral de Lisboa, que2 na ocasião exortou os camaradas candidatos de todo o país a unirem as suas forças e a não regatearem sacrifícios para, por todos os meios e com convicção, divulgarem e propagandearem ampla e diariamente o programa do Partido e mobilizarem o povo trabalhador, os estudantes e reformados a votarem nele.

E alertou ainda, em particular, para a necessidade de contrariar as dificuldades e os obstáculos, tanto internos como os que resultam da enorme campanha de demagogia 3e manipulação da opinião pública acerca da actuação do governo reaccionário do PS e dos seus aliados PCP/BE, por parte de uma comunicação social vendida e de órgãos do poder a fazerem o frete a quem agora melhor serve os capitalistas e lacaios dos imperialistas (presidente da República, Ministério Público...).

Lembremos e sigamos o exemplo de firmeza e combatividade que sempre nos transmitiu o camarada Arnaldo Matos nas ocasiões mais difíceis que o Partido e os comunistas tiveram de enfrentar!

Viva a Candidatura do PCTP/MRPP!

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UM DEBATE ELUCIDATIVO

 

COSTA LADO A LADO COM JERÓNIMO


UM JERÓNIMO QUE METE DÓ E UM COSTA OPORTUNISTA QUE SÓ O PCTP/MRPP TEM CORAGEM DE DESMASCARAR!

 

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Marketing Eleitoral 

É cada vez mais evidente que, temerosos de que as suas promessas vãs já não sejam tão bem acolhidas pela classe operária e pelos trabalhadores como foram no passado, os diferentes partidos da burguesia – sobretudo os do chamado “arco parlamentar” – recorrem cada vez mais a especialistas do chamado marketing político para vender a sua banha da cobra. 

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 Entrega da Lista de Candidatos de Lisboa 

PCTP/MRPP não se furtou a fazer declarações! 

A candidatura do PCTP/MRPP por Lisboa enviou, três dias antes da apresentação da candidatura, uma nota a toda à imprensa em que divulgava o dia e a hora da apresentação da mesma, esperando que, pelo menos, neste período, houvesse uma equidade de tratamento por parte da comunicação social.

No entanto, tal não aconteceu e, numa atitude provocatória, os jornalistas presentes não só ignoraram a nossa presença, quer à chegada, quer à saída do Tribunal, após a entrega da lista, como tentaram fazer crer, de uma forma intelectualmente desonesta e vergonhosa para o jornalismo, que teria sido o Partido quem não quis prestar declarações!...

Ora, meus senhores, se o Partido não quisesse prestar declarações, por que razão teria anunciado com antecedência o dia e a hora de entrega da Lista?!

Publicamos, em seguida, excertos da Nota enviada, logo nesse dia, a toda a imprensa e da carta enviada ao Sr. Director da Lusa.

Como resposta, apenas o Director da Lusa pediu desculpa, através de telefonema, pela situação que eles próprios criaram.

É este o jornalismo e os jornalistas que temos!

NOTA À IMPRENSA

Serve a presente para esclarecer esse órgão de informação que, ao contrário do que foi noticiado em nota da Lusa, a candidatura do PCTP/MRPP pelo círculo de Lisboa não prestou hoje declarações aos jornalistas à saída do Tribunal, não porque se tenha recusado a tal, mas pela simples razão de que nenhum dos órgãos de comunicação social presentes no Palácio de Justiça se dirigiu a qualquer dos membros da candidatura, o que não sucedeu com os dois restantes partidos que à mesma hora ali se encontravam, um deles abordado até antes de ter entrado nas instalações do Tribunal.

Lisboa, 26AGO19

A Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP

 

Excerto da carta enviada ao Director da Lusa

(…) Pois sucedeu que, tal como já tivemos oportunidade de esclarecer, ninguém dessa agência se dirigiu à delegação do Partido que ali se deslocou, sendo totalmente falso, ao contrário do que a Lusa veiculou, que a mesma delegação de candidatos se tenha recusado ou furtado a prestar declarações a quem não se lhe dirigiu e preferiu gastar todo o tempo a entrevistar um partido – o Livre – que nem sequer ainda nessa altura se podia considerar, pelo menos formalmente, candidato ao círculo da capital, por não ter entregue em juízo a respectiva lista.

Mas, o que mais preocupante se está a tornar é que, tendo a nossa candidatura distribuído, ontem mesmo, uma nota à imprensa, também enviada a essa agência, sobre as razões e linhas políticas gerais da participação do Partido nestas eleições, acompanhada de uma breve biografia da primeira candidata por Lisboa, fomos há pouco contactados por uma jornalista dessa agência, pedindo precisamente informação sobre o conteúdo dos aludidos documentos entretanto já enviados e, pelos vistos, ignorados. (…)

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 O PARTIDO APRESENTOU LISTAS EM TODOS OS CÍRCULOS ELEITORAIS!

Militantes, simpatizantes e amigos do Partido, arrostando com grandes sacrifícios na luta contra os liquidacionistas, uniram-se firmemente para, com sucesso, levar por diante em todo o país a primeira fase da batalha da participação dos comunistas nas eleições burguesas para a assembleia da República, procedendo à entrega das listas de candidatos em todas as sedes dos distritos do continente e nas Regiões autónomas dos açores e da Madeira.

Enfrentando sem desfalecimentos os ataques dos inimigos externos e internos, saibamos continuar a honrar a memória e os ensinamentos do camarada Arnaldo Matos, fazendo desta participação a propaganda do comunismo e o reforço do Partido, o único que, como sabeis, nunca deixou de  desmascarar e combater os traidores do PCP e BE que, cavalgando o descontentamento e os anseios dos operários, se aliaram a um governo de direita para manter e reforçar a exploração e opressão do povo trabalhador e a submissão do país ao imperialismo.


Viva a candidatura operária e comunista
!

1Uma delegação da candidatura do PCTP/MRPP às próximas eleições para a Assembleia da República pelo círculo de Lisboa, encabeçada pela primeira candidata Maria Cidália Guerreiro, acaba de entregar a sua lista de candidatos, completando assim a apresentação das listas em todos os círculos eleitorais do país, e da Europa e Fora da Europa.

O PCTP/MRPP é um partido comunista e, como tal, nunca alimentou nem alimenta quaisquer ilusões nas eleições 2burguesas como forma de resolver os problemas essenciais do povo trabalhador português e, quando concorre, fá-lo para aproveitar este período para fazer propaganda do programa dos comunistas e com vista a reforçar a sua organização.

(Ler mais)

Na entrega da lista do Partido pelo círculo do Porto, o camarada João Morais, primeiro candidato desta lista, referiu, a propósito do balanço do governo do PS, que se trata de um governo rebotalhoporto que prosseguiu a mesma política de traição do anterior, prestando vassalagem ao imperialismo germânico e que a lista do PCTP/MRPP representa os mais explorados  e oprimidos que podem contar sempre connosco. E salientou ainda:  o nosso objectivo central é a instauração do modo de produção comunista. Vamos continuar a honrar o camarada Arnaldo Matos e reforçar nas nossas fileiras a importância do estudo do marxismo.

Açores
acores

Camaradas José Lourdes, 1.º candidato pelos Açores e Pedro Pacheco, mandatário.

Setúbal
setubal

Camarada Leonel Coelho, 1.º candidato, na entrega da Lista do Partido


Faro
faro

Os camaradas Carlos Rias, 1.º candidato, e Joaquim Covas na entrega da Lista pelo círculo de Faro

Beja
beja

O camarada Carlos Pais mandatário da candidatura por Beja na entrega da Lista.


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DEPOIS DA ILHA DA MADEIRA…

ENTREGA DAS LISTAS DE CANDIDATOS

NOS TRÊS DISTRITOS DO MACIÇO CENTRAL!

(Castelo Branco, Guarda e Viseu) 

Na quarta-feira, dia 21, pelas 9horas no Tribunal Judicial da Comarca de Castelo de Branco, José Cruz – responsável do Partido na Região do Maciço Central –, acompanhado pelo 1º. Candidato da Lista por este 1círculo, o camarada Joaquim Pinto, Jurista, e o camarada Rui Café -, procedeu à entrega da respectiva Lista dos Candidatos, composta por homens e mulheres, todos residentes no distrito de Castelo Branco;

Ao final da manhã, pelas 11horas, no Tribunal da Comarca da Guarda, o mesmo responsável do Partido e Rui Café, acompanhados do 1º. Candidato pelo círculo da Guarda, o camarada Miguel Fonseca, Operário Fabril, e da Candidata Carla Alexandra, Enfermeira, fizeram a entrega da respectiva Lista pelo círculo da Guarda, igualmente formada por candidatos, homens e mulheres, todos do distrito da Guarda;

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Eleições Legislativas da Madeira- Entrega da Lista do Partido

O Partido está vivo e pronto a lutar pelo bem estar do Povo da Região!

Foi assim que a primeira candidata às Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, Fernanda Calaça, O Partido esta vivo 0apresentou, à imprensa, a candidatura do Partido às próximas eleições, de dia 22 de Setembro.

Com estas declarações, Fernanda Calaça quis, desde logo, honrar a memória do Camarada Arnaldo Matos, fundador do Partido e lutador incansável contra a exploração e a opressão, transmitindo com essas palavras o sentir de todos quantos se uniram para a constituição desta candidatura, e que excederam largamente o número máximo de candidatos (94), todos naturais e residentes na Madeira.

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Um governo derrotado pela luta dos motoristas de matérias perigosas 

Ainda nem sequer a greve anunciada para a próxima 2ª feira, dia 12 de Agosto, pelos mais de 3 mil motoristas, associados do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), teve início e já os trabalhadores impuseram uma demolidora derrota ao governo.

O PS, coadjuvado pelas suas muletas do PCP, BE e Verdes, tentou, através da jogada da emergência energética e da requisição civil prévia – uma variante ainda mais fascista da Lei dos Serviços Mínimos, proposta e aprovada pelo PCP em 1974, na vigência de um dos governos dessa figura sinistra que dava pelo nome de Vasco Gonçalves – desmobilizar e dividir os trabalhadores, colocando-se de forma ostensiva ao serviço do patronato e da sua associação, a ANTRAM.

De nada lhes está a valer a miserável manobra arrogante e fascista. Hoje mesmo, a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), veio revelar, através do seu porta-voz, João Reis, que alguns postos de abastecimento por todo o país já assinalam “carências de alguns combustíveis”.

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Plágio de programas eleitorais? Ou unidade na acção reaccionária? 

A escassos dois meses das eleições legislativas, agendadas por Marcelo Rebelo de Sousa para o próximo dia 6 de Outubro, instalou-se a mais pura e dura das comédias bufas nas hostes dos partidos do chamado “arco parlamentar”. 

À medida que, a conta gotas, vão apresentando as suas propostas eleitorais, acusam-se mutuamente de plágio e de copy/paste, como se já não fosse uma evidência para os elementos mais conscientes da classe operária, da juventude, dos intelectuais e dos trabalhadores, a inexistência de qualquer tipo de divergências entre todos eles. 

Nem Catarina, nem Jerónimo, nem Eloísa, se podem arrogar da diferença. Os últimos quatro anos de governo Costa/Centeno, comprova que, alegando o respeito pelos compromissos europeus do PS, PCP, BE e Verdes caucionaram todas as medidas reaccionárias e anti-populares que Costa e Centeno impuseram, consubstanciadas em quatro Leis do Orçamento, votadas por esta auto-intitulada maioria de esquerda. 

E tudo isto mascarado de garantia para o amenizar das políticas de direita levadas a cabo pelo PS. Medidas que, a avaliar pela troca de acusações de plágio agora protagonizadas por Rio e Cristas, são as mesmíssimas que PSD e CDS – e direita e a extrema-direita – têm para propor nas próximas eleições. 

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O incêndio em Vila de Rei, Sertã e Mação

Um ministro e um primeiro-ministro cobardes!

Como o camarada Arnaldo Matos denunciou e previu a seu tempo, os verdadeiros responsáveis pelos mortos nos incêndios de Pedrógão Grande Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra de 2017 continuam impunes, e criaram mesmo uma espessa nuvem de fumo de demagogia para escamotear essa sua responsabilidade pela morte de mais de cem portugueses criminosamente tombados há dois anos nas chamas da incompetência e negligência do governo de António Costa.

Um ministro e um primeiro-ministro cobardesEssa nuvem de fumo consistiu, na altura, em atribuir a causa dessas vítimas a circunstâncias atmosféricas particulares e, depois, em fugir para a frente com o embuste de dezenas de propostas e medidas para evitar tragédias futuras.

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Rabo de Peixe – Ilha de São Miguel

 

Partido obtém vitória em tribunal

Em defesa dos operários da Botelho de Melo, Construções, Lda. 

 

ERabodePeixem Abril de 2018, o Comité do PCTP/MRPP na Ilha de São Miguel redigiu e divulgou um comunicado com o título Os transportes dos trabalhadores devem ser pagos pelo patrão, dirigido aos operários da empresa de construção civil Botelho de Melo, Construções, Lda., situada em Rabo de Peixe, no concelho da Ribeira Grande, na Ilha de  São Miguel.

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poema1

Pela Revolução Proletária

Um Partido Comunista Marxista

Proletário!
 

No momento

Em que o espectro da guerra

Ronda o Planeta!

E, aqui, os pregadores da União

Se ajoelham…

Rendidos à condição

De lacaios do imperialismo Euro-alemão…
 

No momento

Em que todos os partidos se aprontam

Para nova farsa eleitoral…

Semeando a ignorância quanto aos fundamentos

Da exploração desenfreada

Que dia a dia

Sentimos agravada;
 

No momento em que todos os traidores

Vendidos aos exploradores

Intentam corromper o Marxismo

Que justifica a Revolução

Como único caminho

Capaz de pôr fim a toda a exploração;
 

Neste momento… É preciso clamar!...
 

Pela Revolução Proletária

Um Partido Comunista Marxista Proletário!
 

Porque só os proletários,

Constituídos em partido, fortemente organizados,

Conduzirão à vitória a Revolução Proletária!

22 Junho 2019

Viriato

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Passes sociais ou passe de magia saloia?! 

A menos de 2 semanas da entrada em vigor dos novos “passes sociais” – que viria a ocorrer, vá-se lá saber porquê, no dia das mentiras, o primeiro dia de Abril – que, segundo Costa, Jerónimo, Catarina e Apolónia, iria constituir uma “verdadeira revolução” nos transportes urbanos e, até, regionais, o PCTP/MRPP foi o único partido que se levantou contra o monumental embuste, operação de manipulação, mentira e decepção, que tal medida constituía. 

Enquanto a “oposição” tentava por todos os meios “associar-se” a tão “magnífico” evento, o nosso Partido foi o único que teve a passes sociaiscoragem de, contra a corrente dos elogios a tal medida, denunciar a marosca. Por tal ousadia, mereceu da parte de toda a corrente populista e reaccionária, encabeçada pelo PS e secundada por PCP, BE e Verdes, o silenciamento das suas opiniões e posições políticas. 

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Por uma política de habitação ao serviço de quem trabalha! 

Segundo um estudo da Moody’s, Lisboa terá o maior rácio de alojamentos locais (AL) por habitante, num estudo comparativo que envolve dez das principais cidades europeias, entre elas, Amesterdão, Berlim, Dublin, Frankfurt, Londres, Madrid, Milão, Paris e Roma, isto é, 30 alojamentos por cada mil habitantes. Isto num contexto em que, entre 2012 e 2018, enquanto os salários dos trabalhadores que moram em Lisboa registou aumentos de cerca de 10%, em média, os preços na capital sofreram aumentos de mais de 50%!

Este é um resultado directo de duas políticas urbanas que se começaram a desenhar e a impor nos grandes centros urbanos, a partir da primeira metade dos anos 90 do século XX, com o famigerado Plano Director Municipal de Jorge Sampaio, então presidente da Câmara Municipal de Lisboa:

  1.  A alteração do conceito de municipalização dos solos para o de liberalização dos solos;
  2.  o premiar, fiscal e não só, de empresas designadas por fundos imobiliários,
  3.  que tomaram de assalto a cidade de Lisboa e outras grandes urbes, a pretexto de um plano de recuperação e reabilitação urbanos.

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 Abuso de poder, calculismo eleitoral e cobardia política!

Quando o abuso de poder se casa com a cobardia política e o calculismo eleitoral, assistimos a um miserável espectáculo como o que levou financasalguns inspectores da Autoridade Tributária (AT), respaldados na segurança repressiva prestada por agentes da GNR, a levar a cabo uma operação a todos os títulos tenebrosa, ilegal e inconstitucional, como foi a da operação stop do passado dia 28 de Maio , em que dezenas de condutores foram abordados e mandados parar, desde as 8 horas da manhã, para serem verificadas alegadas dívidas fiscais e imposto o seu pagamento em caso de elas existirem ou, em alternativa, e por falta de pagamento, a apreensão e penhora imediata das viaturas em que se deslocavam. 

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Em bicos dos pés !

O PS sempre assumiu o papel de “vendilhão do templo”! Começou por vender a ideia de que a “opção europeia” era a que melhor servia o povo português. Sem qualquer discussão ou consulta prévia ao povo, decidiu aceitar as “regras” impostas pela então CEE, que obrigaram Portugal a destruir praticamente todo o seu tecido produtivo – desde a Lisnave à Mague, passando pela Sorefame, pela agricultura e agro-pecuária até à frota pesqueira e à marinha mercante. 

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Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto 

100 mil esperam por uma habitação digna e a preços acessíveis! 

Dados recentemente trazidos a público indicam que cerca de 32 mil famílias (ou seja, cerca de 100 mil elementos do povo) estão inscritas em listas de espera para uma habitação com renda social, em 30 concelhos das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.

Estas famílias são a parte visível do iceberg que são os chamados danos colaterais que o PCTP/MRPP sempre denunciou que iriam suceder, provocados por:

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O Governo Português Deve Opor-se Imediatamente a Todas as Manobras do Imperialismo Americano para Invadir a Venezuela 

Como é sabido, o interino Guaidó, fantoche dos americanos, depois do seu golpe de Estado, tem-se dedicado a praticar toda a espécie de actos de provocação, em todo o caso fracassados, para tentar acelerar a invasão da Venezuela pelos ianques. 

Sem ter obtido o êxito que esperava na frente externa, nomeadamente com a abortada iniciativa 1do Grupo de Contacto,

Veja ou reveja o Programa Governo Sombra com Arnaldo Matos

(Clique na imagem para poder aceder ao vídeo)


painelinscreve 01

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A REUNIÃO PLENÁRIA DO COMITÉ CENTRAL

DE 12 DE OUTUBRO APROVOU

REALIZAÇÃO DO I CONGRESSO

EXTRAORDINÁRIO DO PARTIDO

EM 18 DE SETEMBRO 2020! 

Prosseguindo na árdua luta, iniciada em 2015 pelo camarada Arnaldo Matos, no âmbito da refundação do Partido Comunista Proletário Marxista, e tendo como condição indispensável a realização do Congresso – órgão supremo de direcção do Partido –, há algum tempo adiado pelas circunstâncias especiais, que são do conhecimento geral, criadas no seio do próprio Partido;

O Comité Central, reunido em sessão plenária no passado dia 12 de Outubro 2019, aprovou a convocação do próximo Congresso Nacional do Partido para o dia 18 de Setembro de 2020 e, simultaneamente, elegeu a Comissão Organizadora do Congresso integrada pelos camaradas Cidália Guerreiro, José Cruz e João Pinto.

Do nosso ponto de vista, a convocação do próximo Congresso constitui uma medida que visa pôr fim a um período de dúvidas e incertezas, rompendo com o pântano instalado, e não deixará de corresponder aos anseios já manifestados por muitos militantes e simpatizantes do Partido.

Estamos certos de que a luta acesa que tem vindo a ser travada dentro do Partido e que, particularmente desde o passado dia 12 Outubro, extravasou oportunisticamente para os meios de comunicação social, incluindo Facebook e afins, vai com certeza intensificar-se!...

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O Luta Popular online e a Refundação do Partido Comunista Proletário Marxista

O Luta Popular online é o Órgão Central do PCTP/MRPP, o que significa que as posições tomadas pelo Partido são as publicadas no Jornal. Os militantes, simpatizantes e amigos do Partido devem tomar conhecimento das posições do Partido através do seu Órgão Central e não por qualquer outro canal de comunicação.

Nesse sentido, e para que não persistam dúvidas, e apesar de já ter sido objecto de estudo, republicamos um artigo do camarada Arnaldo Matos, datado de 04-05-2016 , no qual está claramente explicado qual é a função do Luta Popular.

       15OUT19                                                                             CG

Uma vez mais: O que é o Luta Popular Online? 

Agora que os comunistas portugueses estão a obter importantes sucessos na sua luta contra os liquidacionistas, com vista à refundação de um partido marxista revolucionário proletário, aumentou a colaboração dos militantes e simpatizantes do Partido para o Luta Popular Online.

Isso obriga-me a vir aqui uma vez mais explicar aos nossos leitores o que é o Luta Popular Online e qual é o tipo de colaboração que deles esperamos e desde já lhes agradecemos.

O Luta Popular Online é o jornal político de âmbito nacional do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Por enquanto, sai em suporte digital, mas a intenção do Comité Central do Partido é a de editá-lo em suporte de papel, assim que se acharem reunidas as condições políticas, económicas, técnicas e organizativas para tanto.

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HONRAR OS MÁRTIRES DO PARTIDO

A história do PCTP/MRPP é a história da luta empreendida pelos autênticos comunistas - contra toda a casta de oportunistas, arrivistas, carreiristas, liquidacionistas e outros lacaios da burguesia infiltrados no seio do movimento operário -, em prol da edificação do Partido do Proletariado.

HONRAR OS MÁRTIRES DO PARTIDONesta luta prolongada e difícil houve mártires e, sabe-se, que muitos outros tombarão até que a vitória da Revolução Proletária estabeleça a nova ordem da qual resultará a construção da futura sociedade comunista.

Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa são dois mártires do Partido e da Revolução que, independentemente do futuro do Partido a que pertenceram, nunca serão esquecidos pelo povo e pelo proletariado, por quem deram a própria vida.

Mas, hoje, do partido a que eles pertenceram, e após o desaparecimento físico do seu fundador, apenas restam despojos da heróica luta travada, e herdeiros ilegítimos de dentes afiados, desafiando quem se propõe honrar verdadeiramente os gloriosos combatentes tombados.

A honra que é devida aos heróis e mártires da Revolução não é feita com pétalas de rosas, nem com cantos de cisne, ou discursos inflamados!

Os heróis e mártires da Revolução honram-se na luta, sem deixar que, com falsos argumentos, a edificação do partido dos proletários seja transformada em simples quimera!

Quem quiser ser Digno, e Honrar Verdadeiramente os Heróis e Mártires do Partido, terá de abandonar o caminho do pântano e trabalhar por uma férrea e autêntica unidade dos Verdadeiros Comunistas;

Razão pela qual, na presente luta acesa entre as duas linhas dentro do PCTP/MRPP, todos estão obrigados a escolher de qual lado é que querem continuar…

Se do lado do Liquidacionismo que impede o Partido dos proletários de se organizar, ou do lado daqueles que querem ser dignos, e honrar verdadeiramente a memória daqueles que viveram e deram a vida pela Revolução!

Honra a Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa!

Pelo Partido Comunista Proletário Marxista!

Viva o PCTP/MRPP!                                                                                

Viriato

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honra a ribeiro santos

Outubros… 

Outubros Gloriosos

Em seu resplendor de mil cores de Outono

Iluminando memórias

Da História da Humanidade

Outubros Ardentes

Da folhagem madura

E dos frutos seus esplendores…

Entoando hinos à fecundidade

Outubros Sangrentos

De mártires assassinados pela tirania

Eternizados na luta

Dos explorados contra a burguesia

Outubros Vermelhos

Inquietos…

De ânimo renovado

Rumo à Revolução Comunista do Proletariado

Outubros do Futuro

Sonho de nascentes verdes a brotar

Em fluxo de floração suprema

Com que a Humanidade se há-de libertar!

 

José Cruz

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Mãos ao ar, isto é um assalto...ao poder! 

Nem vinte e quatro horas decorridas da contagem dos votos e já vários candidatos ao assalto ao poder, ou seja, a reparti-lo com o PS de Costa/Centeno, faziam fila e se punham em bicos dos pés. 

Ainda na noite eleitoral, o BE dispunha-se tanto a fazer uma pega de caras, como de cernelha, afirmando que para os sociais-democratas bloquistas, tanto se lhes fazia que houvesse um “papelinho escrito” – como acontecera com o governo anterior -, como fossem alcançados acordos pontuais no parlamento, tudo faria para que houvesse uma solução governativa “estável”! 

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O voto (f)útil!

Bem se podem esforçar Costa e Centeno, com a prestimosa ajuda das suas muletas do PCP, BE e Verdes, em apresentar um quadro de optimismo, de evolução positiva e riqueza para o povo e o país, que aí estão os mais recentes dados do eurobarómetro para deitar por terra as ilusões criadas.

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O desmantelamento do reactor nuclear de Sacavém

 

e as Jornadas Mundiais da Juventude

 

Numa operação envolta em total secretismo, o único reactor nuclear construído há mais de 50 anos em Portugal está a ser desmantelado. 

 

Na primeira fase, o coração do reactor – o núcleo com o combustível nuclear – foi transportado do Campus Tecnológico e Nuclear, sito na Bobadela, perto de Sacavém, para o Ponto de Apoio Naval de Tróia onde seria embarcado, em Março passado, num navio que transportaria esse material para os Estados Unidas da América. 

 

desmantelamentoÉ de toda a justiça que se reproduza, aqui e agora, um tuíte do camarada Arnaldo Matos no qual, sob o título O PAPA, A JUVENTUDE E O REACTOR NUCLEAR DE SACAVÉM, este fazia uma vigorosa e lúcida denúncia da política nuclear dos sucessivos governos PS e PSD, de arrogante desleixo criminoso, a propósito das Jornadas Mundiais da Juventude, que ocorrerão em 2022 no Parque Tejo, conforme foi anunciado pelo papa Francisco durante as últimas JMJ que tiveram lugar na cidade do Panamá, em Janeiro do corrente ano.

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Contas Certas?
 

Uma das frases mais utilizadas por Costa e Centeno para classificar a boa governança do executivo que lideram – com a prestimosa ajuda e cumplicidade das muletas do PCP, BE e Verdes, às quais se juntou o PAN – é a de que o PS cumpriu a sua promessa eleitoral de levar o país a ter contas certas. 

Dizem-no de forma a escamotear que, sendo a luta de classes o motor da história, até nas contas, certas ou não, se revela o antagonismo de interesses que existe entre quem explora e quem é explorado. 

E assim é! À questão de a quem servem as contas certas de que Costa e Centeno se gabam, a pergunta é de fácil e objectiva resposta: 

  • Servem ao grande capital financeiro e bancário que pretende ver asseguradas contas certas para o pagamento de uma dívida privada que foi transformada em pública para “justificar” que se impusesse o seu pagamento a quem dela não é responsável, nem dela retirou qualquer benefício – a classe operária, os trabalhadores e o povo em geral;
  • Servem para salvar uma banca corrupta e falida, injectando milhares de milhões de euros que são desviados – através das famigeradas cativações - do Serviço Nacional de Saúde (SNS), do sector da educação, do investimento na habitação, nos transportes e nas infraestruturas
  • Servem para transformar a dívida num garrote que leva à perda da soberania orçamental, bancária, aduaneira, fiscal, política, económica e financeira e capturar a soberania nacional, transformando o país numa sub-colónia do imperialismo europeu
  • Servem para agilizar o processo de privatização dos principais activos do país – a preços da uva mijona ou, pior do que isso, injectando dinheiros dos contribuintes para assegurar a sua sobrevivência –, desde a electricidade à água, passando pela energia, aeroportos, exploração de portagens de pontes e auto-estradas, PPP’s para a saúde e outros sectores de actividade, portos, transportes, etc. 

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Um Costa sagaz ou um rabo escondido com o gato de fora?!

No final da legislatura, PS e suas muletas do PCP, BE e Verdes desdobram-se em iniciativas para demonstrar que cada um deles, por sua iniciativa ou por acordo entre todos, são responsáveis pelo enorme sucesso do governo que brevemente cessará funções.

Sucesso que vai desde a retoma dos rendimentos para quem trabalha, uma Lei de Bases da Habitação que nada resolve relativamente à especulação imobiliária, um défice zero imposto à custa de cativações e ausência de financiamento nos sectores da saúde, da educação, dos transportes, das infraestruturas aeroportuárias e portuárias.

Sucesso que se revela numa Lei de Bases da Saúde que serve para mascarar o rombo orçamental que o sector sofreu para que uma dívida privada pudesse ser transformada em pública e o seu pagamento imposto a quem não a contraiu, nem dela retirou qualquer benefício, isto é, a classe operária, os trabalhadores e o povo em geral, para além de que do Serviço Nacional de Saúde continua a sair uma parcela do orçamento para financiar a actividade privada.

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VIEIRA DA SILVA, O MINISTRO DO CAPITAL NUM GOVERNO FASCISTA 

Vieira da Silva, ministro do trabalho e da segurança social, foi um dos ministros que integrou a tróica de gauleiters na repressão da greve dos motoristas, a mando e sob o comando do seu führer Costa.

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Viva a Justa Luta dos Motoristas!

O Partido manifestou, desde o primeiro momento, nos vários artigos publicados no Luta Popular online, o apoio à luta dos Motoristas Viva a Justa Luta dos Motoristasde Mercadorias e de Matérias Perigosas, denunciando as posições reaccionárias e provocatórias de patrões e do governo de Costa e suas muletas: PCP e BE.

Hoje, primeiro dia de greve, o Partido manifestou o seu apoio incondicional a esta justa luta, através de uma Nota à Imprensa, que publicamos, em seguida.

Publicamos também as mensagens de solidariedade e apoio enviadas às direcções do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M) e Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2562-sindicato-independente-dos-motoristas-de-mercadorias

http://lutapopularonline.org/index.php/correspondencia/2563-sindicato-nacional-dos-motoristas-de-materias-perigosas 

PCTP/MRPP APOIA INCONDICIONALMENTE A JUSTA GREVE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS E DE MATÉRIAS PERIGOSAS E MANIFESTA A SUA FIRME SOLIDARIEDADE PARA COM ESTES TRABALHADORES EM LUTA.

Tal como já o manifestou junto das direcções do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas /SNMMP) e Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (S.I.M.M.), o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP) desde início que exprimiu o seu total apoio à corajosa e justa luta que estes trabalhadores travam, não apenas contra o mais cavernícola dos patronatos representados pela ANTRAM, como contra as manobras provocatórias, intimidatórias e verdadeiramente fascistas do governo reaccionário do governo de Costa e suas muletas PCP e BE, estes, através da direcção traidora e social-fascista da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FERTRANS), prestimoso braço direito do capanga da ANTRAM e militante do PS Matias de Almeida.

A greve dos motoristas em curso constitui um poderoso exemplo de coragem, combatividade e firmeza para a luta do movimento operário, desde logo por ter arrostado, sempre sem ceder, com uma miserável e nunca vista campanha de chantagem, de ameaças e de intoxicação da opinião pública, por parte de um governo e de um primeiro-ministro que, sentindo-se derrotados, não puderam esconder a sua verdadeira face de inimigos da classe operária e de todos os que trabalham e se recusam a ser explorados e escravos sujeitos a ritmos infernais de trabalho.

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Os fura greves 

Fenómeno recente, com apenas dois anos, são as lutas dos trabalhadores dirigidas e protagonizadas por novas estruturas sindicais, em manifesta ruptura com as centrais sindicais da “concertação social” e da mais miserável pactuação com os interesses do patronato e do estado que o representa. 

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COSTA E A GREVE DOS MOTORISTAS

UM MEDIADOR QUE É PARTE

OU O INCONTIDO ÓDIO AOS TRABALHADORES

António Costa é frequentemente elogiado pela sua habilidade política, como primeiro-ministro de um governo reaccionário, e por saber usar a demagogia com particular mestria.

Ou seja, um perito em levar pela trela e amansar os social-fascistas do PCP de Jerónimo e os social-democratas do BE de Catarina Martins, silenciando a sua farronca oportunista de esquerda, atirando-lhes umas migalhas que não incomodem os capitalistas e imperialistas europeus.

Mas os fascistas por mais que se contenham e se mascarem nunca deixam de ser fascistas.

E Costa e alguns dos seus ministros mais fiéis têm disso dados vários exemplos ao longo do seu consulado, no ódio que têm aos costa e a greve dos motoristastrabalhadores.

Foi assim com a intervenção da polícia de choque contra os estivadores em greve, foi assim com a chantagem da ameaça de demissão contra a luta dos professores, perante a firmeza destes (atraiçoada pelo PCP e BE) e é agora de novo com a greve dos motoristas de mercadorias perigosas.

Depois de o Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) ter chegado a acordo com a ANTRAM, em resultado da última greve realizada no passado mês de Abril, os patrões resolveram provocatoriamente incumprir esse acordo.

Em face disso, o SNMMP e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), decidiram convocar nova greve por tempo indeterminado para o próximo dia 12 de Agosto, cientes de que esse é o instrumento prioritário e eficaz dos trabalhadores para lutarem pelas suas reivindicações.

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PS e PSD querem pôr a mão no pote dos fundos europeus para a regionalização! 

Comissão Independente para a Descentralização, criada em 2018 para avaliar a organização e funções do Estado ao nível regional e intermunicipal, conduzida pelo antigo ministro socialista João Cravinho, entregou na 3ª feira passada, dia 30 de Julho, um relatório em que sugere um novo referendo sobre a Regionalização, sem que o “alcance regional” seja questionado, e aconselhando que o processo seja “sujeito a uma permanente monitorização e avaliação”.

Ora, os portugueses sabem exactamente o que representa “uma permanente monitorização e avaliação” do que quer que seja que os regionilizacaosucessivos governos, sobretudo aqueles onde impera a política de “bloco central” - que junta a fome do PS com a vontade de comer do PSD -, lhes tem proposto.

Tanto assim é que em 1998 deu um rotundo Não ao referendo sobre a regionalização. Foram 67,4% os portugueses que deram uma nega, contra 34,96% que anuiram. Volvidos mais de 20 anos, e crentes de que os portugueses têm a memória curta, PS e PSD, que levaram vários anos a cozinhar um novo acordo para a regionalização, aventuram-se de novo por um caminho que, tudo indica, só servirá para engordar mais uns nababos do PS e do PSD, criar melhores condições para o nepotismo e, sobretudo, mais despesa – e logo mais impostos – para o erário público.

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NÃO À PRIVATIZAÇÃO DOS SIMAR!

CONTRA A GESTÃO CAPITALISTA DO PCP EM LOURES!

 

Ao fim de cerca de cinco anos da formação dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), simarBernardino Soares e os social-fascistas da vereação de Loures abrem caminho à privatização destes Serviços, ao tomarem recentemente várias medidas que encobrem esse objectivo.

Isto para além de, pela primeira vez na história deste município e através de um despacho do administrador e cacique do PCP Paulo Piteira, terem tido a ousadia de quererem obrigar os trabalhadores da recolha do lixo a trabalharem no feriado municipal do passado dia 26 de Julho, medida vergonhosa essa que só não foi aplicada, perante a convocatória de uma greve para esse dia.

A crescente tentativa, por parte dos gestores capitalistas de Bernardino, de liquidação do serviço público actualmente prestado pelos SIMAR tornou-se de tal modo escandalosa que até os próprios correligionários do PCP se viram obrigados a manifestar alguma inquietação (na verdade, não passará disso), para não ficarem desmascarados perante os trabalhadores que dizem defender.

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PSA – Mangualde:

DIZER NÃO À ESCRAVIDÃO!

E PROCLAMAR A EMANCIPAÇÃO DA CLASSE OPERÁRIA! 

Criado há 57 anos, o Centro de Produção de Mangualde, com o progresso industrial obtido à custa da força de trabalho dos seus operários, transformou-se na Grande Fábrica – PSA –, onde perto de um milhar de homens e mulheres produzem um astronómico volume de riqueza que diariamente lhe foge das mãos…, recebendo em troca, apenas, exíguas migalhas para o seu sustento!...

Hoje, a quantidade de riqueza, assim como a concentração da força de trabalho que a produz, são incomparavelmente maiores doescravidao que aquelas que no primeiro ano de produção (1964) permitiram, à então Citroen, pôr no mercado automóvel as 472 unidades do modelo AZL, o conhecido Citroen 2CV, produzidas ao longo desse ano…

A diferença de números é abismal... Só nos primeiros 6 meses deste ano, os actuais cerca de 800 operários e operárias da PSA produziram 38 mil automóveis – mais 15,1% do que no mesmo período do ano passado!

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Prossegue Genocídio Fiscal! 

Dados trazidos a público pela PORDATA, no final desta semana, traçam um retrato da situação demográfica há muito pré-anunciado por nós e deveras preocupante. 

As sucessivas medidas terroristas e fascistas que o governo de traição nacional – o governo de coligação entre a extrema-direita do CDS/PP e da direita do PSD - foram impondo aos trabalhadores e ao povo português, com o cortejo de roubos dos salários, do trabalho, das pensões e reformas, a crescente negação do acesso à saúde e à educação, o aumento de impostos sobre o trabalho e a carestia generalizada de vida, aumentando bens essenciais, desde a água à luz, passando pelos transportes, as rendas de casa, a alimentação e o gás, levou-nos a considerar que os sucessivos Orçamentos de Estado que Coelho e Portas foram lavrando, constituíam um autêntico acto de genocídio fiscal.

grafico 

Genocídio fiscal prosseguido pelo governo de Costa/Centeno, com a prestimosa colaboração das muletas do PCP/BE e Verdes que, ao mesmo tempo que celebram as realizações do actual governo, escamoteiam o facto de este estar a ser o governo que maior carga fiscal impôs ao povo – 35,4% em 2018, o valor mais alto desde 1995!!!

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Incêndios – meio facilitador da acumulação capitalista nos campos! 

incendiosHá mais de 40 anos que, ano após ano, quando o país arde, lá vêm os sucessivos governos que à vez, sozinhos ou coligados – e relembramos que, praticamente todos os partidos do “arco parlamentar”, passaram pelos bancos do poder – , e assessorados por um batalhão de “especialistas” de tudo e mais alguma coisa, afirmar, por um lado, que a culpa foi dos incendiários ou da natureza e, por outro, que agora, sim, irão ser tomadas medidas na direcção certa que, segundo todos eles, é a prevenção. 

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18 de Julho de 1975 – Libertação do camarada Arnaldo Matos e dos militantes do MRPP presos pelo COPCON/PCP 

O dia 18 de Julho de 1975 constituiu um marco indelével na história da luta da classe operária e dos comunistas portugueses do MRPP, sob a direcção do camarada Arnaldo Matos, contra a ditadura social-fascista, pela liberdade e democracia e continuação do combate pela revolução comunista.

278Pelas 22H30 do dia 28 de Maio de 1975 o COPCON, recorrendo aos comandos e às chaimites do fascista Jaime Neves e militares de unidades controladas pelo PCP, iniciou a operação Turbilhão, assaltando e saqueando todas as sedes do MRPP da região de Lisboa, e prendeu o camarada Arnaldo Matos e mais de quatro centenas de militantes e simpatizantes do Partido.

O objectivo desta operação terrorista havia sido previamente apontado pelo PCP na assembleia do MFA que a aprovou, em particular pelo seu maior cacique o social-fascista coronel Varela Gomes – eliminar fisicamente o camarada Arnaldo Matos, fundador e secretário-geral do MRPP e destruir e aniquilar o Partido.

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Lambe botas Marcelo de gatas em Paris

UM PRESIDENTE, UM GOVERNO E UM PARLAMENTO DE LACAIOS E ANTIPATRIOTAS

Marcelo Rebelo de Sousa, no caso em postura igual à do governo de Costa e das suas muletas PCP e BE, fez questão de se pôr mais uma vez a lambebotas1quatro patas perante o imperialismo francês e europeu, aceitando estar presente, a convite do cretino Macron, no desfile militar do 14 de Julho, data que comemora a Tomada da Bastilha e a vitória da revolução burguesa de 1789 em França.

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As comemorações do 14 de Julho tiveram lugar sob o signo da guerra

A França celebrou, no passado dia 14 de Julho, a queda da Bastilha. No palanque presidencial, a ladear Macron, estiveram Angela Merkel, o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa e vários altos representantes da União Europeia.

14deJulhoEste ano, a grande festa nacional da burguesia francesa foi assinalada na capital, Paris, com um grande desfile militar. Macron aproveitou a oportunidade para fazer desfilar mais de uma centena de militares espanhóis, conjuntamente com destacamentos militares de outros países que fazem parte de um projecto de cooperação militar europeu por si impulsionado. 

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Depois Dos Incêndios As Minas A Céu Aberto!...

Que País É Este?

São passados dois anos sobre os primeiros incêndios do trágico ano de 2017; com mais de uma centena de mortos, milhares de hectares de área ardida e centenas de casas destruídas! E, para o mesmo governo de incompetentes e assassinos, sem um pingo de vergonha nas fuças, hoje tudo está muito melhor…1r

Com efeito!...

As panças e as contas bancárias dos administradores dos Fundos de socorro às vítimas dos incêndios, desviados do destino, estão mais anafadas;

Os negócios, entre o Estado defensor e bom administrador dos interesses da classe dominante, tendo decorrido até agora sem sobressaltos, graças à prestimosa colaboração dos partidos oportunistas PCP, BE, Verdes, muletas do actual governo, vão de vento-em-popa;

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TUÍTES SOBRE OS INCÊNDIOS

DE PEDRÓGÃO GRANDE 


16/06/2017

1lMais 27 mortos! Assassinos! Assassinos! Governo de assassinos! António Costa dirige um governo de assassinos!

Mais 27 mortos! O País não pode suportar mais este governo de incompetentes e assassinos, que não cuida da vida dos portugueses.

O governo de António Costa é responsável pela morte de 92 portugueses em quatro meses de incêndios, desde o incêndio de Pedrógão.

O presidente da República deve demitir imediatamente o governo de Costa, um governo de autênticos assassinos por negligência grosseira.

O governo de António Costa não consegue preservar a vida das populações portuguesas a seu cargo.2l

Fora com o governo de António Costa! Costa é o ministro responsável pelo ineficaz sistema contra incêndios florestais em vigor.

Rua com o governo de António Costa! Como primeiro-ministro, Costa não dotou o País dos meios necessários para combater incêndios florestais.

3lMarcelo juntou-se aos assassinos do povo português: entrou em directo na SIC, não para demitir o governo, mas para pregar moral.

Entretanto em directo na SIC Marcelo veio dizer-nos que “ há o dever moral e cívico de fazer uma análise sobre o que se está a passar”.

Então porque não faz essa análise e não demite imediatamente o governo. Não há ninguém que pare esta tragédia? Quantos terão de morrer mais?

Subiu para 35 o número de mortos: É preciso parar imediatamente com esta tragédia. É preciso mudar de Governo!

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